sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Fwd: Descoberto sítio arqueológico no Rio com peças da época do Império

Esta descoberta é muito importante para quem estuda o período do Brasil Império.

Descoberto sítio arqueológico no Rio com peças da época do Império
Do UOL, em São Paulo
13/09/201317h16
Sítio arqueológico da época do Império é descoberto no Rio de Janeiro
Entre os achados mais importantes estão 15 escovas de dente em osso e marfim, com a inscrição em francês: "S M L"EMPEREUR DU BRESIL" (Sua majestade, o imperador do Brasil). Acredita-se que ela pertenceu a Dom Pedro II ou outro membro da família real portuguesa, que vivia ali perto em São Cristóvão Divulgação
Foram encontradas mais de 200 mil peças, inteiras ou fragmentadas, que remontam ao Rio de Janeiro dos séculos XVII, XVIII e XIX, nas obras da Linha 4 do metrô, que liga a Barra da Tijuca a Ipanema, no Rio de Janeiro.

"Podemos estar diante do mais importante sítio arqueológico da cidade. A quantidade e qualidade do material encontrado são impressionantes", afirma Cláudio Prado de Mello, arqueólogo responsável pelo trabalho de pesquisa no local.

Um dos objetos encontrados por Cláudio e sua equipe - que conta com 26 profissionais, entre arqueólogos, historiadores, biólogos e ajudantes -, foi uma escova de dente em marfim e osso com a inscrição em francês: "S M L'EMPEREUR DU BRESIL" (Sua majestade, o imperador do Brasil). Acredita-se que ela pertenceu a Dom Pedro II ou outro membro da família real portuguesa, que vivia ali perto em São Cristóvão. Além da inscrição, a tese é reforçada não só pela proximidade da região com o Palácio da Quinta da Boa Vista, mas também pelo fato de a história mostrar que a região da atual Leopoldina servia como local de descarte de resíduos provenientes do Palácio Imperial. Há ainda canecas com o brasão da família real, frascos de perfume e joias dos nobres da época do Império.

"Entre 50 centímetros e 2,5 metros da superfície encontramos peças de louça, vidro, porcelana, couro e até ouro. Com este trabalho, iniciado em março, é possível reconstituir o passado de toda essa região", diz Cláudio.

As peças foram encontradas no terreno da Avenida Francisco Bicalho, ao lado da antiga estação de trens da Leopoldina, onde foi instalada a fábrica de anéis de concreto que serão utilizados na escavação dos túneis do metrô. Em todo o empreendimento da Linha 4 do Metrô, a equipe de arqueologia acompanha a execução das obras para o caso de aparecer algum material durante as escavações. No entanto, na Leopoldina o serviço foi intensificado, pois já se tinha notícia da existência do sítio arqueológico, apesar de, até então, nunca terem sido feitas prospecções no local.

Os materiais têm sido resgatados com extremo cuidado e depois de estudados e catalogados, serão enviados para uma instituição de pesquisa arqueológica que será definida pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN).

História
Os primeiros habitantes da região da Leopoldina foram índios que procuravam as águas tranquilas e quentes do Saco de São Diogo para
caçar e pescar. As pesquisas históricas indicam que ali bem perto na área do Gasômetro vivia a tribo de Araribóia e que depois da chegada dos franceses ao Rio de Janeiro, por volta de 1570, foram levados para Niterói.

Mais tarde, D. João VI decidiu se mudar do Paço da Cidade (Praça XV) para São Cristóvão. Fato que determinou as profundas mudanças que o local iria passar. Por volta de 1808 e 1809, começou-se a fazer um aterro que facilitaria o caminho do Rei e de seus súditos. O "Caminho das Lanternas" ou o "Aterrado das Lanternas", pois colocava-se uma espécie de poste para iluminar o trajeto, seguia da região da atual Central do Brasil até São Cristóvão.

No meio do caminho estava o Largo do Matadouro, atual Leopoldina. No local existiu entre 1853 e 1881 o local oficial do abate de animais que era controlado pelo poder público. O Matadouro Imperial de São Cristóvão foi inaugurado em 1853 e foi utilizado ativamente até passar a incomodar pelo mau cheiro e abutres que perseguiam os restos de animais.

Em 1881, o matadouro foi transferido para a antiga Fazenda dos Jesuítas, em Santa Cruz, e os pavilhões da região da Leopoldina, foram demolidos. O único remanescente das construções é o pórtico neoclássico de acesso que pode ser visto na atual Praça da Bandeira, na entrada da Escola Nacional de Circo.

Fwd: IV Encontro Monárquico Sul Brasileiro



IV Encontro Monárquico Sul Brasileiro

Florianópolis – 5 e 6 de outubro de 2013


5 de outubro (sábado)


 9h30 — Recepção aos participantes no salão de eventos do Instituto Histórico e '    Geográfico de Santa Catarina (Avenida Hercílio Luz, 523 – Centro)

10h00 — Sessão de Abertura

10h20 — Marechal de Campo Barão do Batovi: herói sacrificado

   Dr. Henrique d'Eça Neves

11h10 — Intervalo – coffee-break

11h20 — Punição ao cidadão e liberdade ao ladrão — a verdadeira face do novo código    penal – Prof. Dr. Gilberto Callado de Oliveira

12h15 — Almoço

15h00 — Polícia Militar: do Império à República – Coronel PMSC Marlon Jorge Teza

16h00 — Constituição de 1824. Alvorada do pensamento liberal na América e    construção de um verdadeiro Estado Constitucional

   Prof. Dr. Laércio Lopes de Araújo

17h00 — Intervalo – coffee-break

17h30 — Barão de Gravataí: lealdade e generosidade em prol do Império

   Acadêmico Mário Pereira

18h30 — Palavras finais de S.A.I.R. o Príncipe Imperial do Brasil, Dom Bertrand de    Orleans e Bragança — Entrega de diploma aos participantes

21h30 — Jantar de encerramento


6 de outubro (domingo)


10h00 — Missa tridentina em ação de graças na Igreja do Divino Espírito Santo (Praça    Getúlio Vargas - Florianópolis), com a participação do grupo vocal Cantus Firmus.


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FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO

Participação com coffee-break: estudantes – R$ 30,00, não estudantes – R$ 60,00

Para quem fizer a inscrição até o dia 20 de setembro de 2013 haverá um desconto de R$ 10,00.

Envio este formulário e a taxa de inscrição por Depósito no Banco do Brasil, agência 4783-X, conta nº 9964-3, com cópia, ao "Círculo Monárquico Nossa Senhora do Desterro" – Rodovia Haroldo Soares Glavan, 1950, casa 12, Cacupé, Cep: 88050-005, Florianópolis, Santa Catarina, tel. (48) 3229-9009, fax. (48) 3229-9288, e-mail: goliveira@mp.sc.gov.br. (OBS: As inscrições feitas após o dia 20 de setembro de 2011 deverão ser enviadas por fax ou por e-mail).


Nome: ________________________________________________ Nascimento ___ /___ /___

Endereço: ___________________________________________________________________

CEP: __________ Cidade: _______________________UF:___ Telefone: _________________

Profissão: _______________________ E-mail ______________________________________


Sugestão de hotéis próximos ao local do Encontro:

Oscar Hotel (Av. Hercílio Luz, 760) www.oscarhotel.com.br

Centro Sul Hotel (Av. Hercílio Luz, 652) www.centrosulhotel.com.br

Cecontur Hotel (Rua Arciprestre Paiva, 107) www.cecomturhotel.com.br




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Comendador Mauro Demarchi
Twitter: @maurodemarchi @monarquiaja
Membro-Fundador da Academia de Letras do Brasil/SC - Alfredo Wagner