terça-feira, 24 de setembro de 2013

Fwd: A História do Brasil em decomposição

MUSEU NACIONAL

A História do Brasil em decomposição

 

Quem vê a fachada do mais antigo museu brasileiro, o Nacional, da UFRJ, na Quinta da Boa Vista, no Rio, não tem ideia de quanto ele precisa de reformas urgentes. A fachada foi restaurada há três anos, e está um brinco, mas a parte dos fundos do Museu Nacional está aos pandarecos. Infiltrações (foto abaixo), esquadrias avariadas, banheiros precários. Só para citar alguns problemas.

Hoje, quando o museu completa 195 anos, a reunião anual com os servidores terá também informações sobre a criação de uma pré-comissão do bicentenário, que vai acontecer 2018. Esse grupo vai começar a estudar as prioridades para a revitalização de museu que tem simplesmente um dos maiores acervos de História Natural da América Latina. São 20 milhões de peças, das quais estão expostas menos de dez mil. Um terço das exposições está fechado por causa da falta de condições do prédio. Há seções inteiras longes da vista do público, como a de vertebrados. Há bichos empalhados no chão. Enfim, um museu maravilhoso, que está sendo esquecido pelos organizadores dos grandes eventos internacionais que o Rio vai sediar até 2016.

Para a reforma das atuais instalações a estimativa é de que sejam necessários R$ 135 milhões, não disponíveis no orçamento. Fundado em 6 de junho de 1818 por Dom João VI, com o objetivo de promover o progresso cultural e econômico do país, o museu integra desde a década de 60 a estrutura acadêmica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Na fundação, o museu ficava no Campo de Santana. A partir de 1892 passou a ocupar o prédio do Palácio de São Cristóvão, onde nasceu D. Pedro II e onde viveram as famílias real e imperial do Brasil. Dom João VI morou ali em 1808, ano da chegada da família real portuguesa. Após a morte de Dona Maria I, em 1816, Dom João mudou-se definitivamente para o palácio, onde ficou até 1821. Com o fim do império, em 1889, Dom Pedro II abandona o local às pressas, na calada da noite, lembra a museóloga e historiadora Thereza Baumann, que assessora a direção do museu. Os republicanos foram implacáveis com a memória do local. Logo após a saída da família imperial, trataram de leiloar todos os bens do palácio.

Dos anos dourados de Dom Pedro II no Palácio de São Cristóvão, restam salas imponentes como a do Trono, onde o imperador despachava, a dos Embaixadores e a da imperatriz Teresa Cristina. A coleção de arte Greco-Romana, trazida da Itália, a pedido de Teresa Cristina, é outra preciosidade do museu, que guarda relíquias como o maior meteorito brasileiro, o Bendegó; e a reconstituição da provável face de Luzia, o esqueleto humano mais antigo das Américas, já encontrado.  A coleção egípcia do Museu Nacional é uma das mais antigas e importantes do gênero na América do Sul. Uma das joias é a múmia da dama Sha-Amun-Em-Su, do século VII AC, um presente dos egípcios ao imperador do Brasil.

A parte interna e lateral do prédio guardam tesouros escondidos do público, como dois jardins. O primeiro é um belíssimo jardim de inverno, onde o chafariz está desativado. Ali foi realizada a primeira Assembleia Constituinte da República, entre 1889 e 1891. O outro espaço é conhecido como o Jardim das Princesas, o playground de Isabel e sua irmã Leopoldina. Ali mesmo a mãe delas, a imperatriz Teresa Cristina, ornamentava os bancos de pedra e uma fonte com conchas e cacos de pratos de porcelana chinesa. A imperatriz provavelmente foi precursora da reciclagem no Rio. O terraço está abandonado e dá justamente para a parte do museu que será vista pela futura passarela a ser inaugurada para a Copa de 14. 

 




terça-feira, 17 de setembro de 2013

O Império brasileiro na base de dados Mapa/Sian

Excelente iniciativa para quem pesquisa sobre o período imperial. Acervo online poderá ser pesquisado. Os links da lista abaixo poderão ser acessados diretamente no site.

O Império brasileiro na base de dados Mapa/Sian

Dando sequência aos trabalhos sobre o período colonial e o período joanino, o programa de pesquisa da MAPA concluiu em 2013 a inserção, na base de dados Mapa/Sian, de informações sistematizadas sobre os cargos e órgãos da administração pública brasileira existentes durante o período imperial .

O trabalho incluiu não só as secretarias de Estado como também inúmeras repartições das mais diferentes áreas de atuação do governo central, incluindo instituições importantes como o Conselho de Estado. No total, são cerca de 300 órgãos que compuseram a administração pública entre 1822 e 1889,contemplando ainda os primeiros anos da República, mais especificamente até 1891, quando foi realizada a primeira grande reforma administrativa do novo governo.

Com essas informações, é possível traçar uma grande panorama da atividade administrativa do Estado brasileiro no século XIX, recuperando a trajetória destas instituições, de forma acompanhar as sucessivas alterações na sua estrutura, competência, subordinação, etc.

>Para saber mais, faça sua pesquisa na base de dados Mapa/Sian

 

Lista completa dos órgãos da administração imperial disponíveis na Base de Dados Mapa/Sian (por ordem alfabética):

Academia Militar e de Marinha
Alfândega da Bahia
Alfândega da Paraíba
Alfândega de Aracaju
Alfândega de Aracaty
Alfândega de Cametá
Alfândega de Corumbá
Alfândega de Maceió
Alfândega de Manaus
Alfândega de Paranaguá
Alfândega de Penedo
Alfândega de Pernambuco
Alfândega de Porto Alegre
Alfândega de Santa Catarina
Alfândega de Santos
Alfândega de São Borja
Alfândega de São Francisco
Alfândega de São José do Norte
Alfândega de Serpa
Alfândega de Uruguaiana
Alfândega do Ceará
Alfândega do Espírito Santo
Alfândega do Maranhão
Alfândega do Pará
Alfândega do Rio de Janeiro
Alfândega do Rio Grande [do Sul]
Alfândega do Rio Grande do Norte
Arquivo [da Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros]
Arquivo Nacional
Arsenal de Guerra do Rio de Janeiro
Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro
Asilo de Mendicidade
Asilo dos Meninos Desvalidos
Banco do Brasil
Biblioteca Nacional
Botica Real Militar
Caixa de Amortização
Caixa Econômica do Rio de Janeiro
Capitães-mores [das Ordenanças]
Cartorário/Cartório [da Contadoria-geral da Secretaria de Estado dos Negócios da Guerra]
Cartório [do Tesouro Público Nacional]
Casa da Moeda
Casa de Detenção
Casa de Suplicação do Brasil
Casa Imperial
Casas de Fundição
Casas de Permuta
Chanceler-mor / Chancelaria-mor do Estado do Brasil
Cirurgião-mor do Reino, Estados e Domínios Ultramarinos
Classe da Correspondência com autoridades da Corte, 5ª [da Secretaria de Estado dos Negócios da Justiça]
Classe da Correspondência das Províncias, 1ª [da Secretaria de Estado dos Negócios da Justiça]
Classe dos Negócios da Magistratura, 2ª [da Secretaria de Estado dos Negócios da Justiça]
Classe dos Negócios Eclesiásticos, 3ª [da Secretaria de Estado dos Negócios da Justiça]
Classe dos Ofícios da Justiça, 4ª [da Secretaria de Estado dos Negócios da Justiça]
Colégio Pedro II
Coletoria do Imposto sobre a Carne Verde
Coletorias das Rendas Gerais
Coletorias Gerais
Comissão do Registro Geral e Estatística das Terras Públicas e Possuídas
Companhia de Ordenanças
Conselho da Fazenda
Conselho de Assistência para a "Casa do S. José", "Colônia de S. Bento" e " Asilo do Conde de Mesquita"
Conselho de Estado
Conselho de Justiça Militar da cidade de São Luís do Maranhão
Conselho de Procuradores-gerais das províncias do Brasil
Conselho Diretor da Instrução Primária e Secundária do Distrito Federal
Conselho Nacional de Saúde
Conselho Naval -
Conselho Supremo Militar e de Justiça
Conselhos [de províncias]
Conservatório de Música
Conservatório Dramático
Consultor [da Secretaria de Estado dos Negócios da Agricultura, Comércio e Obras Públicas]
Consultor [da Secretaria de Estado dos Negócios do Império]
Consultor [da Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros]
Consultor(es) [da Secretaria de Estado dos Negócios da Justiça]
Contadoria [do Arsenal de Guerra]
Contadoria, 1ª [da Diretoria-geral de Contabilidade do Tesouro Público Nacional]
Contadoria, 2ª [da Diretoria-Geral de Contabilidade do Tesouro Público Nacional]
Contadoria, 3ª [da Diretoria-Geral de Contabilidade do do Tesouro Público Nacional]
Contadoria-geral, 1ª [do Erário Régio]
Contadoria-geral, 2ª [do Erário Régio]
Contadoria-geral, 3ª [do Erário Régio]
Contadoria-geral da Guerra
Contadoria-Geral da Marinha
Contadoria-Geral da Revisão [do Tesouro Público Nacional]
Contadoria-Geral das Colônias [do Erário Régio]
Corpo de Bombeiros
Corpo Militar de Polícia da Corte
Correio do Rio de Janeiro
Depósito Geral da Capital Federal
Direção-geral [da Secretaria de Estado dos Negócios do Império]
Diretor [da Diretoria Central da Secretaria de Estado dos Negócios da Guerra] Diretor-Geral [da Secretaria de Estado dos Negócios da Marinha]
Diretor/Diretoria-geral de Despesa Pública [do Tesouro Público Nacional]
Diretor-Geral [da Secretaria de Estado dos Negócios da Agricultura, Comércio e Obras Públicas]
Diretor-geral [da Secretaria de Estado dos Negócios da Justiça]
Diretor-geral [da Secretaria de Estado dos Negócios do Império]
Diretor-geral dos Correios
Diretor-Geral/Diretoria-Geral [da Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros]
Diretoria da Agricultura [da Secretaria de Estado dos Negócios da Agricultura, Comércio e Obras Públicas]
Diretoria das Obras Públicas [da Secretaria de Estado dos Negócios da Agricultura, Comércio e Obras Públicas]
Diretoria do Comércio [da Secretaria de Estado dos Negócios da Agricultura, Comércio e Obras Públicas]
Diretoria, 1ª – Central e dos Negócios da Agricultura, Comércio e Indústria [da Secretaria de Estado dos Negócios da Agricultura, Comércio e Obras Públicas]
Diretoria, 1ª [da Secretaria de Estado dos Negócios do Império]
Diretoria, 2ª – das Obras Públicas e Navegação [da Secretaria de Estado dos Negócios da Agricultura, Comércio e Obras Públicas]
Diretoria, 2ª [da Secretaria de Estado dos Negócios do Império]
Diretoria, 3ª – das Terras Públicas e Colonização [da Secretaria de Estado dos Negócios da Agricultura, Comércio e Obras Públicas]
Diretoria-Geral de Contabilidade [da Secretaria de Estado dos Negócios da Agricultura, Comércio e Obras Públicas]
Diretoria-geral de Contabilidade [do Tesouro Público Nacional]
Diretoria-Geral de Estatística
Diretoria-Geral de Estatística [do Tesouro Público Nacional]
Diretoria-geral de Rendas Públicas [do Tesouro Público Nacional]
Diretoria-geral de Tomada de Contas [do Tesouro Público Nacional]
Diretoria-geral do Contencioso [do Tesouro Público Nacional]
Diretoria-Geral dos Correios
Diretoria-Geral dos Negócios Econômicos e Consulares [da Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros]
Diretorias / Diretores Gerais de Índios
Divisão de Arquivo [da Seção, 1ª - Central, da Secretaria de Estado dos Negócios da Justiça]
Divisão de Expediente [da Seção, 1ª - Central, da Secretaria de Estado dos Negócios da Justiça]
Divisão Militar da Guarda Real da Polícia do Rio de Janeiro
Divisão, 1ª [da Seção, 2ª - de Justiça e Ofícios de Justiça, da Secretaria de Estado dos Negócios da Justiça]
Divisão, 1ª [da Seção, 3ª - de Polícia e Força Pública, da Secretaria de Estado dos Negócios da Justiça]
Divisão, 2ª [da Seção, 2ª - de Justiça e Ofícios de Justiça, da Secretaria de Estado dos Negócios da Justiça]
Divisão, 2ª [da Seção, 3ª - de Polícia e Força Pública, da Secretaria de Estado dos Negócios da Justiça]
Divisão, 3ª [Seção, 3ª - de Polícia e Força Pública, da Secretaria de Estado dos Negócios da Justiça]
Escola de Agricultura Teórica e Prática
Escola de Engenharia
Escola de Marinha
Escola Nacional de Belas Artes
Escola Nacional de Minas e Metalurgia
Escola Normal
Escritório de Locação de Serviços [da Inspetoria Geral de Terras e Colonização]
Estabelecimento Rural de São Pedro de Alcântara
Estrada de Ferro D. Pedro II
Fábrica de Ferro de São João de Ipanema
Fábrica de Lapidar Diamantes
Fábrica de Pólvora da Estrela
Faculdade de Direito na Cidade de São Paulo
Faculdade de Direito na Cidade do Recife
Faculdade de Medicina da Bahia
Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro
Físico-mor /Fisicatura-mor do Reino, Estados e Domínios Ultramarinos
Gabinete do Ministro [da Secretaria de Estado dos Negócios da Agricultura, Comércio e Obras Públicas]
Gabinete do Ministro [da Secretaria de Estado dos Negócios da Marinha]
Gabinete do Ministro [da Secretaria de Estado dos Negócios do Império]
Gabinete do Ministro [da Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros]
Guarda Urbana
Guardas Municipais
Hospedaria de Imigrantes da Corte
Hospício de Pedro Segundo
Hospital de São Sebastião
Hospital Marítimo de Santa Isabel
Hospital Real Militar da Bahia
Hospital Real Militar da Corte do Rio de Janeiro
Imperial Instituto dos Meninos Cegos
Imperial Junta do Comércio, Agricultura, Fábricas e Navegação
Imprensa Nacional
Inspeção Geral das Obras do Município da Corte
Inspetor da Colonização Estrangeira na Província do Rio de Janeiro
Inspetor dos Teatros da Corte
Inspetor-geral [do Tesouro Público Nacional]
Inspetoria Geral da Iluminação Pública da Corte
Inspetoria Geral das Terras e Colonização
Inspetoria Geral de Higiene
Inspetoria Geral de Saúde dos Portos
Inspetoria Geral dos Terrenos Diamantinos da Província da Bahia
Inspetoria Geral dos Terrenos Diamantinos da Província de Minas Gerais
Inspetoria Geral da Instrução Primária e Secundária do Distrito Federal
Inspetorias Comerciais
Inspetorias Escolares de Distrito
Instituto dos Menores Artesãos da Casa de Correção
Instituto dos Surdos-Mudos
Instituto Vacínico do Império
Intendência dos Diamantes
Intendências do Ouro
Intendente / Intendência da Marinha e Armazéns Reais [da Bahia]
Intendente /Intendência da Marinha da Corte
Intendentes-gerais do Ouro
Jardim Botânico
Junta Central de Higiene Pública 993 Casa de Correção do Rio de Janeiro
Junta Comercial da Capital do Império
Junta da Administração Diamantina do Tejuco
Junta da Bula da Cruzada
Junta da Instituição Vacínica da Corte
Junta de Gratificação dos Diamantes da Vila de Cuiabá
Juntas da Real Fazenda
Juntas de Justiça
Juntas Provisórias de Governo [das províncias]
Laboratório de Bacteriologia
Lazareto da Ilha Grande
Mesa do Desembargo do Paço da Relação do Maranhão
Mesa do Desembargo do Paço e da Consciência e Ordens
Mesa do Despacho Marítimo
Mesa do Tesouro Nacional
Mesas de Inspeção
Mesas de Rendas
Mesas do Consulado
Monte de Socorro da Corte
Museu Nacional
Observatório Nacional
Ouvidores de capitanias / comarcas
Pagadoria [da Diretoria-geral de Contabilidade, do Tesouro Público Nacional]
Pagadoria, 1ª [do Tesouro Público Nacional]
Pagadoria, 2ª [do Tesouro Público Nacional]
Polícia da Corte
Presidentes/ presidências de províncias
Provedores / Provedorias dos defuntos e ausentes
Provedor-mor / Provedoria-mor da Saúde da Corte e Estado do Brasil Instituto Comercial do Rio de Janeiro
Real Arquivo Militar
Real Junta da Fazenda dos Arsenais do Exército, Fábricas e Fundições
Recebedoria da Capital Federal
Recebedoria das Rendas Internas da Cidade da Bahia
Recebedoria das Rendas Internas da Cidade de Pernambuco
Recebedoria das Rendas Internas da Cidade de Rio Grande de São Pedro do Sul
Recebedoria das Rendas Internas da Cidade do Maranhão
Recebedoria das Rendas Internas do Pará
Registro Geral das Mercês
Relação da Bahia
Relação de Pernambuco
Relação do Maranhão
Repartição Central Meteorológica
Repartição de Faróis
Repartição do Ajudante General [da Secretaria de Estado dos Negócios da Guerra]
Repartição do Quartel Mestre General [da Secretaria de Estado de Negócios da Guerra]
Repartição Geral dos Telégrafos
Repartição Hidrográfica
Repartições Especiais de Terras Públicas
Sargentos-mores [da Comarca]
Sargentos-mores [das Ordenanças]
Seção da Corte [da Secretaria de Estado dos Negócios da Marinha]
Seção da Despesa [da Diretoria-Geral da Contabilidade e da Administração]
Seção das Províncias [da Secretaria de Estado dos Negócios da Marinha]
Seção de Balanço [da Contadoria-Geral de Revisão, do Tesouro Público Nacional]
Seção de Contabilidade [da Secretaria de Estado dos Negócios da Marinha]
Seção de Dívida Pública [da Contadoria-geral de Revisão, do Tesouro Público Nacional]
Seção de Escrituração e Expediente [da Contadoria-Geral de Revisão, do Tesouro Público Nacional]
Seção de Revisão [da Contadoria-Geral de Revisão, do Tesouro Público Nacional]
Seção, 1ª – de Exame e Informações [da Secretaria da Guerra]
Seção, 1ª – de Expediente e de Material Fixo [da Repartição de Quartel Mestre General]
Seção, 1ª – do Protocolo [da Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros]
Seção, 1ª [ da Diretoria do Comércio da Secretaria de Estado dos Negócios da Agricultura, Comércio e Obras Públicas]
Seção, 1ª [da Contadoria-geral da Guerra]
Seção, 1ª [da Contadoria-geral da Secretaria de Estado dos Negócios da Guerra]
Seção, 1ª [da Diretoria Central da Secretaria de Estado dos Negócios da Agricultura, Comércio e Obras Públicas]
Seção, 1ª [da Diretoria da Agricultura da Secretaria de Estado dos Negócios da Agricultura, Comércio e Obras Públicas]
Seção, 1ª [da Diretoria das Obras Públicas da Secretaria de Estado dos Negócios da Agricultura, Comércio e Obras Públicas]
Seção, 1ª [da Repartição de Quartel Mestre General ou Diretoria do Material do Exército]
Seção, 1ª [da Repartição do Ajudante General ou Diretoria do Pessoal do Exército]
Seção, 1ª [da Repartição do Ajudante General]
Seção, 1ª [da Repartição do Ajudante General]
Seção, 1ª [da Secretaria de Estado dos Negócios da Agricultura, Comércio e Obras Públicas]
Seção, 1ª [da Secretaria de Estado dos Negócios da Justiça]
Seção, 1ª [da Secretaria de Estado dos Negócios da Justiça]
Seção, 1ª [da Secretaria de Estado dos Negócios da Marinha]
Seção, 1ª [da Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros]
Seção, 1ª [Repartição de Ajudante General]
Seção, 1ª [Secretaria de Estado dos Negócios do Império]
Seção, 1ª ou Central [da Secretaria de Estado dos Negócios da Marinha]
Seção, 2ª – de Expediente e Publicações [da Secretaria da Guerra]
Seção, 2ª – de Instrução, Obras Públicas, Saúde Pública, Polícia Civil, e Estabelecimentos de Caridade [da Secretaria de Estado dos Negócios do Império]
Seção, 2ª – de Material Móvel, adstrito ao Material Fixo [da Repartição de Quartel Mestre General]
Seção, 2ª – dos Negócios da Corte, Casa Imperial, Mercês e Naturalizações [da Secretaria de Estado dos Negócios do Império]
Seção, 2ª – dos Negócios Políticos e Diplomáticos [da Diretoria-Geral dos Negócios Diplomáticos, Consulares e Econômicos]
Seção, 2ª [ da Diretoria Central da Secretaria de Estado dos Negócios da Agricultura, Comércio e Obras Públicas]
Seção, 2ª [ da Diretoria da Agricultura da Secretaria de Estado dos Negócios da Agricultura, Comércio e Obras Públicas]
Seção, 2ª [da 1ª Diretoria-geral da Secretaria de Estado dos Negócios da Guerra]
Seção, 2ª [da Contadoria-geral da Guerra]
Seção, 2ª [da Contadoria-geral da Secretaria de Estado dos Negócios da Guerra]
Seção, 2ª [da Diretoria das Obras Públicas da Secretaria de Estado dos Negócios da Agricultura, Comércio e Obras Públicas]
Seção, 2ª [da Diretoria de Comércio da Secretaria de Estado dos Negócios da Agricultura, Comércio e Obras Públicas]
Seção, 2ª [da Repartição de Quartel Mestre General ou Diretoria do Material do Exército]
Seção, 2ª [da Repartição de Quartel Mestre General]
Seção, 2ª [da Repartição do Ajudante General ou Diretoria do Pessoal do Exército]
Seção, 2ª [da Repartição do Ajudante general]
Seção, 2ª [da Secretaria de Estado dos Negócios da Agricultura, Comércio e Obras Públicas]
Seção, 2ª [da Secretaria de Estado dos Negócios da Guerra]
Seção, 2ª [da Secretaria de Estado dos Negócios da Justiça]
Seção, 2ª [da Secretaria de Estado dos Negócios da Marinha]
Seção, 2ª [da Secretaria de Estado dos Negócios do Império]
Seção, 2ª [da Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros]
Seção, 2ª [Diretoria-geral do Pessoal, 2ª ou Repartição do Ajudante General]
Seção, 2ª [Repartição de Ajudante General]
Seção, 3ª – Chancelaria e Arquivo [da Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros]
Seção, 3ª – de Estatística, Indústria e Comércio [da Secretaria de Estado dos Negócios do Império]
Seção, 3ª – de Material Móvel, adstrito ao Pessoal do Exército [da Repartição de Quartel Mestre General]
Seção, 3ª – de Negócios e Benefícios Eclesiásticos [da Secretaria de Estado dos Negócios da Justiça]
Seção, 3ª – de Registro e Arquivo [da Secretaria da Guerra]
Seção, 3ª – dos Negócios da Administração Geral [da Secretaria de Estado dos Negócios do Império]
Seção, 3ª [da Contadoria-geral da Guerra]
Seção, 3ª [da Diretoria da Agricultura da Secretaria de Estado dos Negócios da Agricultura, Comércio e Obras Públicas]
Seção, 3ª [da Diretoria das Obras Públicas da Secretaria de Estado dos Negócios da Agricultura, Comércio e Obras Públicas]
Seção, 3ª [da Repartição de Quartel Mestre General ou Diretoria do Material do Exército]
Seção, 3ª [da Repartição de Quartel Mestre General]
Seção, 3ª [da Repartição do Ajudante General ou Diretoria do Pessoal do Exército]
Seção, 3ª [da Secretaria de Estado dos Negócios da Agricultura, Comércio e Obras Públicas]
Seção, 3ª [da Secretaria de Estado dos Negócios da Guerra]
Seção, 3ª [da Secretaria de Estado dos Negócios da Justiça]
Seção, 3ª [da Secretaria de Estado dos Negócios da Marinha]
Seção, 3ª [da Secretaria de Estado dos Negócios do Império]
Seção, 3ª [da Secretaria de Estado dos Negócios do Interior]
Seção, 3ª [da Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros]
Seção, 3ª [Diretoria-geral do Pessoal, 2ª ou Repartição do Ajudante General]
Seção, 3ª [Repartição de Ajudante General]
Seção, 4ª – de Agricultura, Criação, Mineração, Colonização e Civilização dos Indígenas [da Secretaria de Estado dos Negócios do Império]
Seção, 4ª – de Instrução Pública e Ciências, Letras e Belas Artes [da Secretaria de Estado dos Negócios do Império]
Seção, 4ª [da Secretaria de Estado dos Negócios da Agricultura, Comércio e Obras Públicas]
Seção, 4ª [da Secretaria de Estado dos Negócios da Justiça]
Seção, 4ª [da Secretaria de Estado dos Negócios da Marinha]
Seção, 4ª [da Secretaria de Estado dos Negócios do Império]
Seção, 5ª – de Saúde Pública, dos Estabelecimentos de Beneficência e de Socorros Públicos [da Secretaria de Estado dos Negócios do Império]
Seção, 5ª [da Secretaria de Estado dos Negócios da Agricultura, Comércio e Obras Públicas]
Seção, 5ª [da Secretaria de Estado dos Negócios da Marinha]
Seção, 5ª [da Secretaria de Estado dos Negócios do Império]
Seção, 6ª – de Agricultura, Comércio e Indústria [da Secretaria de Estado dos Negócios do Império]
Seção, 6ª – do Arquivo [da Secretaria de Estado dos Negócios da Justiça]
Seção, 6ª [da Secretaria de Estado dos Negócios da Agricultura, Comércio e Obras Públicas]
Seção, 7ª – das Obras Públicas dos Correios e de Navegação [da Secretaria de Estado dos Negócios do Império]
Seção, 8ª – do Arquivo [da Secretaria de Estado dos Negócios do Império]
Secretaria da Guerra
Secretaria de Estado dos Negócios da Agricultura, Comércio e Obras Públicas
Secretaria de Estado dos Negócios da Fazenda
Secretaria de Estado dos Negócios da Fazenda [do Tesouro Público Nacional]
Secretaria de Estado dos Negócios da Guerra
Secretaria de Estado dos Negócios da Justiça
Secretaria de Estado dos Negócios da Marinha
Secretaria de Estado dos Negócios do Império
Secretaria de Estado dos Negócios do Império e Estrangeiros
Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros
Secretaria de Polícia da Corte
Superintendência da Fazenda de Santa Cruz
Tesouraria das Loterias
Tesouraria Geral [do Tesouro Público Nacional]
Tesouraria-geral dos Ordenados, Pensões, Juros e Tenças [do Erário Régio]
Tesouraria-mor [do Erário Régio]
Tesourarias das Províncias
Tesouro Público Nacional
Tribunal do Tesouro Público Nacional

sábado, 14 de setembro de 2013

Não existe questão Dinástica Brasileira


 Não existe questão Dinástica Brasileira

Príncipe D. Luíz de Orleans e Bragança (príncipe perfeito) e esposa 
    
     A questão dinástica (que alguns supõem que existe na Casa imperial do Brasil) remonta o ano de 1908, quando o então Príncipe Dom Pedro de Alcantara, herdeiro dinástico da Princesa Isabel renunciou os seus direitos dinásticos ao Trono do Brasil, por si e seus descendentes.
    Com a renúncia, a sucessão passaria para seu irmão o Príncipe Dom Luís de Orleans e Bragança (Príncipe Perfeito), e dai por diante, para seu filho Dom Pedro Henrique, e seu primogênito, Príncipe Dom Luiz de Orleans e Bragança - Atual chefe da Casa Imperial. Quanto a renúncia, se deve ao fato do Príncipe Dom Pedro de Alcantara casar-se coma Condessa Maria Elizabeth Dobrzensky von Dobrzenicz, uma família antiga e aristocrata da Bohêmia, porém se laços com qualquer dinastia da Europa.
   Como mãe, a Princesa Isabel nada tinha a opor às intenções matrimonias de seu filho mais velho, mas, como de jure Imperatriz e Chefe da Casa Imperial Brasileira era  contrária a esse casamento por motivos dinásticos e talvez até políticos. Ela desejava que seu herdeiro dinástico contraísse um casamento dinástico, ou seja, que o Príncipe D. Pedro de Alcântara se casasse com uma Princesa de uma das casas dinásticas da Europa. Caso contrário, deveria renunciar aos seus direitos de sucessão. E ela exigiu isto de seu filho. Para D. Pedro de Alcântara havia, entretanto, quatro alternativas: efetuar um casamento Dinástico, mantendo-se a tradição secular da Dinastia e o desejo de sua mãe; efetuar um casamento não-Dinástico, renunciando aos seus direitos Dinásticos, como mandava a tradição; efetuar um casamento morganático, com a perda de qualquer direito Dinástico para seus eventuais herdeiros, estabelecendo assim um clima constrangedor para a Dinastia, e que certamente não seria aceito por sua mãe; manter-se solteiro, o que não seria salutar para um herdeiro.
     Até a sua morte em 29 de janeiro de 1940, em Petrópolis, onde residia no Palácio Grão-Pará, D. Pedro de Alcântara sempre honrou essa renúncia. Quando qualquer monarquista se dirigia a ele sobre questões monárquicas brasileiras, após a morte da Princesa Isabel em 14 de novembro de 1921, ele sempre encaminhava seu interlocutor ao seu sobrinho D. Pedro Henrique, que sucedeu a Princesa Isabel (já que seu pai, D. Luís, havia falecido em 23 de março de 1920, portanto um ano e oito meses  antes de sua mãe), e que continuava a morar na França, até 1945.
     Após a morte de seu pai, o Príncipe Dom Pedro Gastão (19.2.1913), seu herdeiro, começou a questionar a validade da renúncia. Entretanto, ao perceber que a maioria dos monarquistas não o considerava como herdeiro dinástico, D. Pedro Gastão não levou essa questão muito adiante. O assunto só voltou a ser centro das atenções, particularmente da mídia, por ocasião da campanha plebiscitária de 1993, quando muitos questionavam, inclusive monarquistas, se o Príncipe D. Luiz de Orléans e Bragança, o então herdeiro dinástico, estava apto para assumir o posto de Imperador, caso a monarquia vencesse no plebiscito.

INSTRUMENTO DE RENÚNCIA
Príncipe Dom Pedro de Alcântara de Orléans e Bragança
"Eu o Principe Dom Pedro de Alcantara Luiz Philippe Maria Gastão Miguel Gabriel Raphael Gonzaga de Orleans e Bragança, tendo maduramente reflectido, resolvi renunciar ao direito que pela Constituição do Imperio do Brazil promulgada a 25 de Março de 1824 me compete à Corôa do mesmo Paiz. Declaro pois que por minha muito livre e espontanea vontade d'elle desisto pela presente e renuncio, não só por mim, como por todos e cada um dos meus descendentes, a todo e qualquer direito que a dita Constituição nos confere á Corôa e Throno Brazileiros, o qual passará ás linhas que se seguirem á minha conforme a ordem de successão estabelecida pelo Art. 117. Perante Deus prometto por mim e meus descendentes manter a presente declaração."

Cannes 30 de Outubro de 1908
Assinado: Pedro de Alcantara de Orleans e Bragança

  Nota:
  a) Esse ato de renúncia foi emitido em três vias e assinado na presença da Princesa Da. Isabel de Orléans e Bragança, de jure Imperatriz do Brasil, e membros da Família Imperial.
  b) Em 9 de novembro de 1908, a Princesa Isabel enviou uma das três vias ao Diretório Monárquico do Brasil, no Rio de Janeiro.
 "A Legitimidade Monárquica no Brasil" por Armando Alexandre dos Santos, Artpress, São Paulo, 1988. (O autor é genealogista).

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Fwd: Descoberto sítio arqueológico no Rio com peças da época do Império

Esta descoberta é muito importante para quem estuda o período do Brasil Império.

Descoberto sítio arqueológico no Rio com peças da época do Império
Do UOL, em São Paulo
13/09/201317h16
Sítio arqueológico da época do Império é descoberto no Rio de Janeiro
Entre os achados mais importantes estão 15 escovas de dente em osso e marfim, com a inscrição em francês: "S M L"EMPEREUR DU BRESIL" (Sua majestade, o imperador do Brasil). Acredita-se que ela pertenceu a Dom Pedro II ou outro membro da família real portuguesa, que vivia ali perto em São Cristóvão Divulgação
Foram encontradas mais de 200 mil peças, inteiras ou fragmentadas, que remontam ao Rio de Janeiro dos séculos XVII, XVIII e XIX, nas obras da Linha 4 do metrô, que liga a Barra da Tijuca a Ipanema, no Rio de Janeiro.

"Podemos estar diante do mais importante sítio arqueológico da cidade. A quantidade e qualidade do material encontrado são impressionantes", afirma Cláudio Prado de Mello, arqueólogo responsável pelo trabalho de pesquisa no local.

Um dos objetos encontrados por Cláudio e sua equipe - que conta com 26 profissionais, entre arqueólogos, historiadores, biólogos e ajudantes -, foi uma escova de dente em marfim e osso com a inscrição em francês: "S M L'EMPEREUR DU BRESIL" (Sua majestade, o imperador do Brasil). Acredita-se que ela pertenceu a Dom Pedro II ou outro membro da família real portuguesa, que vivia ali perto em São Cristóvão. Além da inscrição, a tese é reforçada não só pela proximidade da região com o Palácio da Quinta da Boa Vista, mas também pelo fato de a história mostrar que a região da atual Leopoldina servia como local de descarte de resíduos provenientes do Palácio Imperial. Há ainda canecas com o brasão da família real, frascos de perfume e joias dos nobres da época do Império.

"Entre 50 centímetros e 2,5 metros da superfície encontramos peças de louça, vidro, porcelana, couro e até ouro. Com este trabalho, iniciado em março, é possível reconstituir o passado de toda essa região", diz Cláudio.

As peças foram encontradas no terreno da Avenida Francisco Bicalho, ao lado da antiga estação de trens da Leopoldina, onde foi instalada a fábrica de anéis de concreto que serão utilizados na escavação dos túneis do metrô. Em todo o empreendimento da Linha 4 do Metrô, a equipe de arqueologia acompanha a execução das obras para o caso de aparecer algum material durante as escavações. No entanto, na Leopoldina o serviço foi intensificado, pois já se tinha notícia da existência do sítio arqueológico, apesar de, até então, nunca terem sido feitas prospecções no local.

Os materiais têm sido resgatados com extremo cuidado e depois de estudados e catalogados, serão enviados para uma instituição de pesquisa arqueológica que será definida pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN).

História
Os primeiros habitantes da região da Leopoldina foram índios que procuravam as águas tranquilas e quentes do Saco de São Diogo para
caçar e pescar. As pesquisas históricas indicam que ali bem perto na área do Gasômetro vivia a tribo de Araribóia e que depois da chegada dos franceses ao Rio de Janeiro, por volta de 1570, foram levados para Niterói.

Mais tarde, D. João VI decidiu se mudar do Paço da Cidade (Praça XV) para São Cristóvão. Fato que determinou as profundas mudanças que o local iria passar. Por volta de 1808 e 1809, começou-se a fazer um aterro que facilitaria o caminho do Rei e de seus súditos. O "Caminho das Lanternas" ou o "Aterrado das Lanternas", pois colocava-se uma espécie de poste para iluminar o trajeto, seguia da região da atual Central do Brasil até São Cristóvão.

No meio do caminho estava o Largo do Matadouro, atual Leopoldina. No local existiu entre 1853 e 1881 o local oficial do abate de animais que era controlado pelo poder público. O Matadouro Imperial de São Cristóvão foi inaugurado em 1853 e foi utilizado ativamente até passar a incomodar pelo mau cheiro e abutres que perseguiam os restos de animais.

Em 1881, o matadouro foi transferido para a antiga Fazenda dos Jesuítas, em Santa Cruz, e os pavilhões da região da Leopoldina, foram demolidos. O único remanescente das construções é o pórtico neoclássico de acesso que pode ser visto na atual Praça da Bandeira, na entrada da Escola Nacional de Circo.

Fwd: IV Encontro Monárquico Sul Brasileiro



IV Encontro Monárquico Sul Brasileiro

Florianópolis – 5 e 6 de outubro de 2013


5 de outubro (sábado)


 9h30 — Recepção aos participantes no salão de eventos do Instituto Histórico e '    Geográfico de Santa Catarina (Avenida Hercílio Luz, 523 – Centro)

10h00 — Sessão de Abertura

10h20 — Marechal de Campo Barão do Batovi: herói sacrificado

   Dr. Henrique d'Eça Neves

11h10 — Intervalo – coffee-break

11h20 — Punição ao cidadão e liberdade ao ladrão — a verdadeira face do novo código    penal – Prof. Dr. Gilberto Callado de Oliveira

12h15 — Almoço

15h00 — Polícia Militar: do Império à República – Coronel PMSC Marlon Jorge Teza

16h00 — Constituição de 1824. Alvorada do pensamento liberal na América e    construção de um verdadeiro Estado Constitucional

   Prof. Dr. Laércio Lopes de Araújo

17h00 — Intervalo – coffee-break

17h30 — Barão de Gravataí: lealdade e generosidade em prol do Império

   Acadêmico Mário Pereira

18h30 — Palavras finais de S.A.I.R. o Príncipe Imperial do Brasil, Dom Bertrand de    Orleans e Bragança — Entrega de diploma aos participantes

21h30 — Jantar de encerramento


6 de outubro (domingo)


10h00 — Missa tridentina em ação de graças na Igreja do Divino Espírito Santo (Praça    Getúlio Vargas - Florianópolis), com a participação do grupo vocal Cantus Firmus.


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FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO

Participação com coffee-break: estudantes – R$ 30,00, não estudantes – R$ 60,00

Para quem fizer a inscrição até o dia 20 de setembro de 2013 haverá um desconto de R$ 10,00.

Envio este formulário e a taxa de inscrição por Depósito no Banco do Brasil, agência 4783-X, conta nº 9964-3, com cópia, ao "Círculo Monárquico Nossa Senhora do Desterro" – Rodovia Haroldo Soares Glavan, 1950, casa 12, Cacupé, Cep: 88050-005, Florianópolis, Santa Catarina, tel. (48) 3229-9009, fax. (48) 3229-9288, e-mail: goliveira@mp.sc.gov.br. (OBS: As inscrições feitas após o dia 20 de setembro de 2011 deverão ser enviadas por fax ou por e-mail).


Nome: ________________________________________________ Nascimento ___ /___ /___

Endereço: ___________________________________________________________________

CEP: __________ Cidade: _______________________UF:___ Telefone: _________________

Profissão: _______________________ E-mail ______________________________________


Sugestão de hotéis próximos ao local do Encontro:

Oscar Hotel (Av. Hercílio Luz, 760) www.oscarhotel.com.br

Centro Sul Hotel (Av. Hercílio Luz, 652) www.centrosulhotel.com.br

Cecontur Hotel (Rua Arciprestre Paiva, 107) www.cecomturhotel.com.br




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Comendador Mauro Demarchi
Twitter: @maurodemarchi @monarquiaja
Membro-Fundador da Academia de Letras do Brasil/SC - Alfredo Wagner

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Fwd: E se o Brasil continuasse Monarquia?

Laurentino Gomes: "E se o Brasil continuasse sendo uma Monarquia?"
por BLOG DO CURIOSO em set 11, 2013 • 9:34Nenhum Comentário

Se o Brasil ainda fosse uma monarquia, o atual imperador seria dom Luiz de Orleans e Bragança, bisneto da princesa Isabel e do conde d'Eu e tataraneto de dom Pedro II, o último imperador a governar o Brasil. Ele tem atualmente 75 anos e vive em São Paulo desde 1967. Nasceu na França e se formou em Química na Alemanha. O que mais teria acontecido se a República não tivesse sido proclamada em 1889? O Blog do Curioso fez essa pergunta ao jornalista Laurentino Gomes, que acaba de lançar o livro 1889. A obra completa a trilogia lançada em 2006. Os dois primeiros livros – 1808 e 1822- já atingiram a marca de 1,8 milhão de exemplares vendidos. Ao aliar o conteúdo histórico a uma linguagem mais acessível, o jornalista paranaense conquistou prêmios importantes, como o Jabuti de Literatura de 2008 e o de Melhor Ensaio da Academia Brasileira de Letras. Leia abaixo a entrevista de Laurentino Gomes:

A capital ainda seria no Rio de Janeiro?
Provavelmente, não. O plano de mudar a capital do Brasil para uma região próxima ao Planalto Central é muito antigo e bem anterior ao governo de Juscelino Kubitscheck, o criador de Brasília. Esse projeto já era discutido no governo do Marquês de Pombal, em meados do Século 18, quando o Brasil ainda era colônia de Portugal. Também foi defendido por José Bonifácio de Andrada e Silva, o "Patriarca da Independência". Bonifácio achava que a nova capital deveria se localizar na região do Triângulo Mineiro, onde hoje estão as cidades de Uberaba e Uberlândia. Segundo ele, mudar a capital seria uma forma de estimular a integração e a comunicação entre as diversas regiões brasileiras, até então isoladas e até rivais entre si. O palácio do imperador provavelmente seria em um prédio desenhado por Oscar Niemeyer em meio ao cerrado do Planalto Central.

O Brasil teria a mesma configuração territorial? Teria participado de mais guerras?
O Império foi responsável direto pela manutenção da integridade territorial brasileira. Ao contrário das vizinhas colônias espanholas, o Brasil não se dividiu em três ou quatro países autônomos, como se temia na época da Independência. O motivo foi a vinda da corte de D. João para o Rio de Janeiro, que passou a funcionar como um foco de integração da elite regional, até então dispersa pelo território e rival entre si, e também como um elemento de força que impôs a integridade territorial toda vez que ela foi ameaçada por rebeliões separatistas regionais, caso da Confederação do Equador de 1824 e da Revolução Farroupilha de 1835. Um Brasil monárquico provavelmente seria fiel a essa tradição que, por sinal, a república manteve muito bem.

A dinastia no poder seria a dos Bragança ou poderia ocorrer alguma reviravolta?
Difícil dizer uma vez que a família imperial brasileira sempre foi marcada por divergências e rivalidades internas. Até hoje são bem conhecidos por desentendimentos entre os chamados ramos de Vassouras e de Petrópolis, cada qual reivindicando para si o suposto direito de sucessão ao trono. Tem de tudo nessa família: de príncipe conservador ligado à TFP (Tradição, Família e Propriedade) a príncipe ecologista e fótografo. Na falta de uma dinastia concorrente, no entanto, é bem possível que os Bragança conseguissem superar suas dificuldades e se manter no trono, hipótese por sinal tão improvável quanto a perpetuação da monarquia no Brasil.

A que países o brasil teria se aliado ao longo do processo histórico?
Acredito que um Brasil monárquico teria mais afinidades com outras monarquias, caso da Inglaterra e da Espanha. Ainda assim, seria inevitável uma aproximação cada vez maior com os Estados Unidos que, embora sejam uma república, tem um poder geopolítico enorme na América e não poderia ser ignorado pelo império brasileiro. A diferença de regimes, no entanto, poderia funcionar com um elemento a mais de divergências com as repúblicas vizinhas da América do Sul, o que, aliás, ocorreu com muito frequência durante o Século 19. É possível que nós tivéssemos que brigar mais com os argentinos, uruguaios e paraguaios, para citar apenas os mais próximos.

Qual seria o tamanho da influência do Brasil na América do Sul e no mundo?
Talvez fosse maior do que foi até agora com a república. O império tinha uma visão estratégica bastante ambiciosa a respeito da posição do Brasil no mundo. Até as vésperas da Proclamação da República, a Marinha brasileira era uma das mais bem equipadas, treinadas e respeitadas do hemisfério ocidental. Infelizmente, parte dessa visão se perdeu ao longo da história republicana. O Brasil se resignou a um papel menor no mundo

Teríamos uma monarquia absolutista ou seria constitucional?
Seguramente, uma monarquia constitucional. D. João VI foi o último monarca absoluto de Brasil e Portugal. O absolutismo já estava no mais completo declínio no começo do Século 19 e já não tinha adeptos nem mesmo dentro da real família de Bragança.

O imperador seria alvo de muitos protestos populares?
Sem dúvida alguma seria alvo de grandes protestos e piadas. Já no final do Século 19 o imperador Pedro II era alvo de críticas e sátiras grotescas nos jornais e revistas que, entre outros apelidos, o chamavam de "Pedro Banana". Imagine hoje o que fariam com ele os humoristas do Porta dos Fundos, do Pânico e do CQC. Dá pena só de imaginar!


segunda-feira, 9 de setembro de 2013

O excelente blog monarquista Monarquia Já republicou neste domingo, 8 de setembro de 2013, a Entrevista do Chefe da Casa Imperial do Brasil ao jornal Gazeta do Povo, de Curitiba  Abaixo segue o texto:

S.A.I.R., o Príncipe Dom Luiz
Frederico Mielenhausen/Divulgação
"FOI UMA EMANCIPAÇÃO
DENTRO DA MESMA FAMÍLIA"



Publicado em 07/09/2013 | YURI AL'HANATI
 
Jornal Gazeta do Povo

A independência do Brasil, em sete de setembro de 1822, foi o desfecho lógico de uma extensa negociação de origens econômicas. O grito do Ipiranga, cena emblemática e simbólica da história brasileira, foi a alternativa encontrada por Dom Pedro I para permanecer no poder ante o movimento insurgente por parte dos comerciantes brasileiros que, subitamente, se viram na iminência de terem os portos fechados para negociações exclusivas com a metrópole. “Não foi uma ruptura sangrenta, mas uma emancipação dentro da mesma família, com todos os bons efeitos que isso pode trazer para uma nova nação”, acredita o chefe da Casa Imperial, Dom Luís Gastão Maria José Pio Miguel Gabriel Rafael Gonzaga de Orléans e Bragança e Wittelsbach.
 
 
Ele é trineto de Dom Pedro II e atual herdeiro do trono brasileiro, caso a monarquia fosse instaurada hoje no Brasil.
 
 
Nesta entrevista concedida por e-mail com exclusividade à Gazeta do Povo, D. Luís fala sobre suas visões sobre a independência do Brasil, a monarquia e o papel de seus herdeiros em uma República democrática. Para Luís de Orléans e Bragança, monarquia é o regime que melhor garante as três condições básicas para a existência e desenvolvimento de uma Nação: unidade, estabilidade e continuidade. “Meu papel — como o de todo Chefe de Casa não reinante — é o de preservar o rico legado de nosso passado imperial, fazendo-o transitar de geração em geração para que se mantenha vivo e conhecido entre os brasileiros.”
 
O Brasil foi o único país das Américas que, quando se tornou independente, não se tornou uma república. Por que isso aconteceu e por que isso foi importante para o país na época?
 
Essa diversidade de rumos esteve em boa medida determinada pelo anterior curso dos domínios português e espanhol na América. A atitude pífia do [espanhol] Rei Fernando VII face a Napoleão insuflou os ambiciosos, conduzindo à ruptura com a Espanha e à adoção da forma republicana de governo. Diferentemente de seu cunhado espanhol, o Príncipe Regente de Por­tugal, futuro D. João VI, não se submeteu ao ditador, transferindo a Corte e o governo real para o Brasil e impulsionando aqui uma vigorosa transformação das instituições públicas. D. João VI gostava muito de nossa terra, se tornara benquisto e aqui queria ficar, mas as cortes portuguesas impuseram seu regresso a Portugal. Aconselhou ele então ao filho primogênito D. Pedro, que aqui deixava como eegente, a tomar a Coroa. A independência brasileira foi assim: não uma ruptura sangrenta, mas uma emancipação dentro da mesma família, com todos os bons efeitos que isso pode trazer para uma nova Nação.
 
 
Por que a monarquia seria o melhor regime para o Brasil?
 
A monarquia é o regime que melhor corresponde à boa ordem colocada por Deus na Criação, garantindo as três condições básicas para a existência e desenvolvimento de uma Nação: unidade, estabilidade e continuidade. Prevaleceu largamente ao longo da história dos povos civilizados. Ano após ano os primeiros lugares nos índices de renda per capita e do IDH são ocupados por monarquias. Durante o 2º Reinado, o Brasil foi um dos países mais respeitados do mundo, com instituições sólidas, moeda estável, crescimento acelerado e grande prestígio do Imperador D. Pedro II, que chegou a ser árbitro de litígios entre potências europeias.
 
 
Qual o papel do senhor hoje enquanto chefe da Casa Imperial e herdeiro do trono?
 
Meu papel — como o de todo Chefe de Casa não reinante — é o de preservar o rico legado de nosso passado imperial, fazendo-o transitar de geração em geração para que se mantenha vivo e conhecido entre os brasileiros, alimentado, ademais, a apetência para o retorno da monarquia entre nós. A formação da nova geração de príncipes brasileiros, meus sobrinos, é assim um cuidado constante.
 
Quem são os monarquistas brasileiros hoje?
 
No plebiscito de 1993, sobre regime e forma de governo, apesar de termos contra a máquina de propaganda do Governo, 13% dos votos válidos foram pela monarquia. Hoje não se encontra um brasileiro que em sã consciência diga que a república deu certo. E há um número crescente de brasileiros que veem a restauração do regime monárquico, que deu tão certo no passado, como sendo uma grande alternativa para a crise moral que assola o país.
 
Quais são as características de um bom soberano?
 
A principal característica de um bom soberano é saber encarnar as virtudes de seu povo, sendo delas espelho e ao mesmo tempo favorecedor. Como um bom pai, o soberano deve incentivar as qualidades de seus filhos, ampara-los em suas debilidades e coibir os seus erros. Deve ser muito respeitoso das autonomias dos indivíduos e dos grupos sociais e ao mesmo tempo um padrão inatacável de moralidade.
 
Por quais meios a monarquia poderia ser implantada no Brasil? O senhor acha que este processo pode acontecer em breve?
 
Uma verdadeira monarquia não pode ser implantada pelo golpe de força de um grupo, mas deve vir organicamente da aspiração de conjunto da Nação. Aspirações dessas ocorrem na vida dos povos em diferentes circunstâncias, o mais das vezes p|ela irremediável falência de uma situação anterior. No Brasil de hoje há um profundo descontentamento, patenteado aqui nas recentes e surpreendentes manifestações de rua, um grande anseio por algo diferente, algo melhor, algo que já existiu e que perdemos... Quando esse anseio se tornar majoritário, a monarquia — acabada expressão política da civilização cristã — poderá ser reestabelecida no Brasil de modo estável e benfazejo. Quando isso se dará, só Deus Nosso Senhor o sabe, mas, creio, bem antes do que poderia parecer à primeira vista.

Monarquia em Ação no TopBlog 2013

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