terça-feira, 26 de abril de 2011

Fwd: Academia de Letras prepara Encontro de Escritores

Já está sendo preparado o III Encontro Catarinense de Escritores de Alfredo Wagner e Região. A data já está escolhida 2 e 3 de setembro, começando as comemorações da Semana da Pátria. O II Encontro reuniu escritores de 3 Países, 5 Estados e mais de 30 municípios. Este ano está sendo organizado pela Academia de Letras do Brasil/SC Municipal Alfredo Wagner e tem como lema Encontro do Cinquentenário. Maiores informações poderão ser obtidas pelo site www.encontrodeescritores.com.br 
ALFREDO WAGNER E REGIÃO

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Governo já deu pensão a 7 trinetos de Tiradentes

Quando foi instaurada a república e derrubada a monarquia, o governo provisório precisava de heróis republicanos para apresentar ao povo. Os nossos heróis eram todos monarquistas. Historiadores escavaram os porões da vida nacional e apresentaram o Joaquim José da Silva Xavier como um herói. Provavelmente algum padre republicano sugeriu que a figura do Tiradentes fosse apresentada com barba e bigode para que houvesse semelhança com Jesus Cristo e o herói republicano pudesse ser aceito pelo povo sem encontrar resistências.
Mauro Demarchi

Governo já deu pensão a 7 trinetos de Tiradentes

BERNARDO MELLO FRANCO


DE SÃO PAULO

A "Bolsa Tiradentes" é invenção da ditadura militar e já foi paga a mais sete parentes do mártir da Inconfidência, enforcado há 219 anos.

O benefício foi concedido pela primeira vez em 1969, quando o regime julgou ter encontrado os "últimos três trinetos" do alferes Joaquim José da Silva Xavier.

Depois disso, outros quatro descendentes comprovaram o mesmo grau de parentesco e conseguiram receber a pensão, mesmo sem ter contribuído para o INSS.

Hoje a pensão só é paga a uma oitava parente: Lúcia de Oliveira Menezes, tetraneta de Tiradentes. Esta semana, a Folha revelou que duas irmãs dela pretendem pedir a aposentadoria especial.

O país vivia o auge da ditadura quando um decreto-lei criou a pensão de dois salários mínimos para Pedro de Almeida Beltrão Júnior, Maria Custódia dos Santos e Zoé Cândida dos Santos.

O texto foi editado com base no AI-5, o ato que fechou o Congresso e censurou a imprensa. O regime tentava criar um ambiente de ufanismo e estimulava o culto aos heróis da pátria, como o líder da Inconfidência Mineira.

Em plena redemocratização, o Congresso aprovou e o então presidente José Sarney sancionou, em 1985, uma lei que estendia o benefício a Josa Pedro Tiradentes, um mineiro que adotou o apelido do trisavô como sobrenome.

Em 1988, Sarney estendeu a pensão a mais três trinetos: Jacira Braga de Oliveira, Rosa Braga e Belchior Beltrão Zica. Jacira foi a mais longeva: viveu até 2007 e recebeu o benefício durante 18 anos.

Os precedentes foram usados por Lúcia Menezes para obter sua pensão, sancionada por Fernando Henrique Cardoso em 1996.

"Eles são do mesmo ramo da família, mas eu não conheço não", conta ela. "Era gente muito pobre, lá de Dores do Indaiá, em Minas."

A tetraneta diz ter cerca de 200 parentes da mesma geração. Em tese, todos podem pedir o benefício à Justiça. "Tenho primo para tudo quanto é canto. Eu acho que eles têm direito também."

Assediada por vizinhos, Lúcia saboreia a fama instantânea. Mas teme que falsos parentes comecem a aparecer em busca do dinheiro público. "Tem gente que gosta de se aproveitar, né? Mas eu acho difícil. A Justiça é lenta, mas não é injusta", diz.

Editoria de Arte/Folhapress

terça-feira, 19 de abril de 2011

Fwd: FALECE EM PORTUGAL AOS 92 ANOS A PRINCESA BRASILEIRA D. TERESA DE ORLEANS E BRAGANÇA

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Cumprimos o dolorido dever de comunicar aos monarquistas brasileiros e amigos da Família Imperial o falecimento, na madrugada do dia 18, em sua residência no Estoril, Portugal, de Sua Alteza Real a Princesa D. Teresa Teodora de Orleans e Bragança e Dobrzensky de Dobrzenicz, última neta sobrevivente da Princesa D. Isabel, a Redentora.

Filha mais nova do Príncipe D. Pedro de Alcântara de Orleans e Bragança, nascida em 1919, era assim prima-irmã do Príncipe D. Pedro Henrique de Orleans e Bragança, pai e antecessor do atual Chefe da Casa Imperial do Brasil, S.A.I.R. o Príncipe D. Luiz; e tia do Chefe da Casa Real portuguesa, S.A.R. D. Duarte, Duque de Bragança.

Casou-se em 1957 com o Sr. Ernesto Martorell y Calderó, falecido em 1985, tendo dele duas filhas, Elizabeth e Nuria, com quem compartilhou seus últimos anos de vida, marcados pela insidiosa enfermidade - encarada com ânimo decidido e espírito sobrenatural - que terminaria por vitimá-la.

Ao completar 90 anos teve as seguintes expressões: "O segredo para se chegar a essa idade é ser feliz e uma boa cristã, amar a Deus e acreditar sempre. Se não perdermos essas capacidades, conseguimos ultrapassar tudo".

Radicada em Portugal, D. Teresa conservou sempre grande afeição pelo Brasil, onde cultivava muitas relações e amizades, aqui vindo freqüentemente. Tinha particular estima pelo Príncipe D. Luiz, com quem esteve várias vezes, a última delas em 2008 no Rio de Janeiro por ocasião das comemorações dos 200 anos da chegada da Família Real Portuguesa.


Externando respeitosamente às Famílias enlutadas nossas sentidas condolências, rogamos a todos os amigos da Família Imperial um ato de piedade pelo eterno descanso da ilustre Princesa brasileira.

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