sábado, 29 de agosto de 2009

"Apenas acene, companheiro, apenas acene"

Apesar de não ser um tema diretamente ligado à Monarquia, transcrevo aqui artigo que escrevi para outro blog que edito www.noticias-da-web.blogspot.com pois a foto oficial da cupula Unasul é muito curiosa e pode representar os rumos da América Latina para os proximos anos. O gesto espalhafatoso de Chaves e seus amigos nos faz lembrar aquele velho ditado: "quem ri por último rí melhor".

Lula para Uribe: Apenas acene, companheiro, apenas acene...


Após oito horas de discussão, pressão e perda de tempo, presidentes latino-americanos posam para foto. Uma foto curiosa: Lula dando as costas para os companheiros de esquerda olha para a direita e comenta algo com Uribe, presidente colombiano. O que estará sendo dito? A celebre frase do chefe-pinguim do filme "Madasgascar": "apenas acene, apenas acene..." Ou será uma mudança de estratégia diante do avanço do narcotrafico ignorado (para não dizer apoiado) pelos presidentes de esquerda?
Os rumos dos acontecimentos na América Latina já estão mudando, e esta foto poderá ser uma previsão do futuro. Dois grandes países (Brasil e Colômbia) estão se alinhando aos EUA, enquanto países de pequeno porte se alinham à Venezuela? Os problemas internos na Colômbia podem ser resolvidos de forma militar, pois as farcs é uma movimento militarizado e só o exército poderá dar conta. No Brasil, os problemas internos são variados e imensos: movimentos terroristas armados utilizam siglas e apelos sociais para obter proteção de associações de defesa dos direitos humanos; o narcotráfico é combatido, mas por uma polícia dividida em dois setores (civil e militar) que ainda não conseguiram trabalhar unidas; o judiciário é manietado por um cipoal de legislação e processos, permitindo jurisprudência contraditória; o Exército é desviado de suas atribuições constitucionais para transformar-se em empreiteira do governo com mão de obra barata; Câmara e Senado debatem-se em acusações e processos de corrupção, chantagens e atos secretos, perdendo-se nos labirintos de projetos e pareceres; a mídia endividada, vivendo de favores governamentais, deixou de ser livre para só noticiar o que interessa ao partido governamental; etc, etc, etc. Os EUA não estão em situação mais vantajosa, não: uma crise econômica que ainda deixa sinais de que sobrevive apesar das medidas governamentais; um presidente eleito como esperança de salvação e que demonstra enorme indecisão apesar de todas a tentativas da mídia de mostrá-lo como um Messias.
Com estes problemas internos, como se comportará esta união dos três grandes?
Chaves, lider radical e intransigente, poderá manter a união de seus amigos contra Colômbia, Brasil e EUA?
Esta foto é histórica e poderá mostrar o peso do Brasil nos rumos latino-americanos.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Dia do Estudante e D. Pedro I - Leituras da História

Leitura da História

Proatividade e diversidade intelectual
Dia do Estudante comemora a assinatura do decreto que criou os primeiros cursos de direito, por D. Pedro I, em 1827

Agência Fapesp

O Dia do Estudante, comemorado em 11 de agosto, remete à data em que o imperador D. Pedro 1º assinou, em 1827, o decreto que criava os dois primeiros cursos de Direito do Brasil: em São Paulo e em Olinda (PE).

Segundo João Grandino Rodas, diretor da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP) - também conhecida como Faculdade de Direito do Largo de São Francisco - o impacto cultural e social da criação da instituição paulista há 182 anos inaugurou uma tradição de diversidade intelectual e de oposição às arbitrariedades que justifica a transformação do marco do nascimento dos cursos jurídicos em uma data que homenageia os estudantes de todas as áreas. "Com o tempo, a significação do dia 11 de agosto ampliou-se. A data marca não unicamente o início dos cursos jurídicos no Brasil mas, praticamente, o começo do ensino superior no país, sendo, portanto data comemorativa de todos os estudantes", disse à Agência FAPESP.

Exatamente cem anos depois do decreto de 11 de agosto, em 1927, a data foi escolhida para a comemoração do Dia do Estudante. Em 11 de agosto de 1937, foi fundada a União Nacional dos Estudantes (UNE). De acordo com Rodas, a Faculdade de Direito - que foi a primeira instituição a integrar a USP no momento de sua criação, em 1934 - teve, desde o século 19, uma influência marcante na formação de lideranças brasileiras, gerando alguns dos principais advogados, políticos, poetas, jornalistas e escritores na história do país. "Um aspecto que sempre foi próprio dos estudantes do Largo de São Francisco é a proatividade em relação às grandes questões nacionais, como a abolição da escravatura e a redemocratização", disse Rodas, que é docente da Faculdade de Direito da USP desde 1971.

De acordo com o presidente da FAPESP, Celso Lafer, também professor titular da Faculdade de Direito da USP, o dia 11 de agosto é o início simbólico dos cursos superiores no Brasil e, na cidade de São Paulo, o marco inaugural da presença dos estudantes como um grupo específico. "Isso foi adquirindo um significado que vai além da Faculdade de Direito e terminou por marcar tanto o ensino superior como as atividades culturais de modo geral. O impacto cultural da aglutinação estudantil em São Paulo foi muito amplo", disse.

A experiência do convívio acadêmico proporcionada pela faculdade, segundo Lafer, levou à criação de uma rede de amizades que reunia, pela primeira vez, a inteligência de diversas regiões do país. "Esses estudantes foram integrar a classe política, a burocracia do Império, a direção de jornais e os principais círculos literários do país. Todo o romantismo - Castro Alves e Fagundes Varela, por exemplo - beneficiou-se dessa rede", destacou. Segundo Rodas, na época colonial da história brasileira não havia instituições de ensino superior. Os estudantes que queriam e podiam estudar dirigiam-se a Portugal.

Somente com a vinda de Dom João 6º e da Família Real ao Brasil, em 1808, surgiram as primeiras faculdades. "A primeira foi a Escola de Medicina da Bahia, em Salvador, então capital do Brasil-reino. Com o intuito de preparar os dirigentes do recém-fundado império, Dom Pedro 1º instituiu, com o decreto de 11 de agosto de 1827, duas escolas de Direito, uma em Olinda e outra em São Paulo, sendo que esta foi a primeira a entrar em funcionamento, utilizando-se do espaço e da biblioteca do Convento do Largo de São Francisco, que havia sido fundado em 1645", contou.

Apesar do provincianismo de São Paulo em 1827, a decisão de instalar a nova faculdade na cidade pode ter sido tomada em razão da localização geográfica, capaz de atender à região Sul e Minas Gerais, além do fácil acesso ao porto de Santos. "Há quem diga que a localização de um faculdade na insignificante vila de São Paulo - que era então uma mera passagem de tropeiros - deveu-se à influência da Marquesa de Santos, à época já casada com Tobias de Aguiar e moradora vizinha do páteo do Colégio", disse. A chegada da Academia e dos estudantes, segundo Rodas, trouxe vida à cidade, que só na década de 1870 seria beneficiada pelas rendas da cafeicultura. "Pode-se imaginar o que significou a chegada de estudantes no pequeno vilarejo. Os jovens eram cortejados, pois representavam a redenção econômica e social do lugar. Daí a naturalidade do ''pindura'', o costume dos estudantes do Largo São Francisco de comemorar o dia 11 de agosto fazendo refeições em restaurantes e saindo sem pagar."

Como os estudantes eram poucos em número, era encarado com naturalidade que, na data de aniversário da faculdade, os estabelecimentos brindassem com gratuidades os fregueses de todo o ano. "Obviamente que hoje, sendo milhares os estudantes, há necessidade de se repaginar certos aspectos folclóricos mais facilmente aceitáveis no passado, como o ''pindura'' e a ''peruada'' - em que os estudantes ''se apropriavam'' de um peru de um vizinho da faculdade, preparavam-no e em seguida convidavam o dono da ave para almoçar, sem saber que estaria degustando seu próprio peru", disse Rodas. Segundo ele, no entanto, as lembranças dessas "estudantadas" ainda permeiam o imaginário dos atuais alunos de Direito e de outras carreiras. "Tanto é assim que os ''pinduras'' continuam sendo realizados, ainda que na maior parte das vezes em combinação com os proprietários dos restaurantes. Entretanto, ainda acontece de, ao se negar a pagar a conta, os comensais acabarem na delegacia de polícia, para a lavratura de boletim de ocorrência", disse.

Velha e nova Academia Aluno da Faculdade de Direito do Largo de São Francisco na segunda metade da década de 1960, Rodas afirma que mesmo durante o período da ditadura militar as tradições estudantis se mantiveram. "Posso testemunhar que nos anos difíceis de então, em que mesmos os estudantes se dividiam em campos opostos, o dia 11 de agosto não deixou de ser festejado e a peruada - atualmente um cortejo que passeia pelas ruas do centro da cidade - não deixou de ser realizada. Tratava-se de um momento de congraçamento que punha de lado as divergências", disse. Hoje, de acordo com Rodas, a Faculdade de Direito da USP está passando por uma atualização no que se refere a seu projeto pedagógico, à ampliação e modernização de suas instalações físicas, ao aumento do número de professores, à introdução dos meios eletrônicos modernos, à interdisciplinaridade - possibilitando que os alunos cursem disciplinas em outras faculdades da USP e no exterior - e à digitalização da primeira biblioteca pública de São Paulo, inaugurada em 1645 com o Convento de São Francisco. "A ''Velha e sempre nova Academia'' é a casa de todos os que cultuam o Direito no Brasil e não apenas dos que estudaram lá. Daí a sua responsabilidade de, não se esquecendo de seu passado glorioso, ir-se modernizando e contribuindo para a melhora do ensino jurídico no Brasil", disse.

A Princesa D. Isabel e a indenização aos escravos.

Uma verdade omitida e pouco lembrada é que a Proclamação da República foi a responsável por impedir que os escravos fossem indenizados. Proclamada por um pelotão de soldados que mal sabia que estavam destituindo o Imperador, subvensionada por escravocratas contrariados com a libertação dos escravos, a República nasceu torta e corrupta. Ao contrário de indenizar os escravos, como era plano de da Princesa Isabel, já nos primeiros anos aumentou os salarios daqueles que a Proclamaram no fatídico dia 15 de novembro. O Artigo de Suely Carneiro do Instituto da Mulher Negra, abaixo transcrito, foi publicado há dois dias no Orkut pela Prof. Sandrah Ramon Franco, coordenadora deste blog. O artigo termina com a triste constatação: Para onde foi o dinheiro reservado à indenização dos escravos... A República com a palavra!


“A televisão, em 30 de abril, divulgou o conteúdo de uma carta da princesa Isabel datada de 11 de agosto de 1889 endereçada ao visconde de Santa Victória. Nela se revelam os seus esforços e de seu pai, o imperador D. Pedro II, para prover condições dignas de sobrevivência e inserção da população ex-escrava na sociedade brasileira. O texto da princesa defende a indenização aos ex-escravos, a constituição de um fundo para a compra e doação de terras que lhes permitissem sobreviver e se inserir socialmente pela exploração agrária e pecuniária sustentada.

Mas há coisas que só podem ocorrer no Brasil. A revelação de um documento histórico cujo conteúdo é de grande importância para milhões de brasileiros descendentes de escravos reduziu-se, na matéria produzida pela TV, a mera reatualização dos nossos antigos manuais didáticos que eram prenhes na reiteração do caráter benevolente da princesa por decretar a Abolição. Mais que isso, o documento histórico foi utilizado como oportunidade adicional de crítica velada aos movimentos negros nacionais que ousaram questionar o alcance libertário da lei assinada em 13 de maio. Os questionamentos desses movimentos resultaram em clara sinalização de que a Abolição permanecia projeto inacabado a despeito das intenções da princesa, o que a sua carta revelada apenas referenda.

Longe de servir para iluminar as contradições do presente, o documento histórico é utilizado para conter a própria marcha da história. Ao focar na redenção da imagem da princesa e na sutil condenação dos sujeitos políticos que representam, no presente, a continuidade histórica da luta por libertação tem por sentido deslegitimar as suas reivindicações, as suas falas.
A importância do documento para a tevê e para os estudiosos escolhidos para comentá-lo está nos gestos e intenções generosas da princesa e não no projeto que seu conteúdo aponta. A conseqüência da matéria é sugerir aos espectadores e, em especial, aos movimentos negros, a reposição do reconhecimento histórico da figura benevolente da princesa, agora acrescido por suas propostas indenizatórias aos ex-escravos. Porém, sobre as indenizações que são o conteúdo essencial da carta, a matéria se resume a constatar que elas jamais foram feitas.

No entanto, o melhor reconhecimento a se fazer à princesa seria pautar a discussão sobre o seu sonho malogrado de provimento aos ex-escravos de condições para sobreviverem e prosperar dignamente na sociedade brasileira — carência de que padecem ainda hoje os seus descendentes —, dando inclusive absoluta atualidade à carta. Porém, são precisamente editoriais raivosos de jornais contra as políticas para a redução das desigualdades raciais que conspiram contra os ideais defendidos pela princesa e enaltecidos na matéria. Compreende-se, então, o foco dado ao documento.
Entre as personalidades convidadas para comentar o documento, houve quem destacasse o fato de que a classe política da época impediu a realização dos desejos emancipatórios da princesa em relação aos ex-escravos. Parece que aquelas forças políticas que impediram o progresso das idéias generosas da princesa continuam inspirando as classes políticas do presente. Estamos diante do mesmo impasse. Os esforços para impedir essa segunda Abolição se materializam, entre outros fatos, na resistência do Congresso em aprovar o Estatuto da Igualdade Racial, que já se encontra desfigurado de sua formulação original. O texto previa a formação de um fundo que daria sustentabilidade a um amplo programa de democratização do acesso dos afrodescendentes às oportunidades sociais, sem o qual o estatuto perde eficácia. No entanto, nem mesmo assim ele pôde ser aprovado.

A necessidade de formação de um fundo para sustentar o projeto político da princesa e os esforços empreendidos pelo imperador para viabiliza-lo aparecem assim descritos na carta:

“Fui informada por papai que me collocou a par da intenção e do envio dos fundos de seo Banco em forma de doação como indenização aos ex-escravos libertos em 13 de Maio do anno passado, e o sigilo que o Snr. pidio ao prezidente do gabinete para não provocar maior reacção violenta dos escravocratas. Deus nos proteja si os escravocratas e os militares saibam deste nosso negócio pois seria o fim do actual governo e mesmo do Império e da caza de Bragança no Brazil. (…) Com os fundos doados pelo Snr. teremos oportunidade de collocar estes ex-escravos, agora livres, em terras suas proprias trabalhando na agricultura e na pecuária e dellas tirando seos proprios proventos. Fiquei mais sentida ao saber por papai que esta doação significou mais de 2/3 da venda dos seos bens, o que demonstra o amor devotado do Snr. pelo Brazil. Deus proteja o Snr. e todo a sua família para sempre!”

Três meses após a data dessa carta, a princesa e o Imperador foram depostos e desconhece-se o destinos dos tais fundos. É o Brasil, desde sempre.”

Sueli Carneiro
Doutora em educação pela USP e diretora do Geledés — Instituto da Mulher Negra

CONVITE: Manifestação Anti-Aborto

Como defensores da Monarquia, regime da vida, contra o republicanismo, regime da corrupção, do caos e da morte, vamos participar da marcha contra o Aborto. Participe também!


Do Blog da Família

Foto da Marcha de 10 mil manifestantes contrários ao aborto, realizada em Brasília no ano passado

A“Marcha Nacional da Cidadania pela Vida” ocorrerá em Brasília no próximo domingo, dia 30 de agosto.

A Marcha Anti-Aborto começará às 15 hs. no “Eixão Sul” (na altura da Quadra 208) e será encerrada na Esplanada dos Ministérios.

Convido os leitores deste blog a participar dessa importante manifestação contra a legalização do aborto no Brasil. Aqueles que não puderem estar na Capital Federal, no dia 30 próximo, poderiam enviar este convite a algum Amigo(a) que lá resida. Peça-lhe que leve a família e estenda o convite a seus conhecidos.
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Para saber mais a respeito da Marcha ocorrida no ano passado em Brasília, click em:
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quarta-feira, 26 de agosto de 2009

MONARQUIA NO TWITTER

Quer acompanhar as notícias da Casa Imperial e da Monarquia? Siga @monarquia no Twitter.
Acompanhe também @monarquiaja

DEU NO JORNAL DO BRASIL:

O Brasil busca uma saida para a crise ética em que se encontra. Escandalos envolvendo Senado e Câmara, movimentos de minorias esquerdistas agitando o País, compra de votos pelo principal representante da república, Exército Nacional transformado em empreiteira com mão de obra barata, dinheiro a rodo para ongs e grupos de esquerda, Judiciário imérso num cipoal de processos, etc. Este é o retrato do Brasil e que está incomodando muito nosso povo. Neste caos, a restauração da Monarquia surge como um sinal de Esperança. Vamos então unir forças junto com Dom Luiz de Orleans e Bragança!

120 anos depois...

Diante das agruras éticas do Congresso, dom Luiz de Orleáns e Bragança, chefe da Casa Imperial do Brasil, reuniu grupo no Rio e expressou o desejo de reivindicar, formalmente, o poder imperial que tem, por herança.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Fanfarra Real para Órgão e Trompetes:

Os apreciadores da boa música certamente gostarão de conhecer este compositor brasileiro e sua obra dedicada à Família Imperial Brasileira. Ao fazer uma busca por músicas para órgão no Youtube fui surpreendido com esta composição. Ela retrata em música a trajetória desta família que é o símbolo mais perfeito de nosso País. Composta com movimentos de pompa e alegria, a obra inclui momentos de paz e tranquilidade e um tom de esperança e vitória.

Fanfarra Real para Órgão e Trompetes:
Allegro - Andante - Allegro maestoso.

Essa Obra Musical foi escrita pelo Organista e Mestre em Música (Unicamp) HANDEL CECILIO. A obra foi Dedicada a Família Real e Imperial Brasileira em memória ao Príncipe Dom Pedro Luiz de Orleans e Bragança.

Video Editado por Antonio Simões - Portugal.

Pode ser visto no Site: http://remifa.blogs.sapo.pt/10080.html

All Rights Reserved © Handel Cecilio - 2009. handel.cecilio.organista@hotmail.com. . Organista: Handel Cecilio. Trompetes: Anor Luciano e Sexteto de Metais da UFMG. Órgão Digital Rodgers Trillium Masterpiece - Série 908.

BANDEIRAS MONÁRQUICAS E ENSAIOS FOTOGRÁFICOS ERÓTICOS EM PORTUGAL: SOBRESSALTO E NARCOSE

André F. Falleiro Garcia

Editor do site http://www.sacralidade.com

Primeiro, Lisboa "acordou Reino de Portugal". Depois, Cascais. Será que a nação lusitana acordou mesmo do pesadelo republicano? Ou apenas despertaram jovens monarquistas ousados?


De fato, despertou admiração em Portugal o gesto atrevido de um grupo monarquista, os blogueiros "31 da Armada", que no dia 10/08/09 hasteou nos Paços do Concelho (atual câmara municipal de Lisboa) a bandeira da monarquia no lugar da bandeira da Municipalidade. O gesto simbólico dos monárquicos (assim são chamados os monarquistas portugueses) ganhou destaque na mídia e foi criticado pelos republicanos.


Alguns dias depois (20/08/09), na Cidadela de Cascais várias bandeiras monárquicas foram hasteadas pelos blogueiros "Conjurados do Século XXI". No topo do forte e nos dois candeeiros em frente da entrada viam-se as bandeiras com as cores azul e branca. Até a estátua do Rei D. Carlos (foto acima) ostentava uma bandeira monárquica. Em postes foram colocados autocolantes com o escudo nacional. O vídeo da aventura noturna pode ser visto neste endereço.

O presidente da Câmara de Cascais considerou que se trata de um "gesto gratuito que em nada favorece a causa monárquica". De acordo com fonte da câmara municipal a bandeira hasteada na cidadela foi retirada por um funcionário da própria cidadela. [1]

A voz dos "sensatos" ou "prudentes" logo se fez ouvir para desqualificar a ousadia desses jovens que recorda o dito de Claudel: "A juventude não foi feita para o prazer, mas para o heroísmo". Sem embargo, a república, desprestigiada e corrupta, tem hoje o gosto do champanha aberto na véspera e não empolga a juventude portuguesa.

Vale notar que foi realizada sem "autorização", no Padrão dos Descobrimentos, ensaio fotográfico noturno de Susette Verde, a expor sua nudez em monumentos nacionais, para a edição de agosto da revista Playboy, conforme informou o jornal português Correio da Manhã. E é claro que a respeito das fotos eróticas — também tiradas sem "autorização" — os mesmos "sensatos" ou "prudentes" se calaram.

Os dois tipos de manifestação — as bandeiras e o ensaio fotográfico — ilustram, cada um a seu modo, as atuações da Contra-Revolução e da Revolução Cultural.

A erotização da memória nacional promovida pelo ensaio fotográfico é um atentado contra a sacralidade dos monumentos nacionais. Corrói nas mentalidades os fundamentos do amor à Pátria. É o modo da Revolução neocomunista conquistar a opinião pública pela deterioração moral e cultural sem disparar um só tiro. E isso em certa medida foi notado, como registrou o Correio da Manhã: "Além de alguns leitores se terem sentido ofendidos com o erotismo das imagens em locais que consideram 'sagrados', a revista, ao que o CM apurou, não pediu autorização a qualquer entidade para fotografar em monumentos nacionais". [2]

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

A Imperatriz Brasileira



Sem ter nascido no Brasil, mas o amando como se fosse sua Pátria, Dona Teresa Cristina amou seu povo, o povo brasileiro.


Filha obedientíssima, esposa devotada, mãe esmerada e avó carinhosa. Quatro dos papéis familiares que Dona Teresa Cristina teve de desenvolver, além é claro daqueles já conhecidos outros que a providência Divina a encarregou, como o de Princesa das Duas-Sicílias e Imperatriz do distante Império do Brasil.


Teresa Cristina Maria Giuseppa Gasparre Baltassarre Melchiore Gennara Rosalia Lucia Francesca d'Assisi Elisabetta Francesca di Padova Donata Bonosa Andrea d'Avelino Rita Liutgarda Geltruda Venancia Taddea Spiridione Rocca Matilde di Bragança e Borbone, nasceu Princesa das Duas-Sicílias e por casamento com Dom Pedro II, tornou-se Imperatriz Consorte do Brasil. Filha do Rei Francisco I das Duas-Sícilias, a 3º Imperatriz do Brasil era dotada de um grande senso de cordialidade e de educação refinada. Possuía entre seus dotes pessoais uma consonância invejável com seu marido: eram os dois amantes da cultura e das artes. Tal consonância favoreceu o amor que os Imperadores acabariam por sentir um pelo outro, um casamento duradouro que formou dois belos exemplos de patriotismo e dignidade do povo do Brasil: Dona Isabel e Dona Leopoldina.




O amor de Dona Teresa Cristina pelas artes o acompanhou até mesmo na viagem de vinda para o Brasil, onde trouxe consigo muitos músicos, pintores, professores, botânicos, estudiosos e pesquisadores. Na mesma constância vieram do Reino das Duas-Sicílias, a seu pedido, obras que enriqueceram artística e cientificamente a vida na Corte e o país como um todo, foram enviadas por Fernando II, irmão da Imperatriz, obras recuperadas minuciosamente das cidades de Herculano e Pompéia, completando um acervo ricamente composto por ela.

Dona Teresa Cristina tomou para si a Pátria Brasileira. Assim como o Imperador, era apaixonada pelo país que adotou como seu. Gostava, desde os dias mais movimentados no Palácio de São Cristóvão, até os dias mais calmos e descansados no Palácio Imperial de Petrópolis. Se Dona Teresa Cristina adotou o Brasil, os Brasileiros a adotaram e passaram a amá-la e admirá-la, pela calma e semblante sereno que carregava sempre consigo. Foi homenageada com os nomes de muitas cidades Brasileiras como Santo Amaro da Imperatriz (Santa Catarina), Teresina (Piauí), Cristina (Minas Gerais), Imperatriz (Maranhão) e Teresópolis (Rio de Janeiro).




Porem a fatídica data de 15 de novembro de 1889, chegara e porá fim ao Império do Brasil, embarcando sorrateiramente na madrugada do dia posterior sob o comando dos golpistas, a Família Imperial Brasileira, o que gerou muito mal estar entre a Imperatriz e o restante da Família, disse ela ao Embaixador da Áustria: “Que fizemos para sermos tratados como criminosos?”. Embarcaram para Portugal, onde permaneceram por pouco tempo, mas o suficiente para o pior ocorrer, ali mesmo em Portugal, precisamente na Cidade do Porto, em um hotel humilde, a Imperatriz do Brasil passou mal, não atendendo nem mais aos tratamentos médicos, morreu dizendo: “Brasil, terra abençoada que nunca mais verei”. De fato morreu sem ter voltado ao Brasil e seus descendentes, infelizmente, em 120 anos de república, não conseguiram retornar ao poder.

A Imperatriz foi sepultada no Panteão de São Vicente de Fora, de onde saiu honrosamente para ser translada para o Mausoléu Imperial da Catedral de Petrópolis, onde jaz serenamente ao lado de seu marido, o Imperador Dom Pedro II, no solo brasileiro que tanto amou e onde tanto foi amada.


Dionatan da Silveira Cunha.





Foto 1: Dona Teresa Cristina em pintura anterior a seu casamento com Dom Pedro II. Arquivo digital pessoal.


Foto 2: Sua Majestade Imperial a Senhora Dona Teresa Cristina. Arquivo digital pessoal.


Foto 3: Estátua em homenagem à Imperatriz Senhora Dona Teresa Cristina, em Teresópolis. Arquivo digital pessoal.


Foto 4: Foto da Catedral de São Pedro de Alcantâra, onde jaz a Imperatriz e o Imperador, vista da Casa que pertenceu a Princesa Isabel e ao Conde d'Eu. Arquivo digital pessoal.

Remarcado o XX Encontro Monárquico

Aos monarquistas


Pró Monarquia e Associação dos Amigos da Família Imperial têm o prazer de convidar V.Sa. e Exma. Família para os atos, a realizarem-se na cidade do Rio de Janeiro nos dias 12 e 13 de setembro de 2009, comemorativos do Centenário de nascimento de S.A.I.R. o Príncipe Dom Pedro Henrique de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil de 1922 a 1981:

Sábado, dia 12

- XX Encontro Monárquico, no Hotel Novo Mundo, às 9:30 horas (programa à parte)

Domingo, dia 13

- Santa Missa in Memoriam pelo Centenário do nascimento de S.A.I.R. o Príncipe Dom Pedro Henrique de Orleans e Bragança, na Igreja Nossa Senhora do Carmo da Antiga Sé, às 11 horas;

- Almoço de Adesão, no restaurante Flamboyant do Hotel Novo Mundo, às 13 horas.

Para maiores informações, como valor da adesão, locais e programação, entre em contato com o Pró Monarquia, tel.: (11) 3822-4764 - Fax: (11) 3663-0705.

STALIN DE SAIAS


O cenário político brasileiro nunca esteve tão agitado. Nunca, um ano que precede ao ano de eleição presidencial esteve tão quente. O que nos reserva o próximo ano? O que nos reserva a República com suas teias, suas leis, suas políticas? Que outras surpresas teremos?
Tal ambiente tem assustado até mesmo quem defende esta forma de governo, que dirá a nós Monarquistas qu
e assistimos, analizamos e propomos a volta da Monarquia para moralizar o ambiente político brasileiro.

Abaixo transcrevo trechos de um artigo de Danuza Leão, publicado na Folha de S. Paulo, mas que, em breve pesquisa no Google, descobrimos que foi publicado e republicado em inúmeros blogs de todas as tendências.

O Artigo da Danuza me levou a algumas reflexões cujo resultado é o título deste post e as duas fotos que encontrei na internet (uma delas, a da Dra. Dilma, retirada do própri site do governo) após rápida busca pelo Google.


Respeito a Ministra Dilma Roussef, mas considero sua candidatura para a Presidência da República uma loucura que fará o PT se afundar ainda mais
no caos e na confusão, levando com isso o Brasil para o mesmo caminho. Caos agravado ainda mais se o país for governado com mãos de ferro como o fez Stalin na pobre e extinta União Sovietica.

Marina Silva, possível candidata à Presidência, apesar de batalhadora e decidida, representa menos perigo para a Democracia do que a Chefe da Casa Civil.


Veremos, então, o que esta República nos reserva para o Futuro: uma União Socialista das Repúblicas Latino-americanas, sob a égide do Stalin de Saias ou a continuação desta fabulosa máquina de conchavos e atos secretos.

"DANUZA LEÃO

Quem tem medo da doutora Dilma?
Ela personifica, para mim, aquele pai autoritário de quem os filhos morrem de medo, aquela diretora
.
VOU CONFESSAR: morro de medo de Dilma Rousseff. Não tenho muitos medos na vida, além dos clássicos: de barata, rato, cobra. Desses bichos tenho mais medo do que de um leão, um tigre ou um urso, mas de gente não costumo ter medo. Tomara que nunca me aconteça, mas se um dia for assaltada, acho que vai dar para levar um lero com os assaltantes (espero); não me apavora andar de noite sozinha na rua, não tenho medo algum das chamadas "autoridades", só um pouquinho da polícia, mas não muito.
Mas de Dilma não tenho medo; tenho pavor. Antes de ser candidata, nunca se viu a ministra dar um só sorriso, em nenhuma circunstância.
Depois que começou a correr o Brasil com o presidente, apesar do seu grave problema de saúde, Dilma não para de rir, como se a vida tivesse se tornado um paraíso. Mas essa simpatia tardia não convenceu. Ela é dura mesmo.
Dilma personifica, para mim, aquele pai autoritário de quem os filhos morrem de medo, aquela diretora de escola que, quando se era chamada em seu gabinete, se ia quase fazendo pipi nas calças, de tanto medo. Não existe em Dilma um só traço de meiguice, doçura, ternura.
Ela tem filhos, deve ter gasto todo o seu estoque com eles, e não sobrou nem um pingo para o resto da humanidade. Não estou dizendo que ela seja uma pessoa má, pois não a conheço; mas quando ela levanta a sobrancelha, aponta o dedo e fala, com aquela voz de general da ditadura no quartel, é assustador. E acho muito corajosa a ex-secretária da Receita Federal Lina Vieira, que está enfrentando a ministra afirmando que as duas tiveram o famoso encontro. Uma diz que sim, a outra diz que não, e não vamos esperar que os atuais funcionários do Palácio do Planalto contrariem o que seus superiores disserem que eles devem dizer. Sempre poderá surgir do nada um motorista ou um caseiro, mas não queria estar na pele da suave Lina Vieira. A voz, o olhar e o dedo de Dilma, e a segurança com que ela vocifera suas verdades, são quase tão apavorantes quanto a voz e o olhar de Collor, quando ele é possuído.
Quando se está dizendo a verdade, ministra, não é preciso gritar; nem gritar nem apontar o dedo para ninguém. Isso só faz quem não está com a razão, é elementar."

domingo, 16 de agosto de 2009

Enquanto isso, em Portugal... II

Segue a polêmica em torno do gesto simbólico organizado por um grupo monarquista Português, hasteando a bandeira da monarquia onde estava a bandeira da Municipalidade lisboeta. D. Duarte elogiou, os republicanos ridicularizaram, mas os jovens continuam auferindo os destaques na mídia portuguesa.

D. Duarte elogia bandeira que 'restaura' monarquia

por EVA CABRAL11 Agosto 2009D. Duarte elogia bandeira que 'restaura' monarquia

Cerca de 99 anos depois de a bandeira da República ter sido hasteada nos Paços do Concelho de Lisboa, ontem deu-se uma iniciativa inversa. A bandeira da monarquia flutuou até ao final da manhã e a autarquia lisboeta garante que já apresentou queixa contra os autores da iniciativa, elementos do blogue 31 da Armada, que prometem repetir acções deste tipo

"Restaurar a legitimidade monárquica" é o objectivo assumido pelo blogue 31 da Armada, que hasteou na madrugada de ontem uma bandeira azul e branca na varanda dos Paços do Concelho de Lisboa, precisamente no mesmo local onde, há quase 99 anos, foi proclamada a instauração da República. Subindo - por uma escada de três metros - à varanda, os bloggers hastearam a bandeira monárquica e levaram consigo a bandeira do município, facto que levou a Câmara de Lisboa a referir, em comunicado, ter avançado já com "a apresentação da respectiva queixa" às entidades competentes.

Rodrigo Moita de Deus, um dos fundadores e autores regulares do bloque - disponível na Internet em http://31daarmada.blogs.sapo. pt/ - adiantou ao DN que "em nenhum caso houve qualquer falta de respeito para com os símbolos nacionais" (ver entrevista na última página).

A acção é explicada pelo próprio blogue que assume que "durante a madrugada, e apesar da forte vigilância policial, elementos do 31 da Armada subiram heroicamente até à varanda do Paços do Concelho e hastearam a bandeira azul e branca".

Os monárquicos lembram que "há 99 anos atrás, no dia 5 de Outubro, um punhado de homens, contra a vontade da maioria dos Portugueses, tinha feito a mesmíssima coisa proclamando assim a república. O resto do país ficou a saber por telegrama".

O blogue refere que, "aproveitando as férias de Verão e numa inédita acção de guerrilha ideológica, foi restaurada a legitimidade monárquica". Avisam ainda os portugueses de que "podem permanecer calmos nas vossas casas: foi restaurada a monarquia. E o país fica a saber pela internet", avisando mesmo que este "é o contributo do 31 da Armada para as comemorações do Centenário da República".

A iniciativa deste grupo é vista de formas muito diferentes na sociedade portuguesa, onde a Constituição da República proíbe mesmo que se leve a referendo a questão da monarquia.

"Estou muito satisfeito" referiu D. Duarte de Bragança ao saber da iniciativa pelo DN. O pretendente à coroa portuguesa frisou "apoiar todas as acções que se traduzam no reforço do sentimento de patriotismo e da divulgação do que é a história de Portugal".

"Contrariamente ao que por vezes se pensa, todas as bandeiras que representaram Portugal continuam a ser bandeiras nacionais", diz, lembrando ainda: "no Colégio Militar, a instituição mantém precisamente as várias bandeiras da monarquia portuguesa bem como a da República pois "todas elas representam Portugal".

Já a autarquia lisboeta, num curto comunicado, tomou posição face à inédita iniciativa: "a CML retirou da varanda principal dos Paços do Concelho uma bandeira azul e branca com as armas da monarquia que durante algumas horas ali esteve hasteada, substituindo indevidamente a bandeira com as armas da cidade que entretanto desapareceu".

A autarquia acrescenta mesmo que, "na sequência do incidente, o Município de Lisboa tomou medidas no sentido de averiguar as circunstâncias em que este ocorreu, tendo participado o caso às autoridades competentes".

O Ministério da Administração Interna, a meio da tarde de ontem, desconhecia a intervenção do blogue na colocação da bandeira da monarquia na CML e, até à hora de fecho desta edição, não prestou nenhum esclarecimento.

As instalações do MAI estão paredes meias com o edifício dos Paços do Concelho, numa zona onde existe igualmente o Tribunal da Relação de Lisboa e vários outros edifícios públicos, já que se trata de uma área vizinha com o Terreiro do Paço (ver infografia).

Do lado republicano, a acção foi vista com crítica, mas sem que lhe seja dada particular destaque. "Uma brincadeira irrelevante" assim a qualificou ao DN António Reis, Grão Mestre do Grande Ori- ente Lusitano (GOL).

Já Ricardo Alves, presidente da Associação República e Laicidade, frisou que não compreende "o que significa este tipo de acção". Ao DN, diz que"não se percebe se em causa está restaurar a monarquia que caiu a 5 de Outubro, se restaurar o Estado Novo ou defender uma ligação com Espanha que é quem neste momento na Península Ibérica é uma monarquia".

Com ironia, Ricardo Alves questiona mesmo " quem foi o rei durante as varias horas em que a bandeira esteve hasteada?" No blogue identificava-se apenas como "rei"... Darth Vader, personagem da saga "Guerra das Estrelas". Na acção, os bloggers monárquicos também usaram a máscara de Vader.

Enquanto isso, em Portugal...

A Câmara Municipal de Lisboa avançou com uma participação às autoridades, depois de esta manhã a bandeira das armas da cidade hasteada na câmara da autarquia ter sido substituída por uma da Monarquia, de acordo com um comunicado divulgado pela CML.

A bandeira monárquica esteve hasteada na varanda dos Paços do Concelho, em Lisboa desde a madrugada, substituindo a outra que lá estava, que entretanto desapareceu.

"A Câmara Municipal de Lisboa retirou na manhã de hoje da varanda principal dos Paços do Concelho uma bandeira azul e branca com as armas da monarquia que durante algumas horas ali esteve hasteada, substituindo indevidamente a bandeira com as armas da cidade que entretanto desapareceu.", afirma a autarquia em comunicadom, acrescentando que "na sequência do incidente, o Município de Lisboa tomou medidas no sentido de averiguar as circunstâncias em que este ocorreu, tendo participado o caso às autoridades competentes"

Contactado pelo i durante a manhã, o gabinete de imprensa da Câmara Municipal de Lisboa disse desconhecer a situação. Às 12h45, a bandeira da Monarquia continuava hasteada, mas entretanto, durante a tarde, foi retirada.

A acção, reivindicada pelos autores do blogue "31 da Armada", pretende assinalar o centenário da República, que se comemora a 5 de Outubro do próximo ano.

Em comunicado, os autores do blogue relatam que "durante a madrugada, e apesar da forte vigilância policial,elementos do 31 da Armada (Darth Vaders) subiram heroicamente até à varanda do Paços do Concelho e hastearam a bandeira azul e branca".

Classificam esta acção como sendo de "guerrilha ideológica" e comparam-na com os acontecimentos de há 99 anos "no dia 5 de Outubro, um punhado de homens, contra a
vontade da maioria dos Portugueses, tinha feito a mesmíssima coisa proclamando assim a República."

Hoje, diz o "31 da Armada", "foi restaurada a legitimidade da Monarquia". Há 99 anos o país "ficou a saber por telegrama", hoje "fica a saber pela Internet."

A Bandeira lá estava...

Não pude estar presente nas manifestações pedindo que Sarney deixasse o seu cargo no Senado e voltasse para sua terrinha amada. Se eu estivesse presente, seria como observador e não manifestante. Julgo que seja legitimo, o pedido de retirada do Sarney, porém, saindo Sarney a corrupção não diminui e apenas outros tomarão o seu lugar.
Divulguei o pedido da Frente Monarquista Brasileira pois tratava-se de uma ação de brasileiros indignados com os desmandos da República. O foco era pessoal, visava o Senador Sarney. Vejamos o que a justiça vai decidir sobre ele, e enquanto isso, a Frente Monarquista Brasileira vai promovendo outras ações e coligando com outros movimentos.
A Bandeira do Império estava lá... mas faltou algo. O objetivo parece que estava desfocalizado, era pessoal e não conduziu a resultados.
A Bandeira do Império tem que ser levantada, sim! Mas o objetivo precisa ser claro: a Restauração da Monarquia no Brasil. Enquanto a República continuar conduzindo os destinos deste País Continente, sarneys surgirão (como surgiram no passado) e continuarão a se utilizar dos recursos juridicos, legislativos e governamentais para o benefício próprio em detrimento de toda Nação.
O Imperador Dom Pedro II, a Princesa Dona Isabel, deram no passado exemplo de abnegação, parcimônia e desapego que ficaram registrados na História e foram inscritos com tinta indelével no Livro da Vida. O Chefe da Casa Imperial Brasileira, Dom Luiz de Oleans e Bragança e toda Família Imperial, são exemplos de honestidade e dedicação. Eis aí a motivação para qualquer campanha contra a corrupção.
A Bandeira estava lá... e deve estar sempre elevando as consciências para o único objetivo capaz de acabar com a Corrupção: a Restauração da Monarquia no Brasil.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

FRENTE MONARQUISTA BRASILEIRA
O Movimento que trabalha por um Brasil Monarquico
URGENTE
MANIFESTAÇÃO \ PASSEATA
DIA 15\09 AS 13H
FORA SARNEY
A FMB PEDE A PARTICIPAÇÃO DE TODOS MONARQUISTAS, DOS BRASILEIROS QUE AMAM ESSE PAIS E QUE COMO NÓS DA FMB NÃO AGUENTAMOS MAIS TANTA CORRUPÇÃO, É CHEGADA A HORA DE NÓS PINTARMOS A CARA DE VERDE E AMARELO, LEVANTAR A BANDEIRA IMPERIAL DO BRASIL E USAR A NOSSA VOZ NAS PASSEATAS QUE ACONTECERAM NO PAIS, NO DIA 15\09.
* São Paulo - MASP,
* Rio de Janeiro -Posto 6, Copacabana (em frente à rua Souza Lima),
* Porto Alegre - Arco da Redenção
* Belo Horizonte - Praça Sete
* Salvador - Av Garibaldi
* Londrina - Calçadão em frente ao Banco do Brasil;
* Florianópolis - Trapiche da Beira Mar Norte;
* Recife - Avenida Conde da Boa Vista, em frente ao shopping Boa Vista;
* Curitiba - Largo da Ordem 9 (onde ocorre a feira de domingo);
* Vitoria - frente ao Shopping Vitoria;
* Natal - Praça vermelha;
* Goiania - Praça Universitária
* São Luís - Praça João Lisboa (saída às 13h)
A FMB CONTA COM A PRESENÇA DE TODOS OS FILIADOS DA FMB NESSE EVENTO, A FMB CONTA COM A PRESENÇA DE TODOS OS PATRIOTAS NESSE MEGA EVENTO.
LEVEM BANDEIRAS IMPERIAIS, CAMISAS DA FMB OU CAMISAS VERDE E AMARELO, PINTEM A CARA.
ESTA NA HORA DE MOSTRAR A NOSSA FORÇA, DE BRASILEIROS HONESTOS, PATRIOTAS QUE AMAM ESSE PAIS.
ESTA NA HORA DE MOSTRAR QUE A SOLUÇÃO PARA OS PROBLEMAS DO BRASIL É A MONARQUIA.
EU PEÇO A PRESENÇA DE TODOS NÃO COMO PRESIDENTE NACIONAL DA FMB, MAS COMO UM BRASILEIRO QUE AMA ESSE PAIS E QUE SE PRECISO FOR DAREI A MINHA VIDA PELA RESTAURAÇÃO DA MONARQUIA, POR UM BRASIL MELHOR.
SALVE A MONARQUIA, VIVA DOM LUIZ

VAMOS SALVAR O BRASIL,
COM A RESTAURAÇÃO DA MONARQUIA

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Um blog que merece ser visitado.

http://www.imperiobrasileiro-rs.blogspot.com/ Editado por Dionatan da Silveira Cunha, jovem estudante universitário de Relações Internacionais e Administração. Este blog é mais um sinal da força da Monarquia que não para de crescer.

2009, Ano do Centenário de Nascimento de Dom Pedro Henrique...


Integridade como Pauta de uma Vida

A verdadeira lição deixada pelo saudoso Imperador.

Dos mais auspiciosos cuidados foi revestido o Imperador Menino, o segundo deles, Dom Pedro Henrique de Orleans e Bragança - que para os monarquistas estabelecidos e as Casas Reais da Europa e do mundo, era Dom Pedro III do Brasil, nosso Imperador, que apenas com doze anos assumiu o posto de Chefe da Casa Imperial do Brasil.

Dom Luiz de Orleans e Bragança, atual Chefe da Casa Imperial do Brasil e filho de Dom Pedro Henrique, juntamente com seus admiradores, costumam denomina-lo como Condestável das Saudades e da Esperança. E realmente o era. Levou a fundo o sonho da restauração da monarquia no Brasil. Príncipe que mesmo fora de sua Pátria, nunca a faltou com amor.

Casado com uma Princesa Bávara da Casa de Wittelsbach, realizou um consórcio ao gosto da Redentora, sua avó. Teve 12 filhos com Dona Maria da Baviera, os quais consolidam uma das mais respeitadas estirpes mundiais. Entre eles encontram-se Príncipes de Ligne, a futura Condessa de Stolberg-Stolberg, boa parte da aristocracia brasileira e dos Países Baixos. Realeza realmente interessada no povo e em suas mazelas, não em apenas figurar nos meios sociais. Dom Pedro Henrique desde sua chegada ao Brasil, onde nos primeiros anos passou dificuldades e conseguiu adquirir com ajudas de monarquistas a propriedade de Jacarezinho, viveu uma vida de plena fé cristã e ajuda ao próximo. A venda sem permissão de parte do patrimônio que tinha direito como membro da Família Imperial Brasileira não o deixou abalado, sendo possível dar a seus filhos o que achava mais importante, além da fé, o conhecimento, através dos estudos acadêmicos.

Dom Pedro Henrique e Dona Maria, sempre fizeram de suas vidas uma luta incessante pelo povo do Brasil, respeitando suas vontades e vivendo os momentos críticos de nossa política, mesmo na república, com membros do primeiro escalão das Forças Armadas do Brasil, batendo a sua porta para um golpe militar forçado, similar ao da noite de 15 de novembro do fatídico ano de 1889, nunca aceitou. Respeitava seu povo, tal qual seu bisavô. Nasceu para reinar, mas só aceitaria se o povo quisesse.


Os valores de nosso Príncipe, o Condestável das Saudades e da Esperança, foram repassados aos filhos, que um a um se igualam na honestidade, humanidade, e se equivalem na cultura, caridade e nos demais valores de quem não apenas é nobre de nome, mas também de coração. Mesmo no anonimato, o mesmo anonimato de Dom Pedro Henrique, os Príncipes de nossa Família Imperial são devidamente exaltados por aqueles que nunca os deixarão e em breve serão por todos, desde o mais desfavorecido até o mais agraciado, saberão quem são seus verdadeiros defensores.

É no ano do centenário de nascimento de tão honrado Príncipe, que devemos saúdá-lo e lembrarmos das lições que deixou em vida para seus súditos.



Viva nossa Família Imperial, Viva Dom Pedro Henrique!


Dionatan da Silveira Cunha