quinta-feira, 29 de maio de 2008

Monarquistas se reunem em SC

Os Monarquistas de Santa Catarina estão convidados para participar do churrasco no dia 1 de junho de 2008, onde serão discutidos assuntos pertinentes ao movimento monárquico. As adesões deverão ser feitas pelo 48 91131209 com Jair ou pelo email m2005grupo@yahoo.com.br.

quinta-feira, 15 de maio de 2008

XVIII Encontro Monárquico

XVIII Encontro Monárquico
Rio de Janeiro, 7 de junho de 2008 – Hotel Glória, Salão
Colonial
Rua do Russel, 632 – Glória – Rio de Janeiro

9h30–Recepção aos participantes
10h00–Abertura – S.A.I.R. o Príncipe D. Bertrand de Orleans e
Bragança, Príncipe Imperial do Brasil
10h15–'A Gloriosa Herança do Império do Brasil' – Dr. Luiz
Périssé Duarte Júnior
11h15–Café
11h30–'Movimento Monárquico Brasileiro: 120 Anos de História'
– Dr. José Guilherme Beccari
12h45–Almoço
15h00–Reabertura dos trabalhos — SS.AA.RR. os Príncipes D.
Rafael e D. Amélia de Orleans e Bragança
15h15–'A República no Banco dos Réus' – Prof. Dr. Gilberto
Callado de Oliveira
16h30– 'Verdades sobre o Aquecimento Global' – Prof. Dr. José
Carlos de Almeida Azevedo
17h30–Coffee-break
18h00–'O Brasil e sua Dependência do Mar' – Vice-Almirante
Luiz Fernando Palmer da Fonseca

19h00–

Sessão de encerramento
Palavras finais de S.A.I.R. o Príncipe Dom Luiz de Orleans e
Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil. Entrega de diploma aos
participantes
--------------
Formulário de Inscrição (até 25 de maio)

Sim, quero participar do XVIII Encontro Monárquico – Rio
de Janeiro, 7 de junho de 2007
(Favor preencher e enviar para Pró Monarquia /Rua
Itápolis, 873 – Pacaembu / 01245-000 São Paulo –SP)
Taxa de inscrição: R$ 95,00 (incluíndo coffee-break e
almoço)
R$ 75,00 (incluído coffee-break)
R$ 40,00 (estudante: trazer
comprovante – sem almoço)
Envio, anexo, cópia do comprovante de depósito, efetuado no Banco
ITAÚ, Ag. 0347, C/C 24408-9, favorecido Pró Monarquia; ou cheque
nominal e cruzado à Pró Monarquia.
FAX (11) 3663-0705
Para contato: tel. (11) 3822-4764 ou e-mail eventos@monarquia.org.br
A inscrição pode igualmente ser feita no site: www.monarquia.org.br
Nome__________________________________________________________
Endereço_______________________________________________________
CEP___________-_____Cidade_________________­­­­­____________ UF_____
Data de nascimento _____ / _____ / _____ Profissão _______________
Tel. Res. ( ____ ) ____________ Tel. Com. ( ____ )____________
Cel ( ____ )_________________
e-mail ___________________________________________

* * *

HOSPEDAGEM
Tratar diretamente com o Hotel Gloria que oferece o Pacote Promocional de Fim de Semana (sujeito a confirmação prévia). As reservas devem ser feitas diretamente ao Hotel, mencionando a participação nos eventos monárquicos:

Departamento de Reservas: Tel: (21) 2555-7373
Fax: (21) 2555-7283: reservas@hotelgloriario.com.br
Toll free de reservas - 0800.21.3077

Hotel Glória – Rua do Russel, 632 – Glória –
22210-010 Rio de Janeiro

terça-feira, 13 de maio de 2008

História: Reação de Carlos Gomes, diante da notícia da problamação da República


Um amigo enviou este pequeno texto de grande importância histórica:


Por ocasião do golpe militar que impôs o regime republicano ao Brasil, o conhecido compositor Carlos Gomes encontrava-se em Campinas, sua cidade natal, e escreveu a um amigo seu uma carta com este comentário sobre o histórico acontecimento:

Campinas, 20 de novembro de 1889.
Meu querido Manduca.
A 14 do corrente cheguei aqui e no dia 15 chegou-me a horrível notícia (...). O choque foi de tão natureza forte (sic) contra o meu coração de amigo da Augusta Família Imperial, que fiquei até hoje pasmado e paralisado. A minha saúde tem sofrido muito, pois sinto até faltar-me o equilíbrio corporal. Não posso enfim descrever o meu profundo pezar, parecendo-me um sonho medonho a realidade do fato que, como (palavra ilegível na reprodução do original manuscrito) vim presenciar na terra natal, de onde em 1859 parti para logo mais ser protegido pelo Primeiro Patriota do Brasil, que hoje é desterrado como um malfeitor. (...)

(Jornal “O Estado de S. Paulo”, 4.1.75 – Suplemento do Centenário, pg. 2)


 

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Convite do NEPEC (Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Espaço e Cultura)

Recebemos através deste blog um convite interessante: uma caminhada, ou melhor, um passeio histórico-cultural pelos locais do Rio de Janeiro que marcados pela presença negra em comemoração aos 120 anos de Abolição da Escravatura. No mesmo dia outras atividades estão sendo programadas. 


O NEPEC (Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Espaço e Cultura), através dos projetos GEO-ARQUIVO e Roteiros Geográficos do Rio, do Instituto de Geografia da UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro), realizará no dia 13 de maio de 2008, terça-feira, o evento intitulado “Negras Geografias”,  apresentando os seguintes segmentos em homenagem aos 120 anos da Abolição da Escravatura:
# “Caminhando por Negras Geografias no Centro do Rio”;
# “Negros e Geográficos Pulsares em Certos Versos e Eternas Canções”;
# Mesa Redonda: “Negras Trajetórias”.
Neste contexto, o roteiro intitulado "Caminhando por Negras Geografias no Centro do Rio" terá como ponto de encontro a estação do metrô Praça Onze, às 9 da manhã do dia 13 de maio de 2008.
Inscrições grátis roteirosgeorio@uol.com.br ou celular 8871 7238.
O itinerário obedecerá ao seguinte perfil:
Praça Onze dos bambas da Pequena África do Rio de Janeiro - Sambódromo (visita) - Terreirão do Samba/palco João da Baiana (visita) - Escola Tia Ciata - Igreja de Santana (visita) - Campo de Santana - Rua Buenos Aires - Rua Uruguaiana - Igreja de Nossa Senhora do Rosário e São Benedito (visita à ex catedral da cidade) - Ouvidor dos acordes iniciais do carnaval de rua - Rua do Carmo - Praça XV - Paço Imperial e de Isabel de Bragança e Bourbon
Coordenação da caminhada : Prof. Dr. João Baptista Ferreira de Mello (do Departamento de Geografia Humana da UERJ)
No mesmo dia 13 de maio, às 17 horas no Auditório 11 da UERJ, situado à Rua São Francisco Xavier 524, 1º andar, no Pavilhão João Lyra Filho, Maracanã, ocorrerá o evento "Negros e Geográficos Pulsares em Certos Versos e Eternas Canções”, com execução de músicas e exibição no telão, bem como respectivos comentários. Entrada Franca.
Às 19 horas e 30 minutos, igualmente no Auditório 11 da UERJ, terá lugar a mesa redonda "Negras Trajetórias" Presidente da mesa: Zeny Rosendahl (professora adjunta e Chefe do Departamento de Geografia Humana da UERJ) com participação de . Vera Lúcia Couto dos Santos ; Paulo Melgaço ; Vanderli Teixeira de Faria;  Waltinho Honorato; Cláudio Nascimento.
O  evento "Negras Geografias" tem como propósito destacar a contribuição dos negros em diversos setores da realidade brasileira, bem como os lugares percorridos em suas trajetórias de vida, afora registrar depoimentos diversos sobre a inserção do negro na sociedade brasileira e o significado desta data.
Comissão organizadora: Prof. Dr. João Baptista Ferreira de Mello; Profa. Dra. Zeny Rosendahl, Prof. Michel Vieira de Lima e Silva e bolsistas do NEPEC Melissa Anjos, Ivo Venerotti, Olga Maira Figueiredo, Ana Carolina Lobo Terra e Jean de Carvalho
INSCRIÇÕES GRÁTIS roteirosgeorio@uol.com.br ou informações pelo celular 8871 7238

História: Fala do Trono, 1889


Documento encontrado no livro “Falas do Trono” , publicado pelo Instituto Nacional do livro. Ao longo das 544 páginas vemos o desenrolar da história do Império Brasileiro em todos seus aspectos, seja na paz como na guerra, seja na preocupação pela saúde pública como no esforço para melhorar a educação, vemos a perfeita combinação entre o Governo Imperial, o Senado e a Câmara. A Fala do Trono representava os desejos do Imperador para o futuro do Brasil naquela legislatura. A resposta mostrava a liberdade e democracia em que viviam os representantes eleitos pelo povo.


Aqui reproduzimos apenas a última Fala do Trono:


FALA DO TRONO POR OCASIÃO  DA ABERTURA DA 4º SESSÃO DA 2O LEGISLATURA, EM 3 DE MAIO


Augustos e Digníssimos Srs. Represeniantes da Nação


Animam-me esperanças, que a pátria deposita em seus eleitos, todas as vezes que. a eles reunido, venho abrir os trabalhos legislativos.


As relações do Império com as potências estrangeiras continuam, feliz­mente, a ser da mais cordial amizade.


A convite das repúblicas Argentina e Oriental do Uruguai, tomou o Brasil parte no Congresso de Estados da América do Sul, que recentemen­te celebrou suas sessões em Montevidéu para formular, sobre matérias do direito internacional privado, diversos ajustes, a respeito dos quais o Governo resolverá oportunamente.


O Brasil concluiu com vários Estados duas convenções, já promulgadas para a troca de documentos oficiais e de publicações científicas literárias.


A situação interna é próspera em geral: gozamos de tranquilidade. O es­pirito de ordem da população brasileira prevaleceu nas poucas ocasiões em que fatos isolados, de pequena gravidade, exigiram os conselhos da prudência ou a intervenção da autoridade pública.


O extraordinário rigor do verão, influindo sobre causas mórbidas, que a higiene ainda não removeu, determinou o aparecimento de epidemias nesta cidade, e nas de Santos e Campinas, na província de S. Paulo.


A prontidão dos socorros e de providências adequadas atenuou os es­tragos do mal, que está extinto na capital do Império, e tende desaparecer nas outras cidades.


Esta calamidade acresceu ã seca, que infelizmente ainda aflige algumas províncias do norte, onde parece inutilÍ7ado o trabalho agrícola, pois que deixaram de realizar-se as esperanças renascidas com as primeiras chuvas.


No empenho de debelar as causas evitáveis de enfermidades, e de sua­vizar os eleitos das condições climatéricas das províncias assoladas pela seca, o Governo tem tomado providências que o vosso patriotismo e sa­bedoria completarão.


Entre as exigências da instrução pública, sobressai a criação de escolas técnicas adaptadas às condições e conveniências locais; a de duas universi­dades, uma ao sul e outra ao norte do Império, para centros de organismo científico e proveitosa emulação, donde partirá o impulso vigoroso e har­mónico de que tanto carece o ensino; assim como a de faculdades de ciências e letras, que, apropriadas às províncias, se vinculariam ao siste­ma universitário, assentando tudo livre e firmemente na instrução primá­ria e secundária.


Também vos recomendo a necessidade de atender ao desenvolvimento do culto e ensino religioso, pela criação de um bispado em cada uma das nossas províncias, em geral tão extensas, que não podem estar reunidas em poucas dioceses, sem prejuízo da ação e doutrina pastoral.


Confio que realizareis na presente sessão a reforma da administração local, no sentido de desenvolver praticamente o espírito liberal de nossas instituições.


A administração superior requer a divisão dos ministérios, de modo que negócios de interesse geral, como os da instrução pública, possam ter mais facilmente administradores de especiais habilitações.


Espero que vos ocupareis não só dos projetos para melhorar a organiza­ção judiciária e reprimir a ociosidade, mas também da criação de tribunais correcionais.


Ainda no interesse da administração da justiça, é tempo de satisfazer a uma dupla promessa da Constituição do Império: a criação, nas provín­cias, de novas Relações, necessárias para a comodidade dos povos; e a redação do código civil. A primeira ideia facilitará a interposição ou o provimento dos recursos, e os melhoramentos da organização judiciária dependentes deste fato; a segunda é reclamada pelas incertezas e imper­feições do nosso direito privado atual.


As rendas públicas continuaram a crescer o ano passado, além das pre­visões do orçamento, e o mesmo se dá no exercício corrente. O desenvol­vimento do comércio e das indústrias vai atraindo capitais estrangeiros, em moeda metálica, que circula com diferença, para menos em relação ao papel do Estado, agora acima do valor do nosso padrão monetário.


O Tesouro Nacional, livre da avultada dívida flutuante, que, veio de an­teriores exercícios, tem disposto de meios mais que suficientes para as des­pesas internas, sem necessidade de recorrer aos expedientes de antecipa­ção de receita, e conserva em Londres grande parte do último emprésti­mo, para as suas aplicações legais.


Em tais circunstâncias muito se recomendam ao vosso patriotismo instituições de crédito, que prestem recursos à maior atividade industrial, e operem a conversão do nosso meio circulante, colocando-o segura e definitivamente em bases normais.


Em virtude da emancipação civil, que decretastes na sessão transata, vai prosseguindo regularmente a substituição do trabalho, sem os abalos profundos que em toda a parte sucederam a crises desta natureza. A classe agrícola compreendeu que ficara inútil e sem valia uma propriedade, que nem era mais suscetível de posse, e inaugurou resolutamente o novo regi­me, do qual provirá a regeneração e o aumento das industrias.


O Governo tem auxiliado, com os meios que lhe concedestes, esse movi­mento da transformação económica e social.


Assim que tem posto o maior empenho em estender a rede de viação férrea, quer autorizando o prolongamento das estradas pertencentes ao Estado, quer concedendo garantia de juros para as que podem ser cons­truídas, em condições vantajosas, por empresas particulares.


Não têm sido menos solícitos os altos poderes do Estado em auxiliar a agricultura e outras indústrias, favorecendo a corrente imigratória, já avolumada, e em grande parte espontânea, pêlos exemplos de prospe­ridade dos estrangeiros que procuram a nossa pátria. Ascenderam as en­tradas, o ano passado, ao número de 131.000 imigrantes; as dos últimos meses anunciam resultado maior.


Para fortalecer a imigração e aumentar o trabalho agrícola, importa que seja convertida em lei, como julgar vossa sabedoria, a proposta para o fim de regularizar a propriedade territorial e facilitar a aquisição e cul­tura das terras devolutas. Nessa ocasião resolvereis sobre a conveniência de conceder ao Governo o direito de desapropriar, por utilidade pública, os terrenos marginais das estradas de ferro, que não são aproveitados pêlos proprietários e podem servir para núcleos coloniais.


Cumpre-me lembrar-vos a necessidade de adiantar a discussão do có­digo penal e do processo militar. A sub-rogação dos antigos regulamen­tos de guerra por uma lei mais de acordo com a moderna ciência penal, é aspiração constante e justíssima do exército e da armada.


Augustos e Digníssimos Srs. Representantes da Nação.


Muito haveis feito pelo progresso e felicidade de nossa Pátria, porém muito resta ainda por fazer em uma nação nova, de extenso território, cheio de riquezas naturais, e votada pela Providência aos mais esplêndidos destinos. Se é grande o encargo que assumis, não é menor o vosso pa­triotismo, e o Brasil o recorda com a mais segura confiança.


Está aberta a sessão.


D. pedro II, imperador constitucional e defensor perpétuo do brasil.

sábado, 10 de maio de 2008

Homenagem a todas as mães


Mãe, pequena palavra que encerra um universo de sentimentos e impressões. Quantas vezes esssa pequena palavra fez levantar a mulher cansada para atender seus filhos pequenos ou grandes! Quantas vezes essa pequena palavra fez chorar corações arrependidos por não ter proporcionado o carinho merecido à mãe que partiu!


Assim, aqui prestamos nossas homenagens às mães, através das palavras de uma simples mulher, mas mãe abnegada e monarquista destemida e muito atuante, a prof. Sandra Ramon Franco:


Uma simples mulher, existe que,
pela imensidão de seu amor, tem um pouco de Deus;
pela constância, de sua dedicação, tem muito de anjo;

que, sendo moça, pensa como uma anciã;
sendo velha, age com todas as forças da juventude:
quando ignorante, melhor que qualquer sábio
desvenda os segredos da vida;
quando sábia, assume a simplicidade das crianças;
pobre, sabe enriquecer-se com a felicidade dos que ama;
rica, empobrece-se para que seu coração
não sangre ferido pelos ingratos;
forte, estremece ao choro de uma criancinha;
fraca, entretanto, se alteia com a bravura dos leões;
viva, não lhe sabemos dar valor,
porque à sua sombra todas as dores se apagam:
morta, tudo o que somos e tudo o que temos,
daríamos para vê-la de novo, e dela receber
um aperto de seus braços, uma palavra de seus lábios. MÃE, é seu nome!

quarta-feira, 7 de maio de 2008

13 de Maio de 2008 - Homenageando a Princesa Isabel

Convite enviado pela Prof. Sandra Ramon Franco, coordenadora do Monarquia em Ação, que trabalho com muito empenho para a realização deste evento. Vamos participar e homenagear a querida e sempre lembrada Princesa Dona Isabel.

PROGRAMAÇÃO

12 de Maio de 2008
15h
Palestra A Irmandade de N. S. do Rosário e São Benedito dos Homens Pretos e o Movimento Popular Abolicionista
Prof. Dr. Eduardo Silva
Pesquisador-titular da Fundação Casa de Ruy Barbosa e Sócio do IHGB
Autor de As Camélias do Leblon e a Abolição da Escravatura - uma investigação de História Cultural (Cia.
Das Letras, 2003)

Local: Imperial Irmandade de Nossa Senhora do Rosário e São Benedito dos Homens Pretos
Rua Uruguaiana, 77 - Centro


13 de Maio de 2008
9h
Homenagens a D. Isabel e aos Grandes Abolicionistas

Local: Monumento à Redentora
Av. Princesa Isabel, s/nº - Leme (em frente ao Hotel Méridien)
12h
Missa e Ofício DE PROFUNDIS pelas almas da Família Imperial, dos Abolicionistas e dos Escravos do Brasil

Local: Imperial Irmandade dos Homens Pretos
Rua Uruguaiana, 77 - Centro
16h
Missa Solene em Ação de Graças pelos 120 anos da Redenção do Brasil

Memória de D. JOÃO PRÍNCIPE REGENTE, que exatamente 200 anos atrás celebrou seu primeiro aniversário natalício com
Missa e TE DEUM na Igreja do Rosário, então sé-catedral do Rio de Janeiro
Memória de AFONSO HENRIQUES DE LIMA BARRETO, o grande literato brasileiro nascido a 13.05.1881
Local: Imperial Irmandade dos Homens Pretos
Rua Uruguaiana, 77 - Centro
18h
Solenidade da Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro na Irmandade

Entrega dos Títulos de Benemérito do Estado do Rio de Janeiro, em caráter POST-MORTEM, aos Grandes Abolicionistas
JOSÉ BONIFÁCIO DE ANDRADA E SILVA - o Patriarca da Independência (*1763 †1838)
JOSÉ MARIA DA SILVA PARANHOS - o Visconde do Rio Branco (*1819 †1880)
ANTONIO FREDERICO DE CASTRO ALVES - o Poeta dos Escravos (*1847 †1871)
JOSÉ CARLOS DO PATROCÍNIO - o Tigre da Abolição (*1853 †1905)
Iniciativa de Suas Excelências os Senhores Deputados Estaduais
Gilberto Palmares, Presidente da Comissão dos 120 anos da Abolição (ALERJ)
Luiz Paulo Corrêa da Rocha, Líder do PSDB na ALERJ
Marcelo Freixo, Líder do PSOL na ALERJ
Paulo Ramos, Líder do PDT na ALERJ
Receberão os Títulos de Benemérito as senhoras descendentes dos Grandes Abolicionistas
Local: Imperial Irmandade dos Homens Pretos
Rua Uruguaiana, 77 - Centro

sábado, 3 de maio de 2008

Site traz lista de guilhotinados na Revolução Francesa


O interesse pelas vitimas da Revolução Francesa está crescendo. Será uma volta ao passado? 250 mil pessoas foram atraídas a este ao site com a lista dos guilhotinados. Vejamos o que nos reserva a História.


http://les.guillotines.free.fr/



Um curioso site francês, com uma lista de pessoas guilhotinadas durante a Revolução Francesa, em 1789, já atraiu mais de 250 mil visitantes.


Quando o visitante acessa a página Les Guillotinés (”Os Guilhotinados”), ele se depara com a seguinte pergunta: “Você tem um ancestral decapitado na Revolução?”. Então, o interessado pede que seja feita uma pesquisa no banco de dados do site que reúne mais de 18 mil nomes de pessoas decaptadas durante os dez anos da Revolução Francesa.


De acordo com informações da BBC, para cada pessoa, é possível identificar o motivo preciso da condenação, como por exemplo, “conspirador”, “insubmisso”, “declarou esperar a volta do Antigo Regime”, “traidor da pátria” e “líder de agrupamentos”.


O site, criado pelo técnico em informática Raymond Combes, também permite constatar que não foram apenas os nobres que morreram na guilhotina, o que contraria a idéia normalmente mais difundida sobre o período.


O que explicaria o sucesso do site é que historiadores estipulam em 5 milhões o número de franceses que possuem algum ancestral vítima do invento de Joseph Ignace Guillotin, médico que projetou a máquina. Guillotin esperava que sua invenção torna-se “menos dolorosa” a aplicação da pena capital.


Fonte: Portal Imprensa


Powered by

quinta-feira, 1 de maio de 2008

Gmail - Dom Bertrand no Programa CANAL DO BOI amanhã quinta-feira às 11:30 horas - sou.monarquista@gmail.com

Caros Amigos

O Príncipe Imperial Dom Bertrand de Orleans e Bragança estará sendo entrevistado ao vivo no conhecido programa Canal do Boi, do jornalista Luiz Crosara, amanhã quinta-feira dia 1º de maio, às 11:30 horas, sobre temas ligados ao campo brasileiro:

1280 Mhz - polarização horizontal,

ou www.canaldoboi.com.br

Atenciosamente,
Pró Monarquia