Fwd: Uma análise das Eleições para Presidente.

Analisando os resultados das Eleições, e em especial, do segundo turno, podemos concluir que:
a) Dilma e Lula foram obrigados a recuar em suas propostas abortistas e esquerdistas. Quem obrigou? A necessidade de passar uma imagem diferente da que vinha tendo no primeiro turno. Esse recuo foi a razão da vitória. A campanha petistas dirigida em redes sociais em nada teria resolvido se o discurso dos dois continuasse o mesmo. O resuldado teria sido uma derrota maior.
b) Dilma não ganhou a eleição. Lula ganhou a eleição para Dilma.
c) Lula ganhou aa eleição para Dilma nas regiões mais pobres usando o medo, isso mesmo, o Medo. O medo de perder o bolsa família caso não votassem no PT. Essa declaração foi feita por uma senhora nordestina no primeiro turno durante a propaganda oficial da própria candidata do Lula.
c) Os 80 % de aprovação que o governo dizia ter que tinha ficou reduzido a uma ninharia. O que pareceria fácil no primeiro turno demandou muito esforço para conseguir 53% num segundo turno. Se houvessem mais candidatos no segundo turno, não haveria chance da Dilma vencer.
d) Nas regiões que somadas forma 70% do PIB Lula não elegeu sua candidata pois é a região que produz o dinheiro e sabe o que o governo está fazendo em matéria de impostos, fiscalização e cobranças. Nessa região não adiantou a militância militar o petismo, pois o resultado foi negativo para Dilma.
Mais do que festejar a vitória o governo deveria repensar completamente a sua política e buscar a plena efetivação das promessas de campanha. O Brasil andava adormecido e de repente acordou obrigando a esquerda a rever seu posicionamento para que a derrota não fosse mais vergonhosa.
Quem deve festejar, sim, é o Brasil que acordou e obrigou ao governo dar uma guinada na trajetória esquerdista que vinha tendo enquanto o Gigante dormia em berço esplendido.
Essa é uma lição que devemos aprender.
Vamos trabalhar para que o Brasil não volte a dormir; para que as classes mais baixas não fiquem com medo de perder um benefício em troca de votos; para que os intelectuais de esquerda deixem de manipular consciências e vontades; enfim, para que o Brasil não durma enquanto a corrupção política trabalha para estrangular as liberdades constitucionais. 




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Mauro Demarchi
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Comentários

Claudia disse…
Análise excelente, eu diria mesmo irretocável, ponto por ponto. Só falta acrescentar que já tivemos uma dirigente mulher, a Princesa Isabel que, embora não eleita e ainda como regente, realizou uma das mais difíceis, profundas e modernizadoras transformações da História do Brasil, que foi a Abolição da Escravatura, ciente o tempo todo de que colocava em risco a perpetuação política da monarquia e o trono, como efetivamente veio a acontecer
Mauro Demarchi disse…
Cláudia
Muito bem lembrado. A Princesa Isabel foi uma figura exponêncial na nossa História, muito e pouco conhecida. Mas a Monarquia teve em diversos momentos da história Governo exercido por mulheres. A República é que levou mais de 100 anos e por pouco não perde a chance.
sandrah disse…
Não nos esqueçamos de Dona Maria Leopoldina.
Quando o marido, príncipe regente, viajou a São Paulo em agosto de 1822, para apaziguar a política , D. Leopoldina exerceu a regência. Grande foi sua influência no processo de independência. Os brasileiros já estavam cientes de que Portugal pretendia chamar D. Pedro de volta, rebaixando o Brasil outra vez ao estatuto de simples colônia, em vez de um reino unido ao de Portugal. D. Pedro entregou o poder a D. Leopoldina a 13 de agosto de 1822, nomeando-a chefe do Conselho de Estado e Princesa Regente Interina do Brasil, com poderes legais para governar o país durante a sua ausência e partiu para apaziguar São Paulo.

A princesa recebeu notícias que Portugal estava preparando ação contra o Brasil e, sem tempo para aguardar o retorno de D. Pedro, D. Leopoldina, aconselhada por José Bonifácio de Andrada e Silva, e usando de seus atributos de chefe interina do governo, reuniu-se na manhã de 2 de setembro de 1822, com o Conselho de Estado, assinando o decreto da Independência, declarando o Brasil separado de Portugal. A imperatriz envia uma carta a D. Pedro, juntamente com outra de José Bonifácio, além de comentários de Portugal criticando a atuação do marido e de dom João VI. Ela exige que D. Pedro proclame a Independência do Brasil e, na carta, adverte: "O pomo está maduro, colhe-o já, senão apodrece".

O oficial chegou ao príncipe no dia 7 de setembro de 1822. Leopoldina enviara ainda papéis recebidos de Lisboa, e comentários de Antônio Carlos Ribeiro de Andrada, deputado às Cortes, pelos quais o Príncipe-Regente se inteirou das críticas que lhe faziam na Metrópole. A posição de D. João VI e de todo o seu ministério, dominados pelas Cortes, era difícil.

Enquanto se aguardava o retorno de D. Pedro, Leopoldina, governante interina de um Brasil já independente, idealizou a bandeira do Brasil, em que misturou o verde da família Bragança e o amarelo ouro da família Habsburgo.

Foi coroada imperatriz em 1º de dezembro de 1822, na cerimônia de coroação e sagração de D. Pedro I.

Vemos que nos tempos coloniais e durante o imperio, a ética falava mais alto, impulsionando o governo a tomar resoluções imediatas em prol da nação.

A república, esta sim, manchou nossa bandeira com a corrupção e deixou que falassemmais alto os interesses pessoais ao longo desses 121 anos de desmando.

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