terça-feira, 23 de novembro de 2010

Convite - livro D. LUIZ, PEREGRINO DE IMPERIOS


O Instituto D. Isabel I
tem a grata satisfação de participar o convite da
Editora Alameda e da Livraria da Travessa para o lançamento da obra
"D. Luiz de Orleans e Bragança, Peregrino de Impérios",
da Profª. Drª. Teresa Malatian (UNESP).

26 de Novembro de 2010 – 19h
Livraria da Travessa
Rua Visconde de Pirajá, 572 – Ipanema
Rio de Janeiro
Release da Editora Alameda

Em 26 de janeiro de 1878 nascia em Petrópolis D. Luís, segundo filho da princesa Isabel e Gastão d'Orléans, conde d'Eu. Após a proclamação da República, grandes transformações atingiram a família imperial brasileira, que passou a residir na França. Nesse contexto, D. Luís acabou por assumir a posição de príncipe imperial e manifestou-se publicamente no Brasil, ao longo de vários anos, em favor da restauração do trono.
Em 1908, assumiu o papel de príncipe imperial, em decorrência da renúncia do irmão mais velho, D. Pedro de Alcântara, à posição dinástica. Sua figura jovem, com formação militar, seu interesse pelo Brasil e pela política valeram-lhe ser apontado por Martim Francisco Ribeiro de Andrada como o "príncipe perfeito", o primeiro desde a queda da monarquia a declarar-se pretendente ao trono.
Neste livro, a historiadora Teresa Malatian coloca em pauta a vida e a atuação política de D. Luís, numa retomada do tema do monarquismo durante a Primeira República, pouco estudado pela escassa historiografia sobre o assunto. Objeto de diversos artigos publicados em jornais e revistas, nunca D. Luís havia sido biografado na extensão de toda sua vida como foi agora, neste volume.


Sobre a autora: Teresa Malatian é docente titular do Departamento de História da Unesp, campus de Franca, onde atua nas áreas de Historiografia e História do Brasil. Autora dos livros Os Cruzados do Império (Contexto), Império e missão: um novo monarquismo brasileiro (Companhia Editora Nacional) e Oliveira Lima e a construção da nacionalidade (Edusc/Fapesp), tem se dedicado a estudos sobre cultura política no Brasil República e à história de intelectuais. Os temas da monarquia e do monarquismo no Brasil têm sido objetos de diversos artigos publicados em revistas especializadas pela autora.



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Mauro Demarchi
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terça-feira, 2 de novembro de 2010

Fwd: Uma análise das Eleições para Presidente.

Analisando os resultados das Eleições, e em especial, do segundo turno, podemos concluir que:
a) Dilma e Lula foram obrigados a recuar em suas propostas abortistas e esquerdistas. Quem obrigou? A necessidade de passar uma imagem diferente da que vinha tendo no primeiro turno. Esse recuo foi a razão da vitória. A campanha petistas dirigida em redes sociais em nada teria resolvido se o discurso dos dois continuasse o mesmo. O resuldado teria sido uma derrota maior.
b) Dilma não ganhou a eleição. Lula ganhou a eleição para Dilma.
c) Lula ganhou aa eleição para Dilma nas regiões mais pobres usando o medo, isso mesmo, o Medo. O medo de perder o bolsa família caso não votassem no PT. Essa declaração foi feita por uma senhora nordestina no primeiro turno durante a propaganda oficial da própria candidata do Lula.
c) Os 80 % de aprovação que o governo dizia ter que tinha ficou reduzido a uma ninharia. O que pareceria fácil no primeiro turno demandou muito esforço para conseguir 53% num segundo turno. Se houvessem mais candidatos no segundo turno, não haveria chance da Dilma vencer.
d) Nas regiões que somadas forma 70% do PIB Lula não elegeu sua candidata pois é a região que produz o dinheiro e sabe o que o governo está fazendo em matéria de impostos, fiscalização e cobranças. Nessa região não adiantou a militância militar o petismo, pois o resultado foi negativo para Dilma.
Mais do que festejar a vitória o governo deveria repensar completamente a sua política e buscar a plena efetivação das promessas de campanha. O Brasil andava adormecido e de repente acordou obrigando a esquerda a rever seu posicionamento para que a derrota não fosse mais vergonhosa.
Quem deve festejar, sim, é o Brasil que acordou e obrigou ao governo dar uma guinada na trajetória esquerdista que vinha tendo enquanto o Gigante dormia em berço esplendido.
Essa é uma lição que devemos aprender.
Vamos trabalhar para que o Brasil não volte a dormir; para que as classes mais baixas não fiquem com medo de perder um benefício em troca de votos; para que os intelectuais de esquerda deixem de manipular consciências e vontades; enfim, para que o Brasil não durma enquanto a corrupção política trabalha para estrangular as liberdades constitucionais. 




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Mauro Demarchi
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