quinta-feira, 10 de abril de 2008

Entrevista de Dom Luiz para a Revista "Aventura na História"

Apresentamos a seguir a introdução à entrevista que Dom Luiz concedeu para a revista “Aventura na História”. Trechos da entrevista serão publicados posteriormente.


Nas veias deste homem corre o sangue de santos católicos, reis cruzados e heróis nacionais. Se o Brasil não tivesse se tornado uma república, em 1889, hoje ele seria imperador.
Mas Luiz Gastão Maria José Pio de Orleans e Bragança nunca usou uma coroa, não tem grandes feitos em sua biografia e sabe que as origens são seu maior tesouro. Trineto de dom Pedro II e bisneto da princesa Isabel, ele exalta a nobreza nos adjetivos pomposos que usa e no broche com o brasão real que leva na lapela do terno.
Aos 69 anos e caminhando com a ajuda de uma bengala por conta da poliomielite que o acometeu na infância, dom Luiz, como é conhecido no círculo monarquista, tornou-se herdeiro do trono quando o primogênito da princesa Isabel, Pedro de Alcântara, renunciou ao cargo ­ ao se casar, em 1908, com uma condessa que não pertencia a nenhuma das famílias reais européias. Em razão desse affaire, o direito de reinar foi dado ao irmão mais novo de Pedro, Luiz, que passou a herança dinástica e o mesmo nome ao neto, atual chefe da Casa Imperial do Brasil.
Dom Luiz vive da ajuda daqueles que, como ele, sonham com a volta da monarquia a estes trópicos. Membro da Sociedade Brasileira de Defesa da Tradição, Família e Propriedade (TFP), ele diz que o plebiscito de 1993 foi uma fraude, que o Brasil não precisa de reforma agrária e que a "república é uma lenta decadência". Longe de ter a vida de um rei, mora numa confortável casa no bairro nobre do Pacaembu, em São Paulo (SP) ­ decorada com imagens, brasões e lembranças da família real ­, onde recebeu Aventuras na História para esta entrevista. O homem que sonha em ser monarca relembra tempos que não viveu. Solteiro, mas com 17 sobrinhos, filhos de 7 dos seus 11 irmãos, ele diz que somente um "desastre de primeira grandeza" acabará com a linha sucessória.


“Aventura na História” 200 anos da Família Real no Brasil p.59

Lançamento de CD com músicas dos tempos de D. João VI

Recebemos da Prof. Sandra Ramon, atraves do Orkut, uma notícia excelente para os apreciadores da boa música. O link abaixo leva para a página que está divulgando o CD.

Prefeitura do Rio lança CDs em comemoração aos 200 anos da chegada da Família Real ao Brasil.

“Modinhas Cariocas” e “Te deum e Requiem”, do Padre José Maurício Nunes Garcia, são os dois primeiros álbuns a chegar ao mercado, em março.

Em comemoração aos 200 anos da chegada da Família Real Portuguesa ao Brasil, a Prefeitura do Rio lança a série de CDs “A Música na Corte de D. João VI”. Com produção executiva da Zucca produções, os discos serão distribuídos em todo o Brasil e no exterior pela Biscoito Fino.

Os álbuns têm direção geral e curadoria do Maestro Edino Krieger e coordenação artística do Maestro André Cardoso. O CD “Te Deum e Requiem”, do Padre José Maurício Nunes Garcia, foi gravado em dezembro, na Sala Cecília Meirelles, no Rio de Janeiro. O registro contou com Coro e Orquestra Sinfônica da UFRJ, sob a regência do maestro Ernani Aguiar, tendo como solistas Veruschka Mainhardt, Carolina Faria, Geilson Santos e Maurício Luz. Padre José Maurício foi o mais importante compositor brasileiro do período e esta é considerada sua obra-prima. Por ordem de D. João VI, escreveu o Réquiem para as exéquias de D. Maria I. No mesmo dia da morte da Rainha faleceu também a mãe do compositor. Não há como não associar os sentimentos que perpassam musicalmente a obra ao falecimento de sua própria mãe. “O Requiem fora escripto com lágrimas bem íntimas e sinceras”, afirmaria anos mais tarde o Visconde de Taunay.

Já “Modinhas Cariocas”, que tem direção musical de Marcelo Fagerlande, foi gravado na Escola de Música da UFRJ e traz no repertório os modinheiros que se destacaram no começo do século XIX. Joaquim Manoel da Camera – o maior compositor do gênero daquela época – está representado por dez modinhas, com destaque para “Estas lágrimas, “Desde o dia em que eu nasci” e “Graças aos céus”. Fagerlande inovou nesse trabalho, fugindo do modelo tradicional voz e piano – utilizado na canção clássica – e adicionando outros instrumentos, como cravo, viola de arame e flauta de madeira. Outra referência no assunto é Gabriel Fernandes da Trindade, que teve cinco músicas de sua autoria incluídas neste álbum. De Cândido Ignácio da Silva foram gravadas três modinhas e o lundu “Lá no Largo da Sé”. O pesquisador e cravista Marcelo Fagerlande, com formação musical na Alemanha, no Brasil e na França, assina a direção musical do projeto, além de tocar cravo. Completam o quinteto os instrumentistas Luciana Costa e Silva, Marcelo Coutinho, Marcus Ferrer e Paulo da Matta.

Ainda no primeiro semestre, serão lançados mais dois CDs da série. “Missa de Nossa Senhora da Conceição”, também do Padre José Maurício Nunes Garcia, será gravado na Sala Cecília Meirelles, entre os dias 3 e 6 de março e na Igreja Nossa Senhora do Carmo da Antiga Sé, nos dias 07 e 08 de março. A gravação é da Orquestra Sinfônica Brasileira e o Coro Calíope, sob regência do Maestro Roberto Minczuk, com os solistas Rosana Lamosa, Lina Dias, Adriana Clis, Fernando Portari, Homero Velho e Rafael Thomas. O quarto CD da série é “O Sacro e o Profano na Corte de D. João VI”, gravado pelo Quarteto Colonial.

O projeto da Prefeitura, elaborado pela Zucca Produções e aprovado pela Comissão Carioca de Promoção Cultural e através da Lei de Incentivo Fiscal Municipal (Lei do ISS), tem por objetivo apresentar ao grande público a música ouvida na Corte de D. João VI.

Direção Geral – Edino Krieger Nascido em Brusque (SC), a 17 de março de 1928. Começou a estudar violino com seu pai aos 7 anos e, dos 10 aos 14 anos, realizou apresentações em várias cidades de Santa Catarina. Aos 14 anos, recebeu uma bolsa do Governo Estadual para continuar os estudos de violino no Conservatório Brasileiro de Música, no Rio de Janeiro. Lá estudou com o professor H.J.Koellreutter, passando a integrar o Grupo Música Viva, em 1945, ao lado de Cláudio Santoro, Guerra-Peixe, Eunice Catunda e outros discípulos do mestre. Em 1948/49 obteve bolsas de estudos para os Estados Unidos, onde trabalhou com Aaron Copland, no Berkshire Music Center, e com Peter Mennin, na Julliard de Nova York. Em 1955/56, com bolsa do Conselho Britânico, estudou em Londres com Lennox Berkeley. Paralelamente ao seu trabalho de composição, tem tido diversas atividades como organizador de eventos e dirigente de instituições públicas, como a Fundação dos Teatros do Estado do Rio de Janeiro, o Setor Musical da Rádio MEC e a Funarte. Durante alguns anos, presidiu a Academia Brasileira de Música e também o Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro. Atualmente, preside a Sociedade dos Amigos Ouvintes da Rádio MEC e integra o Conselho Estadual de Cultura.

Coordenação Artística – André Cardoso Violista e regente graduado pela Escola de Música da UFRJ, com Mestrado e Doutorado em musicologia pela Uni-Rio. Estudou regência com os Maestros Roberto Duarte e David Machado. Recebeu, durante três anos, bolsa da Fundação Vitae para curso de aperfeiçoamento na Argentina com o Maestro Guillermo Scarabino, na Universidade de Cuyo (Mendoza) e no Teatro Colón, de Buenos Aires.

Em 1994, foi o vencedor do Concurso Nacional de Regência da Orquestra Sinfônica Nacional, passando a atuar à frente de orquestras como a Sinfônica Brasileira, a Sinfônica da Paraíba, a Sinfônica de Minas Gerais, da Petrobrás Pró-Música do Rio de Janeiro e Sinfônica do Teatro Nacional de Brasília. Atua também como produtor fonográfico, tendo recebido o Prêmio Sharp e o Prêmio APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) pela gravação da ópera “Colombo”, de Carlos Gomes. Ë responsável pela direção das partes corais de diversos deenhos animados, como “Pocahontas”, “O Corcunda de Notre Dame”, “A Princesa Encantada”, “Anastácia” e o”O Príncipe do Egito”, em suas versões em português para o Brasil. Atualmente é o Diretor da Escola de Música da UFRJ e Maestro Assistente da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

Coordenação de Produção - Zucca Produções A Zucca Produções atua no mercado artístico e cultural desde 2003 e é dirigida pela atriz e produtora Gisela de Castro e por Julio Augusto Zucca. Entre os projetos desenvolvidos pela empresa estão peças de teatro (Pequenino Grão de Areia, Procura-se Hugo, Quartett, Artoquato), Dança em Foco 2007, Rir é viver, Dança Criança, entre outros.

Faixas
01 Te deum (Das Matinas de São Pedro - 1809) Te deum iaudamus (Padre José Maurício Nunes Garcia) 4m57s

02 Te ergo quae sumus (Padre José Maurício Nunes Garcia) 1m54s

03 Aeterna Fac (Padre José Maurício Nunes Garcia) 1m14s

04 Dignare Domine (Padre José Maurício Nunes Garcia) 1m46s

05 In te Domine (Padre José Maurício Nunes Garcia) 2m34s

06 Requiem - 1816 (Padre José Maurício Nunes Garcia) 2m24s

07 Kyrie (Padre José Maurício Nunes Garcia) 1m26s

08 Graduale (Padre José Maurício Nunes Garcia) 5m02s

09 Dies Irae (Padre José Maurício Nunes Garcia) 6m32s

10 Ingemisco (Padre José Maurício Nunes Garcia) 3m25s

11 Inter Oves (Padre José Maurício Nunes Garcia) 2m08s

12 Offertorium (Padre José Maurício Nunes Garcia) 4m36s

13 Sanctus (Padre José Maurício Nunes Garcia) 0m53s

14 Benedictus (Padre José Maurício Nunes Garcia) 1m28s

15 Agnus Dei (Padre José Maurício Nunes Garcia) 2m25s

16 Communio (Padre José Maurício Nunes Garcia) 3m02s

Ficha Técnica

UMA REALIZAÇÃO BISCOITO FINO
Direção Geral: Kati Almeida Braga
Direção Artística: Olivia Hime
Gerente de Produto: Renata Mader
Assistente de Produção: Sylvia Medeiros


Biscoito Fino.

quarta-feira, 9 de abril de 2008

SAIR Dom Luiz em progama Jovem da TVTEM

SAIR Dom Luiz em progama Jovem da TVTEM


Prezados Senhores Monarquista:


Para conhecimento informamos que SUA ALTEZA IMPERIAL E REAL
O PRÍNCIPE DOM LUIZ DE ORLEANS E BRAGANÇA AUGUSTO CHEFE DA IMPERIAL DO BRASIL será entrevistado pela produção do programa: "REVISTA DE SÁBADO" da TVTEM, afiliada da poderosa REDE GLOBO, que cobre 47% do interior do estado de São Paulo, graças o total empenho da competente Jornalista Malu Simões,
que deslocará uma equipe da Redação de Rio Preto para Capital Paulista.
O programa "REVISTA DE SÁBADO" é direcionado exclusivamente aos jovens. Vai ao ar todos os sábados a tarde às 13h50.
A matéria ainda não tem data previta para ir ao ar.


Recebi hoje de manhã msg da diretora de produção do programa REVISTA de SÁBADO da TVTEM, a competente Jornalista Malu Simões, informando que o as entrevistas (de SAIR DL , do jovem Monarquista Dayher Gimenez e minha) estão em fase de edição, e que assim que soubesse a data que for ao ar, vai avisar-me com antecedência. Espero que haja antecedência hábil para divulgar!
 
Na oprtunidade, colocou-me a par, de que já deu conta de ler, na viagem de regresso a Rio Preto, o livro, sobre DPH, que recebeu de presente de SAIR o Príncipe DL, CCIB. (Ela é mesmo uma Jornalista de Primeira Linha). Outrossim, revelou-me também que se acha empolgada com essa parte da História do Brasil.



Att.


Jorge Bitar


amigosdamonarquia : Mensagem: RE: SAIR DL em progama Jovem da TVTEM.

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Monarquia e República: eis a questão!


O debate Monarquia x República foi enriquecido com este artigo. Num resumo muito bem feito é mostrado a honestidade do governo de D. Pedro II e a diferença com os nossos atuais governos. Com a palavra Ricardo Noblat:


Na Corte de Dom Lula 1º
Em sua excelente biografia sobre Dom Pedro II, José Murilo de Carvalho conta que, em 49 anos de reinado, o monarca recusou sucessivas tentativas da Câmara dos Deputados de aumentar-lhe os subsídios pessoais e a dotação de sua assessoria.

No início de seu reinado, as despesas com a manutenção de seu gabinete pessoal correspondiam a 3% das despesas de manutenção do governo; ao final, quase meio século depois, eram de 0,5%. Quando de sua primeira viagem à Europa, recusou dotação especial da Câmara para financiá-la, optando por um empréstimo pessoal, como qualquer cidadão. Pagou tudo do seu bolso.

Nada mais republicano, nada mais democrático.

Cento e dezenove anos depois, o que temos? O presidente da República duplicou, em quatro anos, suas despesas pessoais sigilosas. Recusa-se a abrir as contas de seu cartão corporativo pessoal, que aumentam ano a ano, sob o argumento de que o cargo impõe sigilo. Seu ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, general Jorge Armando Félix, diz que “quanto maior a transparência, menor a segurança”. Ou seja, viva o sigilo!

Nada mais monárquico, nada menos democrático.

Conta ainda José Murilo que, além de não aumentar sua dotação, Dom Pedro às vezes doava parte dela ao Tesouro. Fez assim em 1867, doando 25% de sua remuneração, como contribuição pessoal às despesas da Guerra do Paraguai. E pagava estudos na Europa para artistas talentosos, sem meios de provê-los, como o compositor Carlos Gomes e o pintor Pedro Américo.

Um século e duas décadas depois, o reitor da Universidade de Brasília, Timothy Mulholland, adquire, com cartões corporativos do Estado, pagos pelo contribuinte, três lixeiras, a R$ 990 cada, lixeiras especiais, com sensor eletrônico, cuja tampa se abre à aproximação do usuário, poupando-o dessa dolorosa tarefa.

Gasta R$ 470 mil na decoração de seu imóvel funcional, recurso suficiente para comprar um belo imóvel em região nobre da cidade. Enquanto isso, o órgão de pesquisas da Universidade, a Finatec, de cujos cofres extraiu aqueles recursos, não realiza há tempos sua atividade-fim por falta exatamente – adivinhem! – de recursos.

(Um parêntese: por que o Estado ainda fornece residência funcional gratuita a servidores? Não há similar em nenhuma parte do mundo, excetuando-se os chefes de Executivo, no curso transitório de seus mandatos. Nos tempos iniciais de Brasília, isso se justificava, pois a cidade não possuía imóveis suficientes para abrigar o funcionalismo transferido em massa. Desde, porém, o Governo Sarney, em meados da década dos 80, quando os imóveis funcionais foram vendidos, já não mais faz sentido manter o privilégio. Fecha parêntese).

O reitor alega que tudo o que gastou tornou-se patrimônio público, supondo que isso o absolve. Claro que não. O dinheiro de que se serviu destinava-se a pesquisas. Houve, pois, desvio de finalidade, agravado, e muito, pela destinação fútil que lhe foi dada.

Maria Antonieta – a esposa de Luís XVI, que mandou servir brioche ao povo, quando soube que não havia pão – não faria melhor. Acabou degolada pelo mesmo povo que insultou.

A Corte de Maria Antonieta estaria à vontade diante de outras despesas esdrúxulas efetuadas pelos “republicanos” brasileiros. O Comando da Marinha, segundo o Portal da Transparência, gastou, com cartão corporativo pago pelo Estado, R$ 14,7 mil com serviços matrimoniais. A Universidade do Maranhão gastou algo parecido – R$ 14,6 mil -, e da mesma forma, na Relojoaria Deodoro, em São Luís.

Outro estabelecimento estatal de pesquisa, a Fundação Oswaldo Cruz, no Rio, fez despesas graúdas com relógios, via cartão corporativo: R$ 15,2 mil, pagos à Relotec Comércio de Relógios Ltda. Há provavelmente um surto de pontualidade nessas repartições.

Há ainda uma despesa do Comando da Marinha com conserto de sapatos e bolsas que soma R$ 14,7 mil. Haja meia-sola. E assim por diante. Pelo visto, está na hora de reproclamar a República e consultar os manuais do Império no quesito “respeito ao patrimônio público”. Há, sem dúvida, muita coisa para os nossos republicanos de galinheiro aprenderem com Dom Pedro II.


Blog do Noblat - Ricardo Noblat: O Globo Online.

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Poucas Palavras

Palavras que nascem da alma e do coração de uma professora que ama seu país, acredita e trabalha pela restauração da Monarquia no Brasil e uma das coordenadoras do Movimento Monarquia em Ação.

Aos brasileiros que amam nosso Brasil!
Prof. Sandra Ramon
Precisamos construir uma nova nação: digna, séria, próspera, respeitável. Um trabalho novo e idéias novas são sinônimo de futuro.

Todos nós, que já passamos por diversas fases, desejamos ter tido antes, a oportunidade que temos hoje.

Mas vivemos sob uma ditadura militar e não tínhamos acesso sequer à informação: a censura à época era muito forte. Qualquer um e todos eram suspeitos de tudo, de qualquer coisa.

Foram tempos difíceis. Nunca proponho que o apaguemos das páginas de nossa História, posto que é Memória.

E o que faltou a nossa Pátria, foi exatamente isto: Memória.

Memória que foi apagada com o uso da força, do golpe, da traição, da manipulação e, num crescente, entre golpres e contra golpes, ditaduras, renúncias, suicídio, mortes inexplicáveis, chegamos ao Brasil de hoje.

O grande recurso que desde a chegada de D. João ao Brasil, no Período Colonial e no advento do Império com D.Pedro I e D.Pedro II, foram a CULTURA, EDUCAÇÃO, COMUNICAÇÃO.

Esses três fatores combinados, permitem o que podemos chamar de formação de consciência cidadã.

Aqueles que, por ignorarem a verdade histórica, jogam pedra nestes três grandes homens, de quem devemos aproximar pela bravura, nobreza e amor a este solo brasileiro, a Princesa Isabel, mostram que tiveram suas mentes congeladas pelo cada vez mais inviável sistema educacional brasileiro e, tanto assim, que entendem escolarização como sinônimo de educação.

A educação não se adquire nos bancos escolares. Antes, na participação harmoniosa da família, sociedade, religião, e, nestes tempos velozes, pelos veículos de comunicação de massa.

Este foi talvez, o grande equívoco da república. Brincaram de criar escolas e copiar modelos educacionais de outros países.

Aqui, a grande diferença entre estes e nossos amados João, Pedro I, Pedro II, Isabel.

Lá, no distante século XIX, anteviram a importância da cultura, da formação, da liberdade.


Estão aí suas obras. Citá-las? Podemos. Todas? Não. Porque até o momento, não temos inventado um sistema que permita rastrear, dia a dia, a criação de intituições que permanecem há dois séculos, pois perderíamos a produção, a conseqüência, o fruto que gerou sementes e sementes que inspiraram e permitiram outras obras.

Quem poderá dizer de cada médico formado na primeira Faculdade de Medicina? É apenas um exemplo.

Mas temos aí a Imprensa Régia, fomos o segundo país do mundo a imprimir seu próprio selo, o sistema de telégrafo, que poucos sabem, mas foi o grande aliado da Princesa Isabel naquele longínquo 13 de Maio: graças ao telégrafo, a notícia chegou ao mesmo tempo em todo o país, permitindo a festa da raça negra e, impedindo os latifundiários escravocratas de organizarem uma reação. A Biblioteca Nacional, a Escola de Belas Artes, a Faculdade de Direito. Banco do Brasil e Casa da Moeda. Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. Para não estender muito, o Colégio D.Pedro II. Ambição de gerações fazer parte do corpo de alunos, até hoje, uma referência dentre as escolas no país.

Eis que 200 anos depois, aquela semente deixada em solo infértil pela ação republicana, parece querer apontar um verde. Verde folha. Verde esperança. Verde Bragança.

Esta é a nossa oportunidade.

Reguem este solo, protejam esta semente que brota, espalhem a notícia.

Abram a guarda. Baixem as armas. Ergam a cabeça. Tragam nas mãos as cores monárquicas e o branco da paz. Dispam-se desta carcaça republicana que violenta. Será o sorriso, o conhecimento, a honra e a ética, que lhes emprestará sabedoria no cumprimento do dever que a Pátria lhes impõe.



Sandra Ramon Franco

MONARQUISTAS EM AÇÃO!

Comunicado do Círculo Monárquico Dom Pedro II de Niterói

O CÌRCULO MONÁRQUICO DOM PEDRO II DE NITERÓI


comunica que, devido à grande repercussão da Exposição


"Niterói nos Tempos de Dom João VI",


em comemoração ao bicentenário da chegada da Família Real ao Brasil,


 apresentada no Salão Nobre da Câmara Municipal de Niterói, foi postergado o encerramento do evento para o


dia 30 de abril de 2008, para propiciar a um número maior de visitantes, de acadêmicos e estudantes 


a oportunidade de se atualizar quanto aos mais recentes resultados das pesquisas documentais


sobre a História niteroiense.



Uma maquete arquitetônica do Palacete de Dom João VI que existiu no Largo de São Domingos, demolida no início do século XX, realça o conjunto de belíssimos painéis com ilustrações inéditas da 


 Vila Real da Praia Grande,


 fundada por El-Rei Dom João VI em 10 de maio de 1819 e precursora da



Imperial Cidade de Niterói,



por Decreto de 22 de agosto de 1841 de S.M. o Imperador Dom Pedro II.


 Câmara Municipal de Niterói: Av. Ernani do Amaral Peixoto, 625 - Centro Niterói - RJ


Círculo Monárquico Dom Pedro II: Alameda Paris, 136 - S.Francisco - Niterói - RJ - 24360-018


 

Recebemos da prof. Zélia Sell este comunicado, que foi encaminhado para a redação deste blog pela coordenadora do Movimento Monarquia em Ação, Sandra Ramon. Mais uma iniciativa que deve ser louvada, divulgada e imitada. Parabéns Prof. Zélia!


Amigos:

Comunico que, a convite da presidência da Fundação Bianca Bianchi, (Rua Almirante Barroso,
bairro São Francisco)aqui de Curitiba ,farei uma palestra sobre "As Mulheres da Família Imperial", dando destaque à Princesa Isabel no próximo dia 16 de abril às 20:00 horas.
Como a Fundação é dedicada à música, utilizaremos músicas da época e posteriormente, dia 19/04 produziremos um programa "Nossa História" sobre o tema, que poderá ser ouvido ao vivo das 18:00 às 19:00 horas pela internet nas páginas:
www.pr.gov.br/rtve ou:
www.nossahistoriaam630.cjb.net
clicando no ícone "rádio am 630 ao vivo".
Fotos no blog:
www.nossahistoriaam630.blogspot.com


Atenciosamente,
Zélia Sell

PS: Demos também uma entrevista de 20 minutos sobre Curitiba e Sua História pela data do seu aniversário, último dia 28/03, às 19:00 horas no Canal 21 -TV Mercosul, que atinge 250 municípios e todo o Mercosul.

Príncipes Imperiais em Brasília


Casa Imperial como destaque em Brasília
28/03/2008 - 16h20
Protocolo põe Casa Imperial como destaque em Brasília


Brasília, 28 mar (Lusa) - O congresso brasileiro foi palco esta semana de uma cerimônia inusitada - pela qual ninguém se responsabiliza - durante a abertura do Seminário Legislativo de Portos, em homenagem aos 200 anos da abertura dos portos do Brasil.


A cerimônia no Senado Federal teve como fato extraordinário a colocação de um membro da Casa Imperial brasileira em lugar de destaque, só que a lei que trata do protocolo do Estado brasileiro não reconhece a Casa Imperial como instituição. Os membros da família real são tratados como pessoas físicas e não são citados no protocolo que estabelece a precedência das autoridades.


No evento, parlamentares e ministros receberam uma comenda das mãos do príncipe imperial do Brasil, Dom Bertrand de Orléans e Bragança. A mesa oficial do seminário também contou com a participação do chefe da Casa Imperial do Brasil, Dom Luís Gastão de Orléans e Bragança.


A comenda Grã-Cruz da Ordem do Mérito do Descobridor Pedro Álvares de Cabral foi concedida pela Sociedade Brasileira de Heráldica e Humanística, fundada há 49 anos e registrada como entidade de utilidade pública, com o reconhecimento do governo do estado de São Paulo.


Entre os agraciados estavam o presidente da Câmara dos Deputados, Arlindo Chinaglia, o presidente do Senado, Garibaldi Alves, o deputado Edinho Bez (PMDB) e o ministro da Secretaria Especial de Portos, Pedro Brito.
O serviço de protocolo do Senado disse à Agência Lusa que, apesar de ter ocorrido na dependência da instituição, o evento foi organizado pela Câmara dos Deputados.


A Câmara dos Deputados diz que o seminário foi organizado pelo gabinete do deputado Edinho Bez e que o cerimonial da Casa não participou do evento.


O site da Câmara diz, no entanto, que o seminário foi promovido pela instituição, pelo Senado e pelo Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (Dnit).


O Itamaraty e o Palácio do Planalto não se pronunciam sobre eventos promovidos pelo poder legislativo.


"A afinidade dos príncipes com a República é quase nenhuma, mas aqui no Brasil convivemos pacificamente - os republicanos e os monárquicos", afirmou à Lusa Galdino Cocchiaro, presidente da Sociedade Brasileira de Heráldica e Humanística e grão-mestre do Sodalício Heráldico.


Na abertura do seminário, o embaixador de Portugal no Brasil, Francisco Seixas da Costa, foi representado pelo conselheiro cultural da embaixada portuguesa e diretor do Instituto Camões no Brasil, o pianista Adriano Jordão.


 

Entrevista de Dom Luiz na Rede Vida


O Secretariado da Casa Imperial informou que a entrevista com Dom Luiz na Rede Vida de Televisão, será nesta quarta-feira 2/4/08, às 23h30 pelo programa Isso é Brasil, o apresentador do programa é o jornalista Aristóteles Drummond.
Anote na Agenda:
Do Luiz na Rede Vida de Televisão
Quarta-feira, 2 de abril, 23h30

http://www.redevida.com.br

terça-feira, 1 de abril de 2008

Bisneto da Princesa Isabel faz palestra no CESUMAR

31/03/2008
Bisneto da Princesa Isabel apresenta realidade do agronegócio a acadêmicos do Cesumar

D. Bertrand: "Quanto mais iniciativa privada, melhor!"

O trineto de Dom Pedro II e bisneto da Princesa Isabel, D. Bertrand de Orleans e Bragança, esteve quinta passada (27) no Cesumar onde ministrou uma palestra sobre a atual situação do agronegócio brasileiro para acadêmicos de Agronomia e Agronegócio. Advogado formado em Direito pela USP e coordenador e porta-voz do movimento "Paz no Campo", D. Bertand percorre o Brasil fazendo conferências para produtores rurais e empresários, em defesa da propriedade privada e da livre iniciativa.

Durante sua palestra, Bertrand destacou o que considera os três princípios básicos para o desenvolvimento sócio-econômico de um país. O primeiro, segundo ele, é o da livre iniciativa, o segundo, o direito à propriedade privada e o terceiro, o ato de passar ao órgão superior (Governo) a responsabilidade daquilo que os órgãos inferiores (família, município, Estado) não foram capazes de resolver. Bertrand lamentou o fato de que a realidade do Brasil hoje é oposta a este último princípio, ou seja, "temos uma pirâmide invertida".

Ao fazer uma análise sobre a importância do agronegócio no Brasil, Bertrand disse aos alunos que o complexo do agronegócio cumpre seu papel social. "O campo brasileiro produz quatro vezes mais do que se consome no país. Devemos favorecer ao máximo a propriedade privada, e para isso as pequenas, médias e grandes propriedades devem cooperar entre si", defendeu D. Bertand.

Porém, Bertrand demonstrou grande preocupação diante dos fatores que ameaçam o quadro positivo do agronegócio brasileiro. "Está havendo uma intervenção crescente do Estado, que com a absurda legislação trabalhista do campo, persegue o fazendeiro e engessa nosso campo com leis cada vez mais rigorosas."

Como exemplo, o coordenador do movimento "Paz no Campo", citou leis que vêm atrapalhando o desenvolvimento da agricultura, como a preservação das reservas indígenas - que estão cada vez maiores -, o ambientalismo - que ele considera exagerado - e principalmente a Lei dos Quilombolas, que segundo Bertrand, pode acarretar graves conseqüências à agricultura brasileira.

"Com o decreto nº 4887/03, a lei dos Quilombolas pretende tirar terras dos legítimos proprietários e passá-las para os remanescentes das propriedades dos quilombolas, criando nelas fazendas coletivas de quilombolas, controladas pelo Incra. Isso atinge o campo e a cidade, pois permite que escrituras de terras devidamente registradas em cartórios se tornem obsoletas", contestou D. Bertrand.

O advogado alertou ainda os acadêmicos sobre os grandes problemas raciais que poderão surgir com essa lei. "Querem trazer para o Brasil uma questão racial que nunca existiu por aqui. Nossa grande vantagem histórica é justamente a miscigenação racial", explica Bertand. Ao finalizar sua palestra, deixou um apelo aos acadêmicos: "Estudem, conheçam e amem o Brasil. Ele é um país rico e muito respeitado pelo Conselho das Nações".

CESUMAR - CENTRO UNIVERSITÁRIO DE MARINGÁ- |44| 3027-6360 - A Comunidade do Conhecimento.