terça-feira, 27 de abril de 2010

Chegam à internet versões digitalizadas da correspondência de PedroII

EXTRAÍDO DA REVISTA VEJA – EDIÇÃO DE 28/04/2010.

História

A razão nos trópicos

Chegam à internet versões digitalizadas da correspondência
de Pedro II com cientistas, artistas e inventores europeus,
herdeiros do iluminismo tardio do século XIX


Marcelo Bortoloti

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Museu Imperial: inicia digitalização de 80 mil documentos ligados à monarquia brasileira

Monarca brasileiro que destoava das cabeças coroadas de seu tempo pela defesa dos princípios republicanos e da liberdade de imprensa, dom Pedro II (1825-1891) nunca conquistou a unanimidade dos historiadores. Sua devoção às artes, à ciência e à tecnologia é vista por um grupo de estudiosos como apenas um adorno intelectual falso e sem profundidade. Outra corrente histórica dá como legítimo o pendor de Pedro II por vanguardas do conhecimento puro e aplicado com as quais os herdeiros do iluminismo fecharam gloriosamente o século XIX. O Museu Imperial de Petrópolis - abrigado no palacete da região serrana do Rio de Janeiro em que a realeza costumava passar o verão - acaba de dar uma contribuição que pode pôr um fim na argumentação histórica. O museu iniciou o processo de digitalização de documentos pertencentes à família imperial, deitando luz sobre a coleção de 100 cartas endereçadas a dom Pedro II por proeminentes intelectuais e cientistas. Estão lá as cartas do francês Louis Pasteur, do químico sueco Alfred Nobel e do poeta americano Henry Longfellow - de quem o imperador recebeu entusiasmado elogio pela tradução de seu poema The Sicilian’s Tale; King Robert of Sicily para o português: "As rimas duplas deram nova graça à narrativa". A correspondência corrobora a imagem de um monarca genuinamente erudito. Além do inglês e do francês, Pedro II traduziu textos do hebraico que ainda hoje têm valor histórico pela fidelidade ao original. Conclui o historiador José Murilo de Carvalho, autor de uma das biografias do imperador: "Essas cartas reforçam a ideia de que poucos chefes de estado do seu tempo tinham cultura tão sólida".

O contato de Pedro II com grandes intelectuais começou por iniciativa do próprio imperador, por volta de seus 25 anos. Ele viria a conhecer alguns de seus mais fiéis interlocutores quando estes se encontravam no Brasil em expedições científicas, muitas patrocinadas pelo monarca. Nessa lista, figuram o botânico alemão Friedrich Philipp von Martius e o geólogo suíço Jean Louis Agassiz. As cartas do Museu Imperial mostram que o envolvimento de Pedro II com cientistas, intelectuais e artistas era mais profundo do que o tradicional mecenato. Louis Pasteur, que retribuiu as gentilezas do imperador com a instalação de um busto dele no seu famoso instituto de Paris, compartilhava com o monarca detalhes científicos de suas pesquisas e o astrônomo francês Emmanuel Liais, estudioso dos eclipses, considerou determinadas observações de Pedro II sobre esses fenômenos um "precioso documento científico". Aos 51 anos, o imperador embarcou para o exterior com o objetivo de conhecer pessoalmente o inventor Alexander Graham Bell, de quem encomendou o primeiro telefone a ser instalado no Brasil. Ele conheceu também o compositor alemão Richard Wagner e o escritor francês Victor Hugo. A prosa rica de dom Pedro II valeu-lhe o epíteto, dado por Hugo, de "neto de Marco Aurélio", uma honrosa referência a César Marco Aurélio Antonino Augusto (121-180), o "imperador filósofo, autor de Meditações, um dos mais fascinantes textos humanistas da Antiguidade clássica.

A educação formal de dom Pedro II foi tratada como assunto de estado desde seus 5 anos de idade, quando o pai, Pedro I, partiu rumo a Portugal, deixando o filho sob os cuidados de tutores. Periodicamente, eles tinham de apresentar à Câmara dos Deputados relatórios em que prestavam contas dos avanços escolares daquele que, aos 15 anos, finalmente assumiria o trono. Numa cartilha contendo as metas acadêmicas para Pedro II, o artigo 10 se espelhava no tipo de educação que, àquele tempo, recebiam os jovens da realeza europeia: "O imperador deve ser formado como um sábio consumado e profundamente versado em todas as ciências, artes e até mesmo nos ofícios mecânicos". Já na idade adulta, o monarca passaria a ser temido por professores de escolas em todo o país, uma vez que cultivava o hábito de aparecer no meio da aula e ficar ali, de lápis em punho, por tempo suficiente para avaliar o nível do ensino. Pode-se dizer que Pedro II, que além de ter uma cultura científica singular dominava seis idiomas, superou de longe o pai, cujas correspondências, também no acervo do Museu Imperial, não raro continham erros crassos de português.

As cartas de dom Pedro II fazem parte de uma coleção com mais de 80 000 documentos que pertenciam à família real - entre diários pessoais e rascunhos de ofícios e discursos de diferentes épocas. Guardados no museu de Petrópolis, eles serão digitalizados, o que facilitará o acesso aos escritos. Esses documentos começaram a ser colecionados ainda no século XIII. Quando a corte portuguesa fugiu para o Brasil, em 1808, carregou consigo a coleção, que seria distribuída por três palácios do Rio. Com a queda da monarquia e o exílio da família real, os documentos retornaram à Europa, onde ficaram por 43 anos no castelo d’Eu, no norte da França. Durante a I Guerra Mundial, para evitar que fosse saqueada, a documentação foi escondida no oco de uma parede falsa. Ela chegou ao Museu Imperial em 1948, doada pelo neto do conde d’Eu. O material que vem a público agora tem, entre tantos méritos, o de mostrar que, se a racionalidade está em refluxo no Brasil, a culpa não é da herança ibérica.

Interlocutores Fiéis

Entre 1850 e 1891, ano de sua morte, dom Pedro II trocou cartas com figuras proeminentes das mais diversas áreas do conhecimento


Louis Pasteur
(cientista francês)
"Inauguramos no Instituto Pasteur o busto de Vossa Majestade, que é de uma admirável semelhança"


Henry Longfellow
(poeta americano)
"Sua tradução é muito fiel e bem-sucedida. As rimas duplas deram uma nova graça à narrativa"




Alfred Nobel
(químico sueco)
"Estou enviando artigos de jornais ingleses sobre a dinamite que devem interessar a Vossa Majestade"

sexta-feira, 23 de abril de 2010

No aniversário de Brasilia: uma reflexão necessária

Folha de S. Paulo, quinta-feira, 22 de abril de 2010
Painel do leitor
Brasília
■ À zero hora de 21 de abril de 1960, como violinista da Orquestra de Câmara de São Paulo, participei, com o Madrigal Renascentista de Belo Horizonte, da execução da Missa da Coroação, de Mozart, inaugurando, na Esplanada dos Três Poderes, a nova capital, Brasília, esperança de um Brasil promissor e justo. Hoje, passados 50 anos, não tenho motivo para comemorações. A democracia de então passou por um período ditatorial, seguido de uma pseudodemocracia, que, na realidade, não passa de uma mal disfarçada ditadura. O Legislativo preocupado com os mensalões da vida; o Judiciário transformado em quintal do Executivo; o Executivo fazendo pouco caso do Judiciário. — Roberto Twiaschor, São Paulo, SP

terça-feira, 6 de abril de 2010

Para onde caminha a República? Apoiando Dilma e o PNDH o PR mostra a sua verdadeira face

O Partido da República anunciou seu apoio à Dilma Roussef para Presidência da República o que configura um alinhamento com o pensamento daqueles que produziram o PNDH. Vamos conhecer o que significa este plano para nós brasileiros e suas consequências na vida pública e dizer Não agora e nas próximas eleições.


Denúncia: O Fundamentalismo Ateu

Um espectro que ameaça o Brasil

Em nome de uma ideologia que nega Deus e diviniza o homem, o fundamentalismo ateu quer acabar com qualquer vestígio de Religião e de Moral no Estado e na sociedade moderna.

Por isso, deformando o verdadeiro conceito de Direitos Humanos, o fundamentalismo ateu destrona a Deus e desconhece seus Mandamentos, fazendo do próprio Homem e dos caprichos da liberdade humana o supremo juiz do bem e do mal, do justo e do injusto, do louvável e do repreensível.

Desconhecendo a ordem posta por Deus no Universo e a natureza humana, o fundamentalismo ateu advoga:

- morticínio das crianças no seio materno em nome de um suposto direito das mulheres a dispor de seu corpo, o que lhes permitiria gozar livremente da sexualidade;

- legitimação da prostituição como meio honesto de ganhar a vida;

- equiparação das uniões homossexuais à instituição sagrada da família, pretendendo até entregar crianças inocentes para serem adotadas por homossexuais;

- invasão das propriedades para satisfazer a cobiça de pessoas que se recusam a ganhar o pão com o suor de seus rostos;

- proteção dos criminosos e a limitação dos meios de ação das forças policiais.

Mais ainda, por ser incapaz de conter qualquer renascimento religioso nas novas gerações, o fundamentalismo ateu quer eliminar dos lugares públicos todo símbolo religioso, para que os cidadãos acabem esquecendo de Deus e não Lhe agradeçam tudo que a Ele devem.

Instrumentalizando a Lei e a Justiça, e ameaçando com pesadas sanções penais e multas, o fundamentalismo ateu já tem conseguido, em países em que outrora predominava o espírito cristão:

- obrigar os hospitais católicos a praticar abortos (Colômbia) e forçar as faculdades de medicina de universidades católicas a ensinar como se fazem os abortos(Espanha);

- obrigar os farmacêuticos a venderem pílulas abortivas (França);

- forçar os funcionários municipais cristãos a “celebrar” cerimônias de casamento entre homossexuais (Inglaterra);

- sancionar juizes por terem tomado medidas de precaução para salvaguardar o melhor interesse de crianças que estão sendo adotadas por pseudo-casais homossexuais (Espanha);

- condenar penalmente fotógrafos por recusarem-se a filmar festas de casamento homossexual (Estados Unidos) e multar igrejas por não alugarem salões paroquiais para a realização de tais festas (Estados Unidos);

- obrigar escolas católicas ou de outras confissões cristãs a dar aulas de educação sexual nas quais se ensina que o aborto e a homosexualidade são opções legítimas (Inglaterra);

- mandar retirar os crucifixos das escolas públicas (Itália).

E que pretexto os legisladores e os juízes alegam para punir os “culpados”?

É um deturpado conceito de Direitos Humanos que – em nome da “não discriminação”, da “libertação da mulher” ou da “proteção das minorias marginalizadas” – admite como legítimos comportamentos outrora penalizados por contrariarem a Lei de Deus.

Em outras palavras, esse falso conceito ateu de Direitos Humanos está se transformando no único “dogma” aceito pela sociedade moderna.

Se os ensinamentos de uma religião entram em choque com esse “dogma”, dita confissão religiosa passa a ser considerada ipso facto como uma ameaça à ordem pública e ao regime democrático.

O Brasil – que é o maior país católico do mundo – tinha sido até aqui poupado desses conflitos religiosos em que, cada vez mais, vão sendo envolvidos os cristãos da Europa e dos Estados Unidos.

Porém, o Programa Nacional de Direitos Humanos, recentemente lançado pelo Presidente Luiz Inácio Lula da Silva e seu Secretário para os Direitos Humanos, Sr. Paulo Vannuchi, faz nosso País entrar de cheio nesse conflito entre o fundamentalismo ateu e a religião.

Se não, vejamos:

1 No plano religioso, o PNDH-3 visa “instituir mecanismos que assegurem o livre exercício das diversas práticas religiosas”, assim como “desenvolver mecanismos para impedir a ostentação de símbolos religiosos em estabelecimentos públicos da União”, desconhecendo as raízes católicas da história e da imensa maioria da população brasileira e abrindo as portas escancaradamente para a bruxaria e o satanismo.

2 Desrespeitando o direito à vida do nascituro, o PNDH-3 tem como um dos seus objetivos prioritários “apoiar a aprovação do projeto de lei que descriminaliza o aborto, considerando a autonomia das mulheres para decidir sobre seus corpos”.

3 Visando expressamente desconstruir a célula familiar tradicional e desconhecendo o direito das crianças de nascer e ser educadas no seio de uma família normal, o PNDH-3 visa “apoiar projeto de lei que disponha sobre a união civil entre pessoas do mesmo sexo”, “promover ações voltadas à garantia do direito de adoção por casais homoafetivos” e “reconhecer e incluir nos sistemas de informação do serviço público todas as configurações familiares constituídas por lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT), com base na desconstrução da heteronormatividade”.

4 Equiparando o vício a uma profissão honesta (e desconhecendo que, na maioria dos casos, as prostitutas são escravas de redes de tráfico), o PNDH-3 visa “garantir os direitos trabalhistas e previdenciários de profissionais do sexo por meio da regulamentação de sua profissão” e “realizar campanhas e ações educativas para desconstruir os estereótipos relativos às profissionais do sexo”.

5 Numa clara opção socializante, o PNDH-3 propõe “políticas públicas de redução das desigualdades sociais concretizadas por meio de ações de transferência de renda, incentivo à economia solidária e ao cooperativismo, à expansão da reforma agrária, ao fomento da aquicultura, da pesca e do extrativismo e da promoção do turismo sustentável”.

6 Em claro ataque à propriedade privada, o PNDH-3 declara desejar “fortalecer a reforma agrária com prioridade à implementação e recuperação de assentamentos … e regulamentação da desapropriação de áreas pelo descumprimento da função social plena”.

7 Golpeando o direito de propriedade, o PNDH-3 privilegia, para resolver os conflitos originados pelas invasões ilegítimas de terras e prédios urbanos, não a aplicação das decisões liminares de justiça mas a “mediação como ato inicial das demandas de conflitos agrários e urbanos, priorizando a realização deaudiência coletiva com os envolvidos … como medida preliminar à avaliação da concessão de medidas liminares”.

8 Baseado num dogmatismo ecologista sem fundamento na ciência e que cria obstáculo ao desenvolvimento econômico, o PNDH-3 visa “fomentar o debate sobre a expansão de plantios de monoculturas que geram impacto no meio ambiente e na cultura dos povos e comunidades tradicionais, tais como eucalipto, cana-de-açúcar, soja, e sobre o manejo florestal, a grande pecuária, mineração, turismo e pesca” assim como “fortalecer políticas públicas de apoio ao extrativismo e ao manejo florestal comunitário ambientalmente sustentáveis”.

9 O Programa visa igualmente desmembrar o Brasil, outorgando enorme autonomia às populações indígenas sob pretexto de “assegurar a integridade das terras indígenas para proteger e promover o modo de vida dos povos indígenas “ e de “garantir demarcação, homologação, regularização e desintrusão das terras indígenas, em harmonia com os projetos de futuro de cada povo indígena, assegurando seu etnodesenvolvimento e sua autonomia produtiva”.

10 Igualmente, em lugar de favorecer a integração dos silvícolas na vida nacional e fazê-los beneficiários do progresso, o PNDH-3 mantém os objetivos do PNDH-2 que já declarava visar segregá-los num regime de apartheidimplementando “políticas de proteção e promoção dos direitos das sociedades indígenas, em substituição a políticas assimilacionistas e assistencialistas”.

11 O viés totalitário transparece na proposta de “implementar o Observatório da Justiça Brasileira, em parceria com a sociedade civil” e “estimular e ampliar experiências voltadas para a solução de conflitos por meio da mediação comunitária e dos Centros de Referência em Direitos Humanos”.

12 Mesmo a polícia deve ficar sob controle, pois o PNDH-3 propõe “a criação, com marco Normativo próprio, de ouvidorias de polícia autônomas e independentes, comandadas por ouvidores com mandato e escolhidos com participação da sociedade civil, com poder de requisição de documentos e livre acesso às unidades policiais”.

Aquilo que em outros países está sendo feito de maneira sorrateira e diversificada, mudando primeiro uma lei a respeito de um tema, depois dando uma sentença arbitrária a respeito de outro, mais tarde assinando um tratado internacional a respeito de um terceiro assunto, no Brasil pretende-se fazê-lo de uma vez só e abarcando de modo unificado todas as áreas da atividades humana.

Julgando talvez o Brasil um país demasiado conservador, o fundamentalismo ateu decidiu aparentemente proporcionar-lhe uma “terapia de choque” com o Terceiro Programa Nacional de Direitos Humanos.

Por esse mecanismo totalitário, está se abrindo na nossa Pátria uma das maiores perseguições religiosas da História.

Senão a maior: porque suas vítimas não serão apenas os seguidores desta ou daquela religião, mas todos os brasileiros de bem que querem respeitar a Lei de Deus, os ditames da justiça natural e sua própria consciência.

Face a essa ameaça, a Igreja Católica no Brasil, que não pode mudar os ensinamentos que recebeu em depósito das mãos de seu divino Mestre, também não pode deixar de evangelizar o nosso povo a esse respeito sem trair sua missão.

Ela não pode, portanto, evitar esse choque com o fundamentalismo ateu e com as estruturas do poder político que o sustentem, nem com aqueles conglomerados da mídia que ditam o “credo” ateu, individualista e hedonista imperante na sociedade contemporânea.

De nós, brasileiros, dependerá o resultado desse entrechoque:

- se nós nos omitirmos e permitirmos que o PNDH-3 seja implementado, os católicos passarão a ser perseguidos, ou pelo menos considerados “cidadãos de segunda classe” que vivem pachorrentamente num mundo completamente paganizado;

- se nós resistirmos, estaremos escrevendo mais uma página de glória na história de nossa Pátria e na história da Igreja.

Sirvam-nos de alento nessa conjuntura as luminosas palavras que proferiu o Beato Papa Pio IX quando os revolucionários italianos ocuparam os Estados Pontifícios, invadiram Roma e deixaram o Sumo Pontífice virtualmente prisioneiro no Vaticano:

Papa Beato Pio IX

“A maldade dos homens, excitada pelos demônios, elevou Jesus Cristo sobre o Gólgota, cravado numa cruz: mas foi precisamente sobre a cruz que Jesus Cristo estabeleceu sua Igreja, completando a obra de salvação do mundo. Aquilo não foi uma derrota, mas a primeira vitória. Foi lá que a graça triunfante começou sua obra.

“A partir daí, as oposições e as lutas não deram quartel à Igreja, mas cada luta marcou um triunfo. Porque aquele sangue que correu por todos lados, inundando e regando sobretudo o solo de Roma, em lugar de extenuar a Igreja, deu-Lhe uma nova força. E longe de eliminar seus discípulos, apenas conseguiu multiplicá-los. O que permitiu chamar esse sangue de semen christianorum, semente de novos cristãos!

“Hoje, não se faz mais a guerra a uma parte apenas da Igreja, ou a apenas um artigo de sua fé, ou a um de seus dogmas. É à Igreja universal que a guerra é declarada. É contra a incredulidade, contra o ateísmo, o materialismo que a Igreja deve lutar.

Mas a Igreja de Jesus Cristo, construída sobre a pedra, não será jamais abalada, qualquer que seja a violência da tempestade. Ela tem como garantia a própria palavra desse Deus que disse: Portae inferi non praevalebunt As portas do inferno não prevalecerão contra ela.”