quarta-feira, 18 de maio de 2011

Fwd: Princesa-mãe Dona Maria Elisabeth de Orleans e Bragança nos deixa em 13.5.2011

Caríssimos monarquistas e amigos,

 

13 de maio já era data celebrada no calendário de católicos do mundo inteiro, e de nós, brasileiros:

 

·         A primeira aparição da Virgem de Fátima, aos pequeninos pastores, na Cova da Iria, Portugal, em 1917, e

 

·         A carta de alforria dos negros no Brasil – libertação dos escravos, com a Lei Áurea, assinada pela regente Princesa Dona Izabel de Orleans e Bragança, em 1888,

 

tiveram em 13 de maio sua consagração universal.

 

Por desígnios de Deus Pai, deu-se em 13 de maio de 2011 o passamento da inesquecível princesa, Sua Alteza Imperial e Real Dona MARIA ELISABETH da BAVARIA de Orleans e Bragança, venerável mãe de Dom Luiz de Orleans e Bragança, atual chefe da Casa Imperial do Brasil, primogênito de sua augusta prole de 12 filhos.

 

13 de maio a partir de agora representa, para todos nós tríduo de eloqüentes acontecimentos de caráter religioso-sócio-cultural.

 

Dona Maria de Bavaria deixa órfãos filhos e parentes e deixa, de luto, toda a nação monárquica universal. Exemplo de mãe, estadista religiosa, que foi MULHER em toda concepção mariana que se pode cinzelar. Rogamos preces. Orações dos quatro cantos. Louvores e graças ao Deus da Glória por sua existência e memória irretocáveis.

 

Da Casa Imperial do Brasil recebemos o comunicado oficial, em anexo, publicado em O GLOBO de 14.5.2011, o qual, sob a devida vênia, temos o doloroso dever filial de divulgar.

 

O Brasil está em câmara ardente por esta perda memorável. Afinal, das três Américas, só ele possuiu e ainda possui dinastas, família imperial. Que Nosso Senhor Jesus Cristo e a Mater Dolorosa nos consolem.

 

"Pavana para uma princesa morta, de Maurice Ravel" nossa música neste momento de dor.

 

 

Lêda Machado, presidente do Circulo Monárquico do Rio de Janeiro – Príncipe Dom Luiz de Orleans e Bragança, o "Príncipe Perfeito".



domingo, 15 de maio de 2011

Fwd: O Casamento Real e a Realidade Brasileira

O casamento entre o príncipe William e Catherine "Kate" Middleton nos leva a algumas considerações muito importantes.
Toda mulher sonha com um príncipe encantado e a história da linda plebéia Kate que conquistou seu principe e o povo, veio de encontro a este sonho. E é curioso que a maioria das pessoas que se aglomerou ao longo das avenidas para ver o casal real era de mulheres. Haviam homens também. Os homens não sonham em ser principes, se julgam principes e por isso se imaginavam casando com Kate.
Este sonho despertou um sentido patriótico na Commonwealth (comunidade dos países de lingua inglesa que tem a Rainha Elizabeth como chefe de estado) e um movimento de surpresa no povo (especialmente no Brasil) que de repente se viu diante de uma realidade: A monarquia existe, está viva, é bonita e cheia de charme.
Este casamento teve um sentido muito mais profundo do que o casamento de Lady Di, por que, afinal, o Principe Charles, não era tão simpático aos olhos do povo inglês quanto o é o seu filho o Principe William.
Temos então, diante de nós o futuro Rei da Inglaterra, do Canadá, da Austrália e de muitos outros países que compõe a Comunidade das Nações.
Para o povo inglês sustentar a família Real é mais barato do que para o brasileiro sustentar um presidente da república. No futuro escreveremos alguns artigos sobre isso, agora não é o nosso objetivo. A Rainha Elizabeth, seu esposo, e filhos são empresários atuantes e muito bem sucedidos. Possuem investimentos no ramo do petróleo e em diversos segmentos. E o povo inglês vê na Monarquia a estabilidade do governo e da nação.
A monarquia não é incompativel com a democracia e a Inglaterra é um ótimo exemplo disso pois a forma de governo monárquica lida bem com todos os partidos políticos e as eleições para todos os níveis de administração e legislação continuam a existir.
Este é o pensamento do Príncipe dom Luiz de Orleans e Bragança, bisneto da Princesa Izabel e trineto de Dom Pedro II, atual chefe da Casa Imperial Brasileira. Isto mesmo, você não leu errado, o Brasil tem príncipes e princesas e eles tem uma atuação muito grande na sociedade brasileira. Apenas não existem papparazzi correndo atrás deles em busca de matérias sensacionalistas porque no Brasil a mídia está proibida de dar destaque à Família Imperial Brasileira.
A República que foi instaurada por um golpe militar em 1889, sem qualquer participação popular, prometeu um plebiscito para que o povo decidisse que forma de governo desejaria. Ao mesmo tempo, impôs uma constituição com uma cláusula considerada pétrea, ou seja, não poderia ser excluida, a não ser por outra constituição, que proibia qualquer manifestação ou campanha monarquista. Essa cláusula subsistiu até a constituinte de 1987 quando foi derrubada. Até esse momento qualquer manifestação monarquista era tida como contrária à constituição e poderia ser passível de punição. Uma ditadura maior, portanto que a de 64, imposta aos admiradores de Dom Pedro II e da forma de governo Monárquica.
A partir da Constituição de 1987, nós monarquistas, ficamos livres para defender a monarquia e mostrar a todos que ter um Imperador é mais barato, mais estável e mais democrático.
O Plebiscito trouxe a grande oportunidade para se discutir e debater o assunto, mas falhou ao encurtar os prazos e não permitir que a Monarquia, amordaçada durante mais de cem anos, falasse com a liberdade merecida.
Portanto, minhas queridas leitoras que sonhavam com o Príncipe Encantado, e meus amigos leitores que se imaginam príncipes... sim, temos no Brasil Príncipes e Princesas, e para que tenhamos casamentos lindos como o que ocorreu na Inglaterra só precisamos mudar a forma de governo.
Sobre isso falaremos em outras ocasiões.




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Mauro Demarchi
Twitter: @maurodemarchi @monarquiaja
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http://www.monarquia-ja.blogspot.com

sábado, 14 de maio de 2011

Comunicado de Dom Luiz de Orleans e Bragança

                                                                                                                                     coroaimperial.jpg

            O Príncipe D. Luiz de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil, profundamente consternado, comunica, em seu próprio nome, assim como em nome de seus irmãos, respectivos cônjuges, filhos e netos, bem como em nome de todos os demais familiares, o falecimento de sua muito querida mãe, sogra, avó e bisavó,

 

Sua Alteza Imperial e Real, Dona

 

Maria Elizabeth da Baviera de Orleans e Bragança,

 

Princesa da Baviera,

Dama de Honra da Real Ordem Bávara Elisabetana

e da Real Ordem Bávara Teresiana,

 

que, hoje, 13 de maio de 2011, no Rio de Janeiro, depois de uma vida longa e plenamente realizada, aos 96 anos de idade, confortada com os sacramentos da Santa Igreja e a bênção de Sua Santidade, Deus Nosso Senhor teve por bem chamar a Si.

 

A falecida era filha do Príncipe Francisco da Baviera e da Princesa Elizabeth de Croÿ, tendo nascido a 9 de setembro de 1914. Casou-se em 19 de agosto de 1937 com o Príncipe Pedro Henrique de Orleans e Bragança, falecido em 1981, primogênito do Príncipe Luiz de Orleans e Bragança e neto da Princesa Isabel, a Redentora, a quem sucedeu na Chefia da Casa Imperial do Brasil.

 

As exéquias serão realizadas na cidade de Vassouras – RJ, no dia 14 de maio. Velório, a partir das 10 horas, na Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição; Missa de corpo presente, na mesma Matriz, às 12 horas; e sepultamento no jazigo da Família, no Cemitério da Irmandade de Nossa Senhora da Conceição, às 14 horas.

 

As Missas de 7º Dia serão celebradas, no Rio de Janeiro na Igreja Nossa Senhora do Carmo da Antiga Sé - Rua 1º de Março, Centro, às 12 horas da quinta-feira, dia 19 de maio; e em São Paulo na Igreja Nossa Senhora do Brasil, no Jardim América, às 12:45 horas da sexta-feira, dia 20 de maio.

 

Caixa Postal 1590

01031-970 São Paulo - SP

 

condolencias@casaimperialdobrasil.org

 

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Princesa Michael de Kent chega ao Brasil e lança livro sobre princesas "coroadas em terras distantes"

Para uma estadia de uma semana no Brasil chegou a São Paulo S. A. a Princesa Marie Christine, esposa do Príncipe Michael de Kent, primo da Rainha Elizabeth II.
 
A ilustre visitante cumprirá extenso programa junto à comunidade inglesa e à sociedade em geral, na capital paulista, no Rio de Janeiro e em Petrópolis, com destaque para o lançamento, pela Ambientes & Costumes Editora, de seu livro "Coroadas em Terras Distantes", no qual narra a vida de oito princesas reais levadas a viver longe de suas pátrias em razão das núpcias que contraíram; uma delas, D. Maria Leopoldina, esposa de D. Pedro I.
 
Sua Alteza deverá encontrar-se em diversas ocasiões com S.A.I.R. D. Luiz de Orleans e Bragança e outros Príncipes da Casa Imperial do Brasil.
 
Em São Paulo, no domingo dia 8, ao meio-dia, a Princesa visitará o Monumento do Ipiranga para depositar uma corbeille de flores no mausoléu da Imperatriz D. Leopoldina. E na terça feira dia 10, às 20h30, no Museu da Casa Brasileira (Av. Faria Lima, 2705)  ocorrerá o lançamento de seu livro.
 
No Rio de Janeiro o lançamento dar-se-á no dia 12, quinta-feira, no salão Marlin do Iate Clube do Rio de Janeiro (Av. Pasteur, 333 - Praia Vermelha), às 20h30. Nos dois dias subsequentes a Princesa visitará o Museu Imperial de Petrópolis e fazendas históricas da região serrana do Estado do Rio.
 
Nos arquivos anexos vão os convites para os dois lançamentos.
 
Atenciosamente,
Pró Monarquia

quarta-feira, 4 de maio de 2011

III Encontro Catarinense de Escritores

Já está sendo preparado o III Encontro Catarinense de Escritores de Alfredo Wagner e Região. A data já está escolhida 2 e 3 de setembro, começando as comemorações da Semana da Pátria. O II Encontro reuniu escritores de 3 Países, 5 Estados e mais de 30 municípios. Este ano está sendo organizado pela Academia de Letras do Brasil/SC Municipal Alfredo Wagner e tem como lema Encontro do Cinquentenário. Maiores informações poderão ser obtidas pelo site www.encontrodeescritores.com.br 

ALFREDO WAGNER E REGIÃO