sexta-feira, 21 de agosto de 2009

A Imperatriz Brasileira



Sem ter nascido no Brasil, mas o amando como se fosse sua Pátria, Dona Teresa Cristina amou seu povo, o povo brasileiro.


Filha obedientíssima, esposa devotada, mãe esmerada e avó carinhosa. Quatro dos papéis familiares que Dona Teresa Cristina teve de desenvolver, além é claro daqueles já conhecidos outros que a providência Divina a encarregou, como o de Princesa das Duas-Sicílias e Imperatriz do distante Império do Brasil.


Teresa Cristina Maria Giuseppa Gasparre Baltassarre Melchiore Gennara Rosalia Lucia Francesca d'Assisi Elisabetta Francesca di Padova Donata Bonosa Andrea d'Avelino Rita Liutgarda Geltruda Venancia Taddea Spiridione Rocca Matilde di Bragança e Borbone, nasceu Princesa das Duas-Sicílias e por casamento com Dom Pedro II, tornou-se Imperatriz Consorte do Brasil. Filha do Rei Francisco I das Duas-Sícilias, a 3º Imperatriz do Brasil era dotada de um grande senso de cordialidade e de educação refinada. Possuía entre seus dotes pessoais uma consonância invejável com seu marido: eram os dois amantes da cultura e das artes. Tal consonância favoreceu o amor que os Imperadores acabariam por sentir um pelo outro, um casamento duradouro que formou dois belos exemplos de patriotismo e dignidade do povo do Brasil: Dona Isabel e Dona Leopoldina.




O amor de Dona Teresa Cristina pelas artes o acompanhou até mesmo na viagem de vinda para o Brasil, onde trouxe consigo muitos músicos, pintores, professores, botânicos, estudiosos e pesquisadores. Na mesma constância vieram do Reino das Duas-Sicílias, a seu pedido, obras que enriqueceram artística e cientificamente a vida na Corte e o país como um todo, foram enviadas por Fernando II, irmão da Imperatriz, obras recuperadas minuciosamente das cidades de Herculano e Pompéia, completando um acervo ricamente composto por ela.

Dona Teresa Cristina tomou para si a Pátria Brasileira. Assim como o Imperador, era apaixonada pelo país que adotou como seu. Gostava, desde os dias mais movimentados no Palácio de São Cristóvão, até os dias mais calmos e descansados no Palácio Imperial de Petrópolis. Se Dona Teresa Cristina adotou o Brasil, os Brasileiros a adotaram e passaram a amá-la e admirá-la, pela calma e semblante sereno que carregava sempre consigo. Foi homenageada com os nomes de muitas cidades Brasileiras como Santo Amaro da Imperatriz (Santa Catarina), Teresina (Piauí), Cristina (Minas Gerais), Imperatriz (Maranhão) e Teresópolis (Rio de Janeiro).




Porem a fatídica data de 15 de novembro de 1889, chegara e porá fim ao Império do Brasil, embarcando sorrateiramente na madrugada do dia posterior sob o comando dos golpistas, a Família Imperial Brasileira, o que gerou muito mal estar entre a Imperatriz e o restante da Família, disse ela ao Embaixador da Áustria: “Que fizemos para sermos tratados como criminosos?”. Embarcaram para Portugal, onde permaneceram por pouco tempo, mas o suficiente para o pior ocorrer, ali mesmo em Portugal, precisamente na Cidade do Porto, em um hotel humilde, a Imperatriz do Brasil passou mal, não atendendo nem mais aos tratamentos médicos, morreu dizendo: “Brasil, terra abençoada que nunca mais verei”. De fato morreu sem ter voltado ao Brasil e seus descendentes, infelizmente, em 120 anos de república, não conseguiram retornar ao poder.

A Imperatriz foi sepultada no Panteão de São Vicente de Fora, de onde saiu honrosamente para ser translada para o Mausoléu Imperial da Catedral de Petrópolis, onde jaz serenamente ao lado de seu marido, o Imperador Dom Pedro II, no solo brasileiro que tanto amou e onde tanto foi amada.


Dionatan da Silveira Cunha.





Foto 1: Dona Teresa Cristina em pintura anterior a seu casamento com Dom Pedro II. Arquivo digital pessoal.


Foto 2: Sua Majestade Imperial a Senhora Dona Teresa Cristina. Arquivo digital pessoal.


Foto 3: Estátua em homenagem à Imperatriz Senhora Dona Teresa Cristina, em Teresópolis. Arquivo digital pessoal.


Foto 4: Foto da Catedral de São Pedro de Alcantâra, onde jaz a Imperatriz e o Imperador, vista da Casa que pertenceu a Princesa Isabel e ao Conde d'Eu. Arquivo digital pessoal.

Remarcado o XX Encontro Monárquico

Aos monarquistas


Pró Monarquia e Associação dos Amigos da Família Imperial têm o prazer de convidar V.Sa. e Exma. Família para os atos, a realizarem-se na cidade do Rio de Janeiro nos dias 12 e 13 de setembro de 2009, comemorativos do Centenário de nascimento de S.A.I.R. o Príncipe Dom Pedro Henrique de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil de 1922 a 1981:

Sábado, dia 12

- XX Encontro Monárquico, no Hotel Novo Mundo, às 9:30 horas (programa à parte)

Domingo, dia 13

- Santa Missa in Memoriam pelo Centenário do nascimento de S.A.I.R. o Príncipe Dom Pedro Henrique de Orleans e Bragança, na Igreja Nossa Senhora do Carmo da Antiga Sé, às 11 horas;

- Almoço de Adesão, no restaurante Flamboyant do Hotel Novo Mundo, às 13 horas.

Para maiores informações, como valor da adesão, locais e programação, entre em contato com o Pró Monarquia, tel.: (11) 3822-4764 - Fax: (11) 3663-0705.

STALIN DE SAIAS


O cenário político brasileiro nunca esteve tão agitado. Nunca, um ano que precede ao ano de eleição presidencial esteve tão quente. O que nos reserva o próximo ano? O que nos reserva a República com suas teias, suas leis, suas políticas? Que outras surpresas teremos?
Tal ambiente tem assustado até mesmo quem defende esta forma de governo, que dirá a nós Monarquistas qu
e assistimos, analizamos e propomos a volta da Monarquia para moralizar o ambiente político brasileiro.

Abaixo transcrevo trechos de um artigo de Danuza Leão, publicado na Folha de S. Paulo, mas que, em breve pesquisa no Google, descobrimos que foi publicado e republicado em inúmeros blogs de todas as tendências.

O Artigo da Danuza me levou a algumas reflexões cujo resultado é o título deste post e as duas fotos que encontrei na internet (uma delas, a da Dra. Dilma, retirada do própri site do governo) após rápida busca pelo Google.


Respeito a Ministra Dilma Roussef, mas considero sua candidatura para a Presidência da República uma loucura que fará o PT se afundar ainda mais
no caos e na confusão, levando com isso o Brasil para o mesmo caminho. Caos agravado ainda mais se o país for governado com mãos de ferro como o fez Stalin na pobre e extinta União Sovietica.

Marina Silva, possível candidata à Presidência, apesar de batalhadora e decidida, representa menos perigo para a Democracia do que a Chefe da Casa Civil.


Veremos, então, o que esta República nos reserva para o Futuro: uma União Socialista das Repúblicas Latino-americanas, sob a égide do Stalin de Saias ou a continuação desta fabulosa máquina de conchavos e atos secretos.

"DANUZA LEÃO

Quem tem medo da doutora Dilma?
Ela personifica, para mim, aquele pai autoritário de quem os filhos morrem de medo, aquela diretora
.
VOU CONFESSAR: morro de medo de Dilma Rousseff. Não tenho muitos medos na vida, além dos clássicos: de barata, rato, cobra. Desses bichos tenho mais medo do que de um leão, um tigre ou um urso, mas de gente não costumo ter medo. Tomara que nunca me aconteça, mas se um dia for assaltada, acho que vai dar para levar um lero com os assaltantes (espero); não me apavora andar de noite sozinha na rua, não tenho medo algum das chamadas "autoridades", só um pouquinho da polícia, mas não muito.
Mas de Dilma não tenho medo; tenho pavor. Antes de ser candidata, nunca se viu a ministra dar um só sorriso, em nenhuma circunstância.
Depois que começou a correr o Brasil com o presidente, apesar do seu grave problema de saúde, Dilma não para de rir, como se a vida tivesse se tornado um paraíso. Mas essa simpatia tardia não convenceu. Ela é dura mesmo.
Dilma personifica, para mim, aquele pai autoritário de quem os filhos morrem de medo, aquela diretora de escola que, quando se era chamada em seu gabinete, se ia quase fazendo pipi nas calças, de tanto medo. Não existe em Dilma um só traço de meiguice, doçura, ternura.
Ela tem filhos, deve ter gasto todo o seu estoque com eles, e não sobrou nem um pingo para o resto da humanidade. Não estou dizendo que ela seja uma pessoa má, pois não a conheço; mas quando ela levanta a sobrancelha, aponta o dedo e fala, com aquela voz de general da ditadura no quartel, é assustador. E acho muito corajosa a ex-secretária da Receita Federal Lina Vieira, que está enfrentando a ministra afirmando que as duas tiveram o famoso encontro. Uma diz que sim, a outra diz que não, e não vamos esperar que os atuais funcionários do Palácio do Planalto contrariem o que seus superiores disserem que eles devem dizer. Sempre poderá surgir do nada um motorista ou um caseiro, mas não queria estar na pele da suave Lina Vieira. A voz, o olhar e o dedo de Dilma, e a segurança com que ela vocifera suas verdades, são quase tão apavorantes quanto a voz e o olhar de Collor, quando ele é possuído.
Quando se está dizendo a verdade, ministra, não é preciso gritar; nem gritar nem apontar o dedo para ninguém. Isso só faz quem não está com a razão, é elementar."